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Prefiro MIL VEZES o Tiririca como candidato do que um Marco Antonio Villa que adora cagar regras e falar de CRIAÇÃO de mais leis, mais tributos… Prefiro um que só está lá para gastar o dinheiro e não faça qualquer lei do que um que quer mostrar trabalho

Dilma sancionou lei que decreta SIGILO de investigação de acidentes aéreos

https://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/133456902/dilma-sancionou-lei-que-decreta-sigilo-de-investigacao-de-acidentes-aereos

Se houve manpulação na eleição, então fizeram muito bem feito, não conseguiram mais jogar negros contra brancos, patrão contra funcionário… então jogaram NORDESTE CONTRA SUDESTE… Parabéns aos que ainda acreditam nas eleições limpas

No dia em que for PROIBIDO a troca de cidade, estado e/ou país, por parte de pessoas que VOTARAM EM TAL POLÍTICO E/OU PARTIDO QUE ESTÁ EMPOBRECENDO, PIORANDO… a cidade, estado e/ou país (pois tem milhões de malandros brasileiros, onde votam em tal político, ele começa a destruir o estado, cidade, país e a pessoa simplesmente troca de estado, cidade ou país e deixa os outros que votarem diferente, se ferrando sozinho), vamos dar 200 milhões de cupons de U$ 1.000,00, consulte condições. Pois a Califórnia por exemplo já está querendo COBRAR IMPOSTOS DE EX-MORADORES POR 10 ANOS das pessoas que saírem de seu estado, até mesmo das pessoas que NÃO votaram no político e/ou partido que ferrou com o estado e estão fugindo para estados REPUBLICANOS. Então os TROXAS que votaram nos Republicanos, vão ter que pagar as contas dos idiotas que votaram MALANDRAMENTE E ESPERTAMENTE nos DEMOCRATAS, sendo que os eleitores SABIAM MUITO BEM que votando nos democratas iriam ferrar com o estado.

Cupons serão divididos entre 04 anos, 50 milhões a cada ano

MORRERAM MAIS DE 01 MILHÃO DE PESSOAS COM AS 10 DOENÇAS QUE MAIS MATAM NO BRASIL EM ATÉ 01 ANO, daremos 100 milhões de cupons de U$ 1.000,00 para os consumidores que compraram conosco acima de U$ 12.000,00 no último ano, consulte condições. Já que o governo não investe de forma QUALITATIVA a PREVENÇÃO de doenças, então temos que criar uma promoção IGUALMENTE QUALITATIVA para tentar competir com o governo

As leis da natureza humana Capa

O momento que mais consegui melhorar FINANCEIRAMENTE foi quando mudei OS AMBIENTES E PESSOAS que eu saia, isso começou em 2019 quando fui convidado para fazer parte de uma confraria de um grupo de mais de 1000 empresários que possuem empresa(s) há mais de 10 anos e nos reunimos SEMANALMENTE em grupos de 50 empresários somente para falar de ideias, acontecimentos, projetos…

O cristianismo e a Igreja Católica salvaram a civilização ocidental

COMO A RAIVA E O ÓDIO me estimulou, motivou… desde 2004 no meu trabalho? Fiz um vídeo falando sobre isso

Se meus irmãos fossem OUVIR a nossa mãe, meu irmão não teria NEM a primeira empresa, minha irmã e eu não estaríamos trabalhando juntos, não teria mudado de casa, nenhum de nós teríamos carteira de motorista… E fiz um vídeo falando sobre isso

MORTES POR OVERDOSE DE DROGAS ULTRAPASSARAM 100 MIL EM ATÉ 01 ANO NO BRASIL, daremos 01 MILHÃO de cupons de U$ 1.000,00 em nossa loja virtual, consulte condições

Se a pessoa é BIPOLAR e recebe um antidepressivo e não recebe um estabilizador de humor, a irritabilidade vai lá pra cima e aí o terapeuta que não manjou vai diagnosticar como BORDERLINE. E foi assim que minha priminha de 26 anos foi diagnosticada errada por mais de 20 médicos e tomou remédio por mais de 09 anos, até se consultar com o Eslen Delanogare em Junho de 2022

“Se eu fosse cientista eu processaria quem desqualifica os fatos, os profissionais e/ou a profissão” Li esta frase hoje em um comentário da entrevista do Elias no podcast do Monark

DRIFT KLAUSS /

Google da China começa a censurar pelo número de telefone

https://www.tudocelular.com/seguranca/noticias/n130787/google-censurado-na-china-prototipo-revela-planos.html

Google e a censura política

Censura do Google

https://gizmodo.uol.com.br/censura-europa-google/

Os foragidos da lava jato

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/28/politica/1501270063_013948.html

Paguei para não ser preso

https://noticias.uol.com.br/reportagens-especiais/tacla-duran-paguei-para-nao-ser-preso-na-lava-jato/

Por que a geração millenial enfrenta estresse e burnout?

https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2021/11/por-que-geracao-millenial-enfrenta-estresse-e-burnout-em-cargos-de-chefia.html

Salman Rushdie, Charles Murray, Fátua e a cultura do cancelamento

Por

 Walter Block

 –

01/09/2022

2

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

À primeira vista, parece haver algo errado com o título deste artigo. Com certeza, a fátua muçulmana contra Salman Rushdie (sentença de morte no caso dele) por escrever Versos Satânicos, um livro amplamente considerado ofensivo por esta comunidade, pode ter pouco ou nada a ver com Charles Murray em particular e a cultura do cancelamento lacradora em geral?

Não se precipite.

Au contraire, há de fato semelhanças entre os dois, e semelhanças cruciais. Tanto Salman Rushdie quanto Charles Murray foram atacados fisicamente por ocasião de seus discursos públicos sobre assuntos intelectuais/artísticos.

Sim, não se pode negar que ninguém, pelo menos até agora, foi assassinado pelos progressistas por articular pontos de vista que consideram invasivos. Mas, então, o mesmo pode ser dito de Salman Rushdie. Ele sofreu recentemente um violento ataque em Chautauqua, perto do Lago Erie, no oeste de Nova York, na Chautauqua Institution, uma comunidade que oferece programação artística e literária; apesar disso, ele ainda está vivo. Além disso, uma fátua é meramente uma constatação emanada de uma autoridade islâmica reconhecida sobre um ponto da lei muçulmana. De forma alguma todas as fátuas exigem a morte daqueles julgados dessa maneira.

Por outro lado, as vítimas dos chamados “progressistas” também sofreram violência. Considere o caso de Charles Murray. Estudantes conservadores e libertários do Middlebury College o convidaram para falar sobre seu último livro Coming Apart, que submete a situação da classe trabalhadora branca ao mesmo tipo de análise rigorosa pela qual ele é mais famoso, que apareceu em seu livro de co-autoria The Bell Curve. Estudantes esquerdistas daquela instituição de ensino superior acharam suas opiniões odiosas e tentaram intimidá-lo fisicamente.

Ele escapou ileso, mas o mesmo não pode ser dito de Allison Stanger, uma professora de Middlebury que o acompanhava; ela teve que ser hospitalizada com uma concussão. Não é tão ruim quanto ser esfaqueado no pescoço? Verdade. Mas estamos chegando lá.

Aqui está uma declaração muito famosa do senador do estado de Nova York, Chuck Schumer, dirigida a dois juízes da Suprema Corte dos EUA: “Quero dizer a você, Gorsuch. Quero dizer a você, Kavanaugh. Você desencadeou o turbilhão e pagará o preço. Você não saberá o que o atingiu se seguir em frente com essas decisões horríveis”, sobre Roe vs. Wade. Essas palavras eram uma clara ameaça criminosa e deveriam ter sido punidas. Agora quero usar palavras semelhantes, não como uma ameaça, mas como uma previsão: se a esquerda progressista continuar em seu caminho atual de reprimir a liberdade de expressão, eles também estarão “desencadeando o turbilhão”.

Fantasmas do passado retornarão para assombra-los; não, eles já estão fazendo isso. Como acabamos de ver no caso de um de seus favoritos, Salman Rushdie, ambos os lados podem ser vitimados por esse jogo maligno e vicioso.

Eu imploro à esquerda, socialista, progressista que cesse e desista desse seu comportamento raivoso. Isso incluiria, além de cancelar palestrantes, exigir juramentos de lealdade do tipo macarthismo para contratação, permanência e promoção na academia, espaços seguros, microagressões, promover a visão de que todos os brancos são racistas e a alegação de que toda diversidade racial ou sexual se deve a racismo ou sexismo para crianças do ensino fundamental e todas as outras panóplias desses totalitários modernos.

Artigo original aqui

As Inconsistências do Utilitarismo

Por

 Cândido Magnus

 –

31/08/2022

1

Tempo estimado de leitura: 11 minutos

[Extraído do livro Curso Básico de Escola Austríaca]

Antes de conhecermos a teoria ética austríaca tal como é hoje, vamos passar em revista a sua evolução, a começar pela doutrina ética de Ludwig von Mises.

*

Desde Platão que se discute sobre quais princípios éticos e morais devem orientar a conduta humana. E de lá até o século XX, nenhuma resposta convincente foi dada. Se analisarmos todas as teorias éticas ou da justiça propostas desde Platão até Habermas, passando por Tomás de Aquino e Immanuel Kant, verificaremos que todas, sem exceção, cometem pelo menos um desses dois erros: ou a) se baseiam em meros juízos de valor ou b) tentam derivar normas a partir de fatos. O primeiro erro consiste em partir de um dogma que ninguém é obrigado a aceitar e, com base nele, dizer o que é certo e errado. Obviamente, se queremos que a Ética seja uma ciência, ela deve ser isenta de juízos de valor – wertfrei, no linguajar austríaco – e, portanto, partir de um princípio que ninguém possa desdizer, ainda que queira. O segundo erro consiste no problema do ser/dever-ser, ou Guilhotina de Hume, nome dado em homenagem ao filósofo escocês David Hume, quem primeiro formulou a tese. E ela diz o seguinte: que não se pode derivar uma proposição do tipo “isto deve ser” (normativa) a partir de uma proposição do tipo “isto é” (descritiva). Do fato de que algo é não se pode deduzir que algo deveria ser. E esse brilhante insight de David Hume não é mera convenção, mas regra insofismável da Lógica. Com efeito, é impossível construir um silogismo no qual duas premissas factuais engendrem uma conclusão normativa. Trata-se de uma impossibilidade formal. Para se derivar uma conclusão do tipo “isso deve ser”, uma das premissas tem de conter um verbo com esse valor semântico. Não por acaso, toda decisão judicial se baseia no modelo fato + norma = sentença. Ademais, além desses dois erros, muito houve também de propostas éticas que, embora parecessem lógicas, consistiam tão somente de fórmulas vazias, como o suum cuique tribuere (a cada um o que é seu), a Regra de Ouro (não faça com os outros aquilo que não gostaria que fizessem com você) e o imperativo categórico kantiano (aja de tal maneira que o princípio da sua ação possa ser universalizado), as quais não servem de guia prático para a ação, nem solução para o problema da ordem social.

Dado esse bimilenar fracasso em estabelecer normas objetivas para a conduta humana, é natural que pensadores lúcidos como Hans Kelsen e Ludwig von Mises tenham chegado à conclusão de que não existe tal coisa como justiça. Kelsen enfatiza a impossibilidade de se construir uma ética de maneira científico-racional e conclui que toda ideia de justiça é subjetiva[1], no que Mises o acompanha, dizendo: “Não existe uma ciência normativa, uma ciência daquilo que deveria ser”.[2]

Por pensar dessa maneira e ao mesmo tempo saber que as coisas poderiam ser melhores, Mises advoga um raciocínio bastante simples e natural: se a maioria das pessoas prefere mais bens e serviços a menos, e o capitalismo laissez-faire é o melhor meio para se obter isso, então a sociedade deve adotar o capitalismo laissez-faire. Esse é o utilitarismo misesiano. Trata-se de indicar o melhor meio para a obtenção de um fim que Mises considera, se não universal, pelo menos largamente majoritário: a melhora do padrão geral de vida através da cooperação social. “Só há uma maneira de se lidar com todos os problemas da organização social e a conduta dos membros da sociedade, a saber, o método aplicado através da praxeologia e da economia”.[3] Ou seja, a conclusão utilitarista de Mises advém da aplicação dos conhecimentos da Ciência Econômica aos fins que a sociedade almeja, consubstanciando uma proposição do tipo: “Se você quer X, deve fazer Y”. Dessa forma, uma vez que se entenda que existe uma ordem das coisas, diz Mises, e que podemos usar o pensamento e o raciocínio para perceber tal ordem e examinar qualquer instituição, não existe outro padrão – ele conclui – para se avaliar um modo de ação que não seja pelos efeitos dessa ação.[4] E mais à frente ele diz: “A utilidade social é o único padrão de justiça. É o único guia da legislação”.[5]

Desse modo, o utilitarismo de Mises parece se distinguir do utilitarismo tradicional de Jeremy Bentham e John Stuart Mill, os quais pregavam a lei do maior bem para o maior número de pessoas. Segundo se depreende do artigo de Daniel Sanchez, Mises não tinha a intenção de estabelecer um imperativo ético ou moral, já que ele próprio não acreditava em valores absolutos nem na própria possibilidade de uma ciência da ética. Ele apenas sabia como a sociedade funcionava e não via sentido em se adotarem normas que desfavorecessem esse mesmo funcionamento. “O critério definitivo da justiça é a contribuição da preservação da cooperação social”,[6] ele diz, ainda que se exija – prossegue alhures – que as pessoas suportem efeitos indesejáveis no curto prazo para que não colham efeitos ainda mais indesejáveis no longo.[7]

E ele diz isso não em relação a escolhas particulares consideradas isoladamente, mas sim de acordo com as consequências sistemáticas a serem esperadas das regras gerais.  Ademais, ele diz isso não com o intuito de persuadir cada indivíduo a respeito de cada escolha concreta que ele faz em sua rotina diária, mas sim para efetivar uma revolução na opinião pública a respeito da vantagem social de tais medidas, algo que por sua vez irá necessariamente causar uma revolução no código moral vigente.[8]

A abordagem de Mises seria, portanto, uma abordagem pragmática, focada em resultados, diferente do utilitarismo tradicional, que visa estabelecer uma doutrina da moral ou da ética.

A esta altura uma distinção se faz necessária: aquela entre imperativos categóricos e imperativos hipotéticos, proposta por Immanuel Kant.[9] Os primeiros dizem respeito a normas que devem ser cumpridas por si mesmas, de maneira incondicional, de que é exemplo o “Não matarás”. Os segundos encerram conteúdos normativos condicionados pelo fim que se quer obter, como na proposição “Se você está doente, deve ir ao médico”. O imperativo hipotético se subdivide ainda em duas espécies: as normas técnicas e as normas pragmáticas. Estas dizem respeito, segundo Kant, a finalidades que o homem não pode deixar de buscar, como a felicidade, por ser uma busca intrínseca à natureza humana – e logo pertencem ao campo da virtude e da sabedoria. E aquelas, as normas técnicas, dizem respeito a fins que o homem pode ou não buscar, a depender de suas próprias escolhas, e manifestam apenas uma obrigatoriedade natural, de causa e efeito. Nesse sentido, seria correto dizer que o utilitarismo de Mises é um conselho técnico. O problema é que, por mais que o conselho seja acertado e irrefutável, ele ainda não é vinculante, isto é, não gera nenhuma obrigação para o sujeito – e é exatamente isso que a ética visa alcançar. O Santo Graal da Ética é um critério de justiça que não possa ser rejeitado, como o axioma da ação na praxeologia. Enquanto não se descobrir uma obrigação ética absoluta, nada será objetivamente justo ou injusto e ficaremos sem critérios racionais para julgar ações e decidir qual a melhor maneira de organizar a sociedade.

Além disso, se o utilitarismo misesiano se propõe ser mais que um mero conselho técnico (pelo que se pode inferir da afirmação de que o único critério de justiça é a utilidade social), então o que Mises está fazendo é ou propor uma moral – donde ele sairia dos limites do wertfreiheit[10] –, ou propor uma ética – donde ele contradiria a própria afirmação anterior de que tal coisa é impossível. É melhor acreditar que seu raciocínio era mesmo puramente pragmático.

Contudo, defendendo o utilitarismo misesiano, Daniel Sanchez afirma que essa é a melhor maneira de persuadir as pessoas a adotarem um posicionamento mais pró-livre mercado.[11] De fato, teorias éticas profundas em nada contribuem para o convencimento de políticos e homens de negócios e muito menos para o das massas, que se guiam fundamentalmente, se não pelo princípio freudiano do prazer, pelo menos por considerações materiais de utilidade. Sendo assim, o utilitarismo misesiano é de fato uma das melhores armas de que os libertários dispõem para defender a liberdade.

No entanto, seguindo essa linha de raciocínio, o empirismo também se coloca superior ao racionalismo nos processos de persuasão das massas, e logo deveríamos adotá-lo como paradigma da ciência econômica. Tanto o utilitarismo quanto o empirismo podem ser usados pela militância libertária para demonstrar, através de apelos à utilidade e à força dos números, que um sistema anarcocapitalista é melhor que um sistema estatista. Mas essas abordagens não servem para que se chegue a conclusões científicas no campo da Ética e da Economia: pois entrariam em cena, aqui, questões de natureza epistemológica.

A propósito desse assunto, a arte de convencer, diga-se de passagem, é uma área independente e não deve contaminar a nossa busca pela verdade. A mais efetiva maneira de realmente convencer as pessoas e modificar a cultura é através do labor artístico. A música, o cinema e as letras possuem infinitamente mais poder do que qualquer argumento utilitário ou empírico, pois afetam a parte emocional do cérebro, que é a principal responsável pela tomada de decisão. A pior maneira de tentar convencer alguém é pela lógica. E nem por isso adotaremos performances em lugar de argumentos na busca pela verdade. Tudo tem o seu papel, o seu valor e o seu lugar no universo.

*

Parece podermos concluir que o utilitarismo de Mises, enquanto imperativo hipotético, é um ótimo conselho, mas não configura uma doutrina sólida e irrefutável do dever, como a praxeologia o é da ação.

*

Compreendido o teor da doutrina utilitária de Mises, vem a calhar que analisemos brevemente o utilitarismo em geral como proposta ética, por se tratar de uma tese amplamente aceita e difundida.

*

O utilitarismo em si sempre parte de um dogma, o qual são modos diferentes da mesma fórmula vazia que diz: faça-se o que for melhor. Uns defendem a maior utilidade para o maior número de pessoas, outros a maior quantidade de prazer, outros a felicidade máxima, e assim por diante. Todos os tipos de utilitarismo são na verdade espécies do consequencialismo, uma doutrina ética segundo a qual uma ação é boa ou má de acordo com as consequências que produz.

O primeiro problema com essa tese é que a sua premissa fundamental é um dogma, ou seja, uma ideia sem nenhuma justificação racional, um juízo de valor que você pode aceitar ou não. Nada há que nos faça admitir tal premissa como logicamente necessária. O segundo e principal problema é que, como aponta Hoppe, uma ética, por ser uma teoria da ação, deve nos dizer como devemos agir agora. Com efeito, nós só podemos agir no presente. Uma teoria ética baseada nas consequências ou efeitos da ação acabaria nos deixando sem critérios atuais. Nós teríamos de agir no presente, observar as consequências que se seguiriam e só então definir se agimos com justiça. Como lhe parece uma tal doutrina? Quanto a mim, parece-me bastante embaraçosa.

Porém, se aceitarmos por um momento a justeza daquele princípio, sem atinar para essa dificuldade intertemporal, e buscarmos agir de acordo com as melhores consequências possíveis, imediatamente alguém indagará: “Melhores consequências para quem?” Certamente, não há uma maneira objetiva de determinar isso, e novamente juízos de valor seriam invocados. Além disso, se perguntarmos quais tipos de consequência devem servir de critério – se a maior utilidade para o maior número de pessoas, se o favorecimento da cooperação social, se o máximo prazer possível –, então mais uma vez a questão resta dependente de julgamentos valorativos.

Mas ainda que definamos para quem os efeitos devem ser bons e quais devem ser esses efeitos, é importante lembrar que toda ação possui efeitos imprevistos, já que vivemos em um mundo de incerteza e limitação informacional. Ademais, se a retidão de uma conduta se basear nos efeitos esperados dela (na utilidade ex ante), então nunca se terá um critério definitivo e certo do agir presente, devido ao problema da incerteza, e essa teoria ética será como a cenoura presa na cabeça do burro. Se, por outro lado, o critério for os efeitos dela obtidos (a utilidade ex post), então se precisará agir hoje para só amanhã se saber se o agir foi honesto, de modo que, novamente, não saberíamos nunca como agir no presente. A mesma dificuldade subsiste. Também não há, nessa doutrina, critério indiscutível para determinar se as consequências definidoras da justeza da ação deveriam ser de curto, médio ou longo prazo. Com efeito, no curto prazo valeria a pena consumir toda a riqueza acumulada (renderia a máxima utilidade e o máximo prazer), enquanto que no longo prazo valeria a pena se abster do consumo para investir (mas se abster quanto?). O consequencialismo nos embaraça mais e mais à medida que lhe adentramos, afigurando-se uma doutrina ética absurda, relativista e inexequível.

Mas assumamos que se decida, por convenção, que o critério de Mises seja aceito e se adote uma ética baseada na maior utilidade social. Nesse caso, faltaria decidir se essa utilidade social seria considerada em termos de bens e serviços, como ele próprio a considerava, ou de outros valores caros à sociedade, como a igualdade social e a moral religiosa. Pode haver comunidades para as quais a liberdade individual seja execranda e que considerem de bom alvitre condenar homossexuais à pena de morte. Por certo há pessoas que preferem perder em termos de bens e serviços para ganhar em termos de “moralidade e ordem” (que para elas são um bem). Ao que parece, o critério de Mises nos conduz a um relativismo. Depois ele diz que o “critério definitivo” da justiça é a “preservação da cooperação social”. Mas existe cooperação social em qualquer lugar em que se estabeleça uma comunidade, até mesmo em uma colmeia de abelhas. O problema de saber como essa cooperação social deve ser organizada persiste.

Para finalizar, outra crítica que se faz contra o utilitarismo é lembrar que utilidade não é uma unidade de valor mensurável, como querem alguns economistas. Sendo assim, como seria possível empreender o cálculo da maior utilidade?

As preferências dos homens organizam-se de maneira ordinal, isto é, à maneira de um ranking: A é preferível a B, B é preferível a C, C é preferível a D, e assim por diante. Não é possível para um ser humano indicar o quanto ele prefere A a B, ou dar um valor cardinal, aritmético, que mostre objetivamente o quanto ele adora A. Ele só pode dizer que gosta de A e que gosta mais de A do que de B, montando destarte uma ordem de preferência, mas não poderia quantificar as utilidades de forma objetiva, como se mede um metro de pano ou se pesa um quilo de carne.

Uma definição coerente de “mensuração” implica a possibilidade de uma atribuição de números que possam ser significativamente submetidos a todas as operações da aritmética. Para que isso seja possível, é necessário definir uma unidade fixa. Para se definir tal unidade, a propriedade a ser mensurada deve possuir extensão espacial, de modo que todos possam concordar objetivamente com a unidade. Portanto, estados subjetivos, sendo intensivos ao invés de objetivamente extensivos, não podem ser mensurados e submetidos a operações aritméticas. A mensuração se torna ainda mais implausível quando percebemos que a utilidade é um conceito praxeológico, e não um conceito diretamente psicológico.[12]

Ademais, a escala de preferências que guia as ações de um homem varia dentro do próprio homem ao longo do tempo, e muitas vezes nem ele mesmo sabe o que preferiria em dada situação até que se veja inserido nela. Por isso a Escola Austríaca trabalha com o conceito de “preferência demonstrada”, que Murray Rothbard elucida do seguinte modo:

O conceito de preferência demonstrada é simplesmente isto: que a ação real revela, ou demonstra, a preferência de um homem; ou seja, que suas preferências podem ser deduzidas daquilo que ele escolheu na ação. Assim, se um homem escolhe gastar uma hora em um concerto ao invés de em um cinema, deduzimos que o primeiro era preferido, ou ocupava uma posição superior em sua escala de valores. Similarmente, se um homem gasta cinco dólares em uma camiseta deduzimos que ele preferiu comprar a camiseta do que gastar seu dinheiro com qualquer outra coisa que ele pudesse. Este conceito de preferência, originado em escolhas reais, forma a base da estrutura lógica da análise econômica, e particularmente da análise da utilidade e do bem-estar.[13]

Dessa forma, o julgamento acerca da preferência de um homem só pode ser feito com referência ao passado, onde ele efetivamente agiu e demonstrou sua real preferência naquela dada situação. Uma teoria ética da utilidade, portanto, teria de ser capaz de saber o futuro. Sem o conhecimento do futuro, seria impossível saber qual linha de ação engendraria a maior utilidade.

*

Podemos dizer então que, até aqui, embora disponhamos de uma teoria econômica sólida, isenta de juízos de valor e baseada em verdades cogentes, e com isso saibamos como gerar a maior utilidade possível em termos de bens e serviços para a sociedade, e tenhamos ainda o bom conselho de um dos maiores economistas da história do mundo – mesmo assim, até o presente momento, ainda não temos uma teoria ética igualmente sólida, isenta de juízos de valor e baseada em proposições irrefutáveis, com fundamento na qual decidir que modo de organização social se deve adotar. Mas uma tal teoria do dever é sequer possível?

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Notas

[1] Hans Kelsen, O que é justiça?

[2] Mises, Teoria e História, p. 53.

[3] Idem, p. 53.

[4] Idem, p. 47.

[5] Idem, p. 53.

[6] Mises, Teoria e História, p. 53.

[7] Idem, p. 55.

[8] Daniel Sanchez, “Em defesa do utilitarismo de Mises”.

[9] Norberto Bobbio, Teoria da Norma Jurídica.

[10] Isenção de juízos de valor.

[11] Daniel Sanchez, “Em defesa do utilitarismo de Mises”.

[12] Murray Rothbard, “Reconstruindo a Economia de Bem-Estar e de Utilidade”.

[13] Idem.

Progressismo — Nazismo Reverso, Reducionismo Simplório e Lixo Ideológico

Por

 Wagner Hertzog

 –

01/09/2022

2

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

A ideologia progressista é, sem dúvida nenhuma, a grande tragédia ideológica do nosso tempo. Além de ser um sistema de crenças completamente deturpado, baseado em uma cosmovisão fantasiosa da realidade, trata-se de uma seita de adultos histéricos, egocêntricos e narcisistas, com mentalidade infantil e necessidade patológica de sinalizar virtudes, que acreditam cegamente em utopias, recusam-se terminantemente a assumir as responsabilidades da vida adulta e enxergam o estado como um deus onipotente que resolverá todos os seus problemas. Mas a tragédia da seita progressista não para por aí. Em sua totalidade, o progressismo é um conjunto de falácias e aberrações ideológicas tão descoladas da realidade, que chega a ser hilário acreditar na mera possibilidade de que existam pessoas dispostas a acreditar em um sistema de crenças tão torpe, irracional, fantasioso e infanto-juvenil.

Comecemos pelo fato de que o progressismo é uma ideologia ostensivamente simplória e reducionista, que não contempla em nenhum momento as complexidades da realidade. Afinal, sabemos que para o progressismo a sociedade pode ser dividida em duas categorias distintas: a classe opressora e as classes oprimidas. A classe opressora, é claro, é a dos homens brancos. A classe dos oprimidos são todas as demais: a das mulheres, dos homossexuais, dos integrantes do movimento trans, da categoria fictícia de seres humanos não-binários, dos negros, dos indígenas e de todas as demais classes que fazem parte do guarda-chuva progressista, de pessoas que são consideradas oprimidas por alguma razão fantasiosa, e que podem ser facilmente manipuladas como idiotas úteis de projetos de poder de coalizões e grupos políticos.

Podemos afirmar, categoricamente, que os adeptos do progressismo são adultos chorões completamente incapazes de lidar com as dificuldades da realidade; e que, portanto, precisam do auxílio do supremo e onipotente deus-estado para não se sentirem tão inseguros diante das incertezas da vida. São basicamente crianças em busca do colo e da proteção de uma pessoa adulta. O “adulto”, nesse caso, é o gracioso e protetor estado paternalista.

A ideologia progressista é, acima de tudo, uma imoralidade coletivista totalitária, que não aceita divergências, nem tolera questionamentos (qualquer semelhança com o nazismo não é mera coincidência). Quando um negro, por exemplo, se declara conservador, os progressistas se sentem ultrajados, e prontamente se dispõem a atacar, criticar e ofender esse indivíduo. Isso ocorre porque os progressistas se consideram os legítimos proprietários das pessoas e dos grupos que eles alegam proteger e defender.

Quando alguém de algum desses grupos rejeita a ideologia coletivista progressista, e assume a sua individualidade, os progressistas reagirão duramente, alegando que tal pessoa se vendeu para a elite branca, e que está traindo a sua classe. Por ser uma ideologia inerentemente coletivista, o progressismo rejeita de forma áspera e categórica a individualidade humana (repito — qualquer semelhança com o nazismo não é mera coincidência).

Sem dúvida nenhuma, um dos maiores problemas do progressismo vem do fato dele ser uma ideologia terrivelmente simplória, que em nenhum momento contempla as complexidades da realidade ou da natureza humana. Para os progressistas, apenas homens brancos são capazes de fazer o mal. Mulheres, homossexuais, transexuais, pobres, indígenas e negros (contanto que eles sejam progressistas) são almas inerentemente puras, virtuosas, esplendorosas e sacrossantas. Pessoas que pertencem a esses grupos são incapazes de praticar o mal. A maldade é uma atribuição exclusiva do homem branco. Apenas homens brancos podem matar, sequestrar, roubar e agredir outras pessoas. Os indivíduos que pertencem aos grupos defendidos pela ideologia progressista são criaturas de inenarrável e cristalina bondade, que não tem nem sequer a mais vaga noção do que venha a ser a malevolência, e precisam ser urgentemente protegidos do cruel homem branco, pelo gracioso, diligente e onipotente estado benfeitor.

Tal definição mostra quão reducionista, irracional e hilária é a ideologia progressista. É fundamental ter capacidades cognitivas excepcionalmente reduzidas para acreditar com sinceridade em uma ideologia tão simplória e mundana, que em nenhum momento contempla em sua cartilha as complexas, imprevisíveis e variadas nuances da natureza humana.

Como é fácil constatar, para os progressistas, as virtudes de uma pessoa estarão inerentemente associadas ao grupo ao qual ela pertence, não interessa o que essa pessoa já fez, conquistou, realizou ou criou em sua vida. Para a ideologia progressista, méritos individuais são atribuições totalmente irrelevantes. Evidentemente, os militantes progressistas defendem que mulheres, homossexuais, transexuais, indígenas e negros sejam contemplados com políticas de ação afirmativa. Mas não há nenhuma apologia para a existência de critérios baseados em habilidades naturais ou qualificações individuais. No final das contas, a única coisa que importa é o grupo ao qual você pertence.

Uma mulher lésbica negra, por exemplo, é uma pessoa de imensurável valor para a militância progressista, pois ela está em uma posição privilegiada na olimpíada da opressão. Uma mulher branca heterossexual, por comparação, não estará em uma posição tão vantajosa. Ela possui, evidentemente, a vantagem de ser uma mulher. Ela deve ser protegida, pois ela é uma vítima da “opressão” do “patriarcado”. Mas uma mulher branca heterossexual não é tão oprimida quanto uma mulher negra lésbica. Fatos assim evidenciam que, para a ideologia progressista, nenhum indivíduo tem valor em si mesmo. Tudo dependerá do grupo ao qual a pessoa pertence, e da posição desse grupo na olimpíada da opressão. Em função de sua natureza radicalmente coletivista, o progressismo não enxerga nenhum valor no indivíduo.

Outro exemplo interessante de ser abordado — para os progressistas, políticos são servidores públicos heroicos, virtuosos e abnegados. Não importa que ganhem salários extravagantes, de mais de trinta mil reais por mês, além de vastos benefícios e imensuráveis privilégios adicionais. No Brasil, quem ganha rendimentos mensais superiores a dez mil reais estará entre os 5% mais ricos da população. Isso coloca os integrantes da classe política entre os 2% e os 5% mais ricos do país (o que dependerá do cargo, pois há diferença salarial entre vereadores, senadores, deputados, prefeitos e governadores). De qualquer maneira, ao falarmos de políticos, estamos falando de pessoas imensamente ricas e abastadas. Especialmente quando comparamos os rendimentos de tais pessoas com os do cidadão brasileiro comum.

Mesmo assim, a militância progressista nunca enxerga políticos como exploradores oportunistas que vivem uma vida nababesca, de enorme esplendor, conforto e suntuosidade às custas dos impostos pagos por todas as pessoas produtivas (incluindo os pobres que a militância jura amar e defender). Uma expressiva parcela da população está morrendo de fome e passando necessidades, mas nós não vemos a militância progressista exigindo que a classe política reduza os seus salários, benefícios e privilégios, ou compartilhe com os pobres todas as vastas riquezas das quais usufruem.

Na verdade, vemos a militância progressista idolatrar com fervor irracional os seus heróis de terno e gravata, tanto quanto acreditam genuinamente que eles trarão paz, prosperidade e solução a todos os problemas que afligem o país. Tal sistema de crenças deixa evidente a ignorância crônica que acomete a militância progressista, que sofre da doença da irracionalidade econômica em sua variação mais brutal, aguda e voraz, pois seus adeptos realmente não fazem ideia do que efetivamente gera riquezas e prosperidade em uma sociedade.

Como cereja no topo do bolo deste trágico festival de atrocidades intelectuais, convém enfatizar que para os progressistas não existem brancos pobres. Se você é branco, não será contemplado com políticas de cotas, porque você não nasceu com a cor certa (a cor do oprimido). Para a militância progressista, toda pessoa branca é burguesa, portanto ela é rica. Automaticamente, uma pessoa branca sempre estará na classe dos opressores, mesmo que seu poder aquisitivo seja baixo, mesmo que ela não tenha nenhum poder político ou influência na comunidade onde vive, e mesmo que ela seja efetivamente pobre e miserável.

O progressismo também é uma ideologia abertamente racista. Para o progressismo, a cor da sua pele define suas virtudes e suas qualificações sociais. Se você é negro, você é um oprimido. Consequentemente, você será considerado um ser humano nobre e virtuoso. Mas se você é branco — mesmo que seja pobre —, então você é um opressor. Portanto será classificado como um inimigo. O que torna fácil concluir que o progressismo consegue ser uma ideologia ostensivamente simplória, e a um nível absurdamente trágico e irracional. E existem pessoas que sinceramente acreditam nessa ideologia. Não é uma piada. Antes fosse.

O progressismo, sem dúvida nenhuma, é uma tragédia em todos os sentidos. Intelectualmente nocivo, tem uma capacidade visceral de emburrecer as pessoas. Naturalmente, o progressismo irá atrair, primariamente, pessoas ostensivamente ignorantes, completamente destituídas de quaisquer habilidades cognitivas ou competência intelectual. Ao mergulhar na montanha de lixo ideológico, o sujeito ficará ainda mais burro, imbecil e irracional do que já é, tornando extremamente difícil recuperar tal pessoa ou chamá-la à razão.

Como se essa ideologia não fosse maligna, deplorável e perversa o suficiente, podemos também classificar o progressismo como uma espécie de nazismo reverso. O símbolo dos progressistas bem que poderia ser uma suástica com as cores do arco-íris. Afinal, seu objetivo é institucionalizar e normalizar o preconceito contra o homem branco, até rebaixá-lo ao pior nível possível, assim como pretende elevar todas as demais raças, classes e categorias de pessoas.

Uma análise contundente dos fatos mostra, efetivamente, que não há uma diferença real de valores entre o nazismo e o progressismo. São praticamente dois lados da mesma moeda. As diferenças entre essas duas ideologias são como as diferenças entre o nazismo e o comunismo — as diferenças existem, mas são, na melhor das hipóteses, pontuais e superficiais. O que muda do nazismo para o progressismo são as classes defendidas. Na verdade, podemos afirmar categoricamente que o progressismo é o nazismo reverso. É o fascismo da diversidade, radiante e multicolorido. Enquanto o nazismo original defendia a supremacia da raça ariana, o nazismo progressista defende a supremacia de todas as raças e classes, com exceção dos homens da raça branca, que devem ser rebaixados ao menor nível possível.

O progressismo é uma espécie de revanchismo fascista vingativo, pintado com as cores do arco-íris. A dicotomia do opressor e dos oprimidos revela um anacronismo infantil, vitimista e reducionista, digno de crianças histéricas desesperadas em chamar a atenção dos adultos. E o “nobre” objetivo da seita progressista é o de libertar pessoas que nunca foram oprimidas, perseguindo indivíduos que nunca foram opressores. Como resultado, temos na prática uma ideologia de discriminação e preconceito institucionalizado, em um nível tão aterrador, que não deve em absolutamente nada ao nazismo original. O ídolo dessa gente não é Adolf Hitler apenas por um detalhe — a cor da pele do Führer não agradaria a militância.

Não me surpreenderia nem um pouco se mais adiante os adeptos da seita progressista defendessem campos de concentração para homens brancos. De fato, o genocídio já é praticado há muito tempo por essa gente. Anualmente, são realizados no mundo inteiro aproximadamente 43 milhões de abortos, e tal prática é arduamente defendida e estimulada pelos progressistas, sob a prerrogativa de defesa dos direitos reprodutivos da mulher.

Ou seja, como é ridiculamente fácil constatar, o progressismo é o nazismo contemporâneo — o fascismo do século XXI, excepcionalmente cintilante, vibrante e resplandecente. Tem sorrisos, as cores do arco-íris, bandeirinhas festivas e é politicamente correto.

No entanto, é nazismo, sem dúvida nenhuma — em todos os seus graus, nuances e matizes. Mudou apenas a embalagem, mas a essência é a mesma.

Sim, o trabalho assalariado é uma mercadoria – e é isso o que o protege contra abusos

E como os salários realmente aumentam em uma economia

É bastante comum ouvir a afirmação, feita majoritariamente por políticos e intelectuais, de que o “trabalho não é uma mercadoria”. Não sendo uma mercadoria, o preço do trabalho (o salário) não pode ficar ao sabor das flutuações do mercado.

Consequentemente, para garantir um “valor justo” para a mão-de-obra é imprescindível: a) estipular por lei um valor mínimo para o salário; b) proibir reduções salariais durante recessões econômicas; c) fomentar a atividade sindical, pois apenas os sindicatos poderiam proteger os trabalhadores e impor um valor salarial justo para a mão-de-obra.

Poucos se atrevem a questionar essa “verdade”, a qual parece ser tão evidente que está praticamente arraigada em nossos profundos sentimentos humanos.

Ademais, a própria história da civilização é a luta do homem contra essa tão odiosa instituição que foi a escravidão, na qual vários seres humanos eram comprados, utilizados e vendidos como se fossem animais. Esse nosso lamentável histórico ajuda ainda mais a propagar a ideia de que o trabalho humano não pode ser tratado como uma mercadoria.

Mas é uma mercadoria

No entanto, apesar das considerações anteriores, a realidade é que os serviços efetuados pelo trabalho humano (e não nos referimos à pessoa humana em si mesma, a qual é indiscutivelmente inalienável) estão submetidos às mesmas leis econômicas que valem para todas as outras mercadorias e fatores de produção.

E as leis econômicas afetam de forma inexorável a todos os agentes que intervêm no mercado, independentemente de qual seja o sentimento popular em relação às mesmas.

Em concreto, são duas as leis econômicas mais importantes relacionadas ao fator trabalho: a lei “da oferta e da demanda”, e a lei que diz que “o salário será determinado pelo valor presente da esperada produtividade marginal futura do trabalho”.

1ª Lei: Oferta e demanda

A primeira lei é básica, lógica e perfeitamente compreensível para qualquer leigo inteligente.

Ela afirma que um aumento da demanda por determinados serviços efetuados pelo trabalho humano tende a aumentar o preço destes serviços — isto é, os salários.

Quanto mais demandada for uma mão-de-obra, maior o preço (salário) que os patrões estarão dispostos a pagar por ela.

Igualmente, um aumento da oferta desta mão-de-obra — isto é, um aumento da quantidade de pessoas dispostas a trabalhar no mesmo setor — gerará o efeito oposto: fará reduzir seu preço.

2ª Lei: Paga-se hoje pela produção daquilo que só será vendido no futuro

A segunda lei é de grande transcendência. Ela diz que o trabalhador recebe hoje o valor integral daquilo que ele produz e que só será vendido no futuro. Consequentemente, há um inevitável desconto no valor, pois o valor futuro de algo é trazido ao seu valor presente.

Sempre que o valor futuro de algo é trazido ao seu valor presente, o valor presente é menor. São os juros intertemporais.

Logo, o valor do salário é calculado no momento em que ele produz o trabalho e não quando todo o processo de produção é completado.

Isso é muito importante quando se considera que os processos produtivos modernos duram um período de tempo muito prolongado. A experiência prática mostra que são muito poucos os trabalhadores que estão dispostos a esperar todo esse tempo para receber o valor integral do produto final elaborado com seu trabalho, o qual só depois de muito tempo estará pronto para ser vendido no mercado.

Os trabalhadores que os empreendedores e capitalistas empregam hoje não precisam esperar até que os bens sejam produzidos e realmente vendidos para receberem seus salários. Os capitalistas e empreendedores adiantam um bem presente (salário) aos trabalhadores em troca de receber — somente quando o processo de produção estiver finalizado — um bem futuro (o retorno do investimento). Existe necessariamente uma diferença de valor entre o bem presente do qual os capitalistas e empreendedores abrem mão (seu capital investido na forma de salários e maquinário) e o bem futuro que eles receberão (se é que receberão).

(Com efeito, esta lei evidenciou, há mais de um século, quão absurda é a teoria marxista da exploração: pagar ao trabalhador “hoje” o valor integral daquilo que só estará completado em um distante “amanhã” significa pagar a este trabalhador um valor substantivamente maior do que ele próprio produziu hoje).

Esta segunda lei é de fácil demonstração prática: se aos trabalhadores fosse paga uma quantidade inferior ao valor presente descontado de sua produtividade marginal esperada, os lucros do empresário aumentariam caso ele contratasse mais trabalhadores. Só que contratar mais trabalhadores significa aumentar a demanda por mão-de-obra, o que gera uma tendência de elevação dos salários.

O contrário acontece no caso em que o salário é maior que a produtividade: o empresário terá menos lucros e, consequentemente, irá demitir ou deixar de contratar trabalhadores até que a produtividade aumente ou os salários diminuam. (Porém, se houver leis trabalhistas rígidas que proíbam reduções salariais ou encareçam demissões, este reajuste será forçosamente feito pelo mercado, e o desemprego passará a ser alto e perdurará indefinidamente).

Como aumentar os salários

Destas duas leis anteriores é possível deduzir que existe um fenômeno, e somente um fenômeno, capaz de aumentar os salários de todos os diferentes tipos de trabalho e, por conseguinte, o padrão de vida das pessoas: a acumulação de capital.

Quanto maior a quantidade de bens de capital utilizados por um trabalhador, maior será sua produtividade.

Se, por exemplo, um operário norte-americano ganha quatro vezes mais que o espanhol ou cem vezes mais que o indiano, isso não se deve ao fato de ele ser mais trabalhador ou mesmo mais capacitado. A explicação é muito mais simples: o norte-americano utiliza quatro ou cem vezes mais capital investido pelo mercado (máquinas, ferramentas, instalações industriais, meios de transporte etc.) que seu colega espanhol ou indiano, respectivamente.

O capital investido é o que aumenta a produtividade, os salários e, consequentemente, o padrão de vida de uma sociedade. A acumulação de capital, ao tornar o trabalho humano mais eficiente e produtivo, é o que permite aumentos salariais para todos. Trabalhar menos e produzir mais é o resultado direto da acumulação e do uso do capital.

Consequentemente, aqueles sistemas econômicos que mais favorecem a poupança (é a poupança o que permite os investimentos que criam bens de capital) e a acumulação de capital são os mais benéficos para as massas. Acima de tudo, são os mais cruciais a serem colocados em prática nos países mais subdesenvolvidos.

Consequências de se ignorar as leis econômicas

Assim como a lei da gravidade continua plenamente em vigor ainda que você a considere “inaceitável” pelo fato de matar pessoas que caem de cabeça no chão, o mesmo ocorre com as leis da economia. Não há demagogia política ou sindical capaz de revogá-las.

Leis estipulando um salário mínimo, leis que proíbem reduções salariais e encargos sociais e trabalhistas que encarecem o custo final da mão-de-obra podem até servir para tranquilizar os espíritos socialmente mais “sensíveis”, mas ainda assim condenarão ao desemprego e ao desespero todos aqueles trabalhadores que, por produzirem um valor inferior ao custo total de sua mão-de-obra estipulado pelo governo, não conseguirão emprego.

Se o mercado de trabalho é engessado por regulações trabalhistas e tributos sobre a folha de pagamento — os quais encarecem sobremaneira o preço do trabalho legal —, o governo está simplesmente fazendo com que empreender e gerar empregos legalmente seja proibitivo em termos de custos. Consequentemente, a mão-de-obra de qualidade mais baixa terá dificuldades para encontrar empregos formais, pois não é produtiva ao ponto de gerar mais receitas do que custos para seus empregadores. Seu poder de barganha será nulo, não haverá disputa por sua mão-de-obra e seus salários serão permanentemente baixos.

Quanto mais regulada e burocratizada a economia, e quanto maiores os encargos tributários sobre a folha de pagamento, menores as disponibilidades de emprego, menor o poder de barganha dos trabalhadores, menores os salários, maior a insatisfação, e maiores as chances de abuso.

Efeito semelhante sobre o desemprego tem as políticas sindicais que impõem aumentos de salários por meios coercitivos (como greves). O resultado sempre é o mesmo: alguns poucos trabalhadores, aqueles que conseguiram manter seus postos de trabalho, saem favorecidos à custa de todos aqueles outros que acabam sendo empurrados para a informalidade ou que ficam no desemprego.

A falta de solidariedade entre os próprios trabalhadores não poderia ser mais patente do que neste caso: aqueles trabalhadores privilegiados conservam seus postos de trabalho sob condições que não ocorreriam em um livre mercado, e à custa de todos os outros milhões de desempregados que gostariam de trabalhar mas que não conseguem empregos porque sindicatos e leis trabalhistas estipularam um custo mínimo extremamente alto.

Também chama a atenção o fato de que muitos governos são obstinados em dilapidar o capital existente no país por meio de impostos confiscatórios (tanto da renda quanto do patrimônio), os quais são impingidos com o intuito de “redistribuir renda”, mas que logram apenas empobrecer as massas, pois, ao reduzirem a acumulação de capital disponível por trabalhador, causam uma redução generalizada dos salários reais. Impossível aumentar salários ou mesmo pagar bons salários se os impostos confiscam os lucros e impedem empresas de aumentar seus bens de capital.

O lado bom de tudo

Por fim, é crucial ressaltar que é realmente uma maravilha o fato de o trabalho estar submetido às leis objetivas e impessoais do mercado: uma distribuição da renda salarial que fosse baseada em outros critérios diferentes dos do mercado seria inevitavelmente arbitrária, subjetiva e sujeita aos caprichos de um ditador econômico.

Consequentemente, é fácil constatar que não há melhor defesa para os direitos das minorais marginalizadas por sua religião, raça, opção sexual etc. que a possibilidade de poderem vender livremente no mercado produtos altamente úteis aos consumidores — os quais, por necessitarem deles, não se importam com a religião, raça ou opção sexual de quem participou de sua eficiente produção.

Por tudo isso, da próxima vez que o leitor escutar a informação de que “o trabalho não é uma mercadoria”, lembre-se de que é inútil e prejudicial para as próprias massas trabalhadoras ignorar e lutar contra as leis da economia. E que, no dia em que o trabalho deixar de ser uma mercadoria do ponto de vista econômica, cada trabalhador terá perdido sua liberdade e estará sujeito às decisões puramente subjetivas e arbitrárias do ditador econômico do momento (tenha sido ele democraticamente eleito ou não).

Pra mim, por enquanto, pior que pessoas que mentem, roubam e MATAM… são pessoas FALSAS E VERDADEIRAS MORALISTAS, CAGADORAS DE REGRAS, OSTENTADORAS DE VIRTUDES, SENSÍVEIS (que se ofendem por coisas que são ditas), SENSACIONALISTAS, INVEJOSAS E QUE ADORAM EXAGERAR/AUMENTAR COMO REALMENTE FOI ALGUMA SITUAÇÃO. Esse tipo de gente, provavelmente tem menos de 1% de ter amizade comigo

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NAZISMO é um conjunto de antissemita, supreção liberdade, perseguição política e totalitário

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MEU MAIOR MEDO EM RELAÇÃO A CONVERSAR COM PESSOAS ENTRE 2018 E 2022: Fiz um vídeo falando sobre os motivos

Por que fingem se importar com CORRUPÇÃO, sendo que casos MAIS GRAVES DE NÃO CANDIDATOS A ESTA ELEIÇÃO não são divulgados pela mídia, mas casos MUITO MENORES DE CANDIDATOS são divulgados com tanta frequência…? A falsa moralidade é um dos piores problemas do Brasil, coitado dos políticos perto da MÉDIA do povo kkkkkkkkkkk Tenho dó de políticos

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Fiat Strada 2015 sem comunicação com o módulo ABS. Veja nosso vídeo feito essa semana

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Bateria revolucionária recarrega automaticamente

Bateria revolucionária recarrega-se automaticamente

A história do Russo que queria criar…

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O verdadeiro Che Guevara

N. do T.: Todas as informações e citações deste artigo podem ser encontradas em detalhes no livro do autor: O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram.  Pedimos que o leitor tenha isto em mente antes de nos enviar qualquer ofensa ou simplesmente postar comentários dizendo coisas vazias e sem substância como “não concordo com o autor”.

Há quase 42 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio.  Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado.  Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita.  Se o ditado “tudo o que vai, volta” expressa bem uma situação, é esta.

“Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964.  “É claro que executamos!”, declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.  “E continuaremos executando enquanto for necessário!  Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”

De acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação “direitista” ou de “fanáticos anticastristas de Miami”), ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960.  (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções.  A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por “genocídio”).

“Os fatos e números são incontestáveis”, escreveu ninguém menos que o New York Times, ícone da esquerda, sobre o “Livro Negro do Comunismo”.  Jose Vilasuso, um cubano que à época era promotor dos julgamentos comandados por Guevara, fugiu horrorizado e enojado com o que presenciou.  Ele estima que Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.  Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.  Já o jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro “Yo Soy El Che!” que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892.

Em seu livro, Che Guevara: A Biography, o autor Daniel James escreve que o próprio Che admitiu ter ordenado “milhares” de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro.  Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que Che, em sua última conversação, admitiu “algumas milhares” de execuções.  Mas fez pouco caso delas, dizendo que todas as vítimas eram “espiões imperialistas e agentes da CIA”.

“Eu não preciso de provas para executar um homem”, gritou Che para um funcionário do judiciário cubano em 1959.  “Eu só preciso saber que é necessário executá-lo!”

As vítimas do regime fidelista, os “inimigos da revolução”, foram uns dos mais empreendedores e valentes lutadores do século XX, junto com os Guerreiros da Liberdade Húngaros.  Eles lutaram valente e desesperadoramente, mesmo sabendo que praticamente não tinham chances.  Eles lutavam até a última bala; e, normalmente, lutavam até a morte.  No final, eram capturados, amordaçados e fuzilados por Che e seus seguidores.

Os poucos sobreviventes vivem hoje em lugares como Miami e Nova Jersey, e podem ser considerados os prisioneiros políticos mais longevos e sofridos da história moderna.  Porém, se você procurar sobre a história deles na grande mídia, sua empreitada será em vão.  Afinal, eles lutaram contra a fina flor do esquerdismo chique.  Sendo assim, o heroísmo deles não é considerado um drama politicamente correto.

Por outro lado, a revista Time, por exemplo, classificou honrosamente Che Guevara como uma das “100 Pessoas Mais Importantes do Século”.  Não satisfeitos com tão incompleto louvor, também o colocaram na seção “Heróis e Ícones”, ao lado de Anne Frank, Andrei Sakharov, Rosa Parks e Madre Teresa.  Daqui em diante, as ironias vão ficando mais ricas.

A mais popular versão da camiseta e do pôster de Che, por exemplo, ostenta o slogan “Lute Contra a Opressão” sob sua famosa face.  Essa é a face de um homem que fundou um regime que encarcerou mais de seu próprio povo do que Hitler e Stalin, e que declarou que “o individualismo deve desaparecer!”.  Em 1959, com a ajuda dos agentes soviéticos da GRU, o homem celebrado naquela camiseta ajudou a fundar, treinar e a doutrinar a polícia secreta cubana.  “Sempre interrogue seus prisioneiros à noite”, ordenava Che a seus capangas.  “A resistência de um homem é sempre menor à noite”.  Hoje, um mural com o retrato de Che — o maior do mundo — adorna o Ministério do Interior, que é o quartel-general do KGB cubana — a polícia secreta treinada pela STASI.  Nada poderia ser mais apropriado.

O boxeador Mike Tyson costumava comemorar suas vitórias erguendo seus braços em triunfo.  Em 2002, ele visitou Cuba e tatuou uma enorme imagem de Che em seu torso.  Desde então, ele tem sido horrível e impiedosamente surrado em absolutamente todas as suas lutas, um processo que é uma mímica perfeita do histórico de combate de seu ídolo.  Que Mike Tyson aprenda: Che era de fato muito proficiente em castigar seus inimigos, milhares deles, mas somente após estes estarem devidamente amarrados, amordaçados e vendados — e creio que a Federação Nacional de Boxe não vai permitir isso.

Quando a intelligentsia e todo o beautiful people presente no Festival de Cinema de Sundance (que incluía variedades como Al Gore, Sharon Stone, Meryl Streep e Paris Hilton) explodiu numa extasiante ovação ao filme Diários de Motocicleta, eles estavam aclamando um filme que glorificava um homem que havia encarcerado ou exilado os melhores escritores, poetas e cineastas independentes de Cuba, ao mesmo tempo em que transformava a imprensa e o cinema — tudo sob a mira de metralhadores tchecas — em agências de propaganda do regime stalinista.

O produtor executivo do filme, Robert Redford (que sempre inicia os festivais discursando longamente sobre a importância da liberdade artística), foi obrigado a exibir o filme para Fidel Castro e para a viúva de Che (que chefia o Centro de Estudos Che Guevara, em Cuba) antes de seu lançamento oficial, para ver se ambos aprovariam o resultado.  Até onde se sabe, não houve gritos e protestos de “censura!” e “vendido!” para Redford.

As tietes de Che são muitas e variadas.  Christopher Hitchens, por exemplo, se maravilha com a “indomável rebeldia” de Che e nos assegura em seu mesmo artigo no New York Times que “Che não era um hipócrita”.  “1968 na verdade começou em 1967, com a morte de Che”, reconta Hitchens.  “Sua morte significou muito pra mim, e para muitos como eu, na época.  Ele era um modelo para todos”.

Johnny Depp gosta de ostentar o rosto de Che em seus pingentes, blusas e bandanas.  Tivesse ele nascido duas décadas antes em Cuba e tentasse ostentar esse estilo rebelde que lhe é peculiar, certamente teria sido enviado para um campo de concentração, onde seria obrigado a cavar fossos e túmulos — um sistema que foi criado pela primeira vez na América Latina exatamente pelo homem glorificado em seus adornos.

Já o célebre historiador Benicio Del Toro, que acaba de estrelar um filme no papel de seu herói, diz que “Che foi um daqueles caras que falavam e faziam.  Era coerente.  Sempre tem algo de cool em pessoas assim.  Quanto mais vou conhecendo Che, mais o respeito”.

Aparentemente Del Toro se entusiasmou tanto com a imagem cool de Che que esqueceu-se de examinar seu histórico, como comprova esse constrangedor vídeo em que uma jornalista cubana radicada em Miami humilha Del Toro, expondo toda sua ignorância sobre o passado de Che.

Nenhuma pessoa em seu perfeito juízo vestiria uma camiseta estampando o rosto de Che.  E nenhuma pessoa decente toleraria essa camisa em seus arredores.  Porém, a gravura de Che Guevara é considerada a imagem mais reproduzida do século, embelezando desde camisetas e pôsteres, até biquínis e skates, passando por celulares e fraldas.  Hollywood o glorifica em grandes produções e a revista Time o celebra como um ícone da mesma grandeza de Madre Teresa.

Quem foi Che Guevara?

Mas como um sujeito horrendo, vazio, estúpido, sádico e epicamente idiota conseguiu um status tão icônico?

A resposta é que esse nômade psicótico e completamente inexpressivo chamado Ernesto Guevara teve a magnífica sorte de associar-se ao maior assessor de imprensa da história moderna, Fidel Castro, que por meio século sempre foi capaz de manter toda a imprensa mundial diligentemente à espera de diretivas, correndo para ele a cada chamado seu, como pombos treinados.  Caso Ernesto Guevara De La Serna y Lynch não tivesse se juntado a Raul e Fidel Castro na Cidade do México naquele fatídico verão de 1955; caso ele não tivesse se associado, um ano antes, a um exilado cubano na Guatemala chamado Nico Lopez, que mais tarde o apresentou a Raul e Fidel Castro na Cidade do México; tudo indica que Ernesto continuaria vivendo sua vida de viajante vagabundo, mendigando e molestando mulheres, dormindo em albergues inabitáveis e escrevendo poesia ilegível.

“Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”, escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957.  “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”, escreveu logo depois.   O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate; o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados.

“Quando você via aquele olhar extasiado em sua face, enquanto as vítimas eram amarradas aos postes e logo em seguido estouradas”, disse a esse escritor um ex-prisioneiro político, “você percebia que havia algum distúrbio seriamente grave em Che Guevara”.  De fato, a única façanha genuína na vida de Che Guevara foi o homicídio em massa de homens e garotos indefesos.  De sua própria arma, dezenas morreram.  Sob suas ordens, milhares foram aniquilados.  Em tudo o mais que fez, Che fracassou abismalmente, até hilariamente.  (Em um episódio cômico, durante a invasão da Baía dos Porcos, Che e seus homens estavam em um lugar completamente diferente da parte da ilha em que estava ocorrendo a ação.  Mesmo assim, alguns exilados cubanos mandaram em sua direção um pequeno barco carregado de fogos de artifício, uma mera tática de distração.  O despreparado Che, liderando seus homens para uma ofensiva contra um barco completamente vazio, conseguiu a façanha de atirar em si próprio, acertando sua mandíbula.  Deve ser um caso raro de um soldado que se fere sozinho com sua arma quando não há inimigo algum por perto…)

Seus escritos revelam um jovem severamente problemático.  “Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue.  Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”

O termo “ódio” era uma constante em seus escritos: “Ódio como um elemento de luta”;  “um ódio que é intransigente”; “um ódio que é tão violento que impulsiona um ser humano para além de suas limitações naturais, fazendo dele uma violenta e fria máquina de matar.”

Dentre suas perturbadas fantasias, a mais proeminente era a implementação de um reino continental stalinista.  Para atingir esse ideal, o jovem problemático almejava “milhões de vítimas atômicas”.

O perturbado jovem argentino também era arredio e desprezava todos ao seu redor: “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”.

Felizmente para ele, quando ainda era um vagabundo na Cidade do México, teve a sorte de encontrar um homem cujo julgamento sobre a psique humana era extremamente perspicaz.  Este homem, um exilado cubano, diagnosticou corretamente a psicose do argentino e fez uma “intervenção” no momento certo, canalizando os talentos e anseios deste jovem problemático para fins considerados construtivos pela intelligentsia mundial: o estabelecimento do stalinismo.

Rapidamente o argentino se viu lucrativamente empregado em Cuba.  Seu intenso desejo por sangue foi amplamente satisfeito no extermínio de cubanos anticomunistas, uma espécie mamária que os iluminados de todo o mundo consideram uma peste insuportável.

De início, o perturbado jovem argentino assumiu o papel de principal executor dos homicídios em massa de cubanos indefesos, estraçalhando os crânios de suas vítimas — que jaziam convulsionadas no chão — com tiros de sua própria pistola.  Mas dado o aumento no volume de serviço, a tarefa acabou se tornando fatigante, o que fez com que o argentino designasse alguns capangas cubanos para o trabalho, facilitando dessa forma a matança em série.

Não que ele tenha se distanciado da carnificina.  Na realidade, ele se deliciava tanto com o processo que uma janela especial foi construída em seu escritório, permitindo que ele visse e se regozijasse com a orgia sangrenta no campo logo abaixo de sua janela.

Em um famoso discurso em 1961, Che denunciou o “espírito de rebeldia” como sendo algo “repreensível”.  “A juventude deve abster-se de questionar de modo ingrato as ordens governamentais”, ordenou Guevara.  “Em vez disso, ela deve se dedicar completamente aos estudos (marxistas), ao trabalho (para o governo) e ao serviço militar (para matar os desobedientes)”.

E ai daqueles jovens “que ficarem acordados até tarde da noite e chegarem atrasados para o trabalho (forçado pelo governo)”.  Os jovens, escreveu Guevara, “devem aprender a pensar e a agir como uma massa única”.  “Aqueles que escolherem o próprio caminho” (como deixar o cabelo crescer e ouvir música imperialista ianque) serão denunciados como “dejetos” e “delinquentes”.  Em seu famoso discurso, Che Guevara até mesmo jurou “fazer com que o individualismo desapareça de Cuba!  É criminoso pensar como indivíduos!”

Dezenas de milhares de jovens cubanos aprenderam que as ameaças de Che Guevara eram mais do que mera linguagem bombástica.  Centenas de soviéticos do KGB e “consultores” da STASI da Alemanha Oriental, que inundaram Cuba no início da década de 1960, encontraram em Guevara um acólito extremamente zeloso.  Já em meados dos anos 60, o crime de se parecer com um “roqueiro” ou ter um comportamento efeminado fez com que a polícia secreta cubana retirasse das ruas e parques de Cuba milhares de jovens e os jogassem em campos de concentração que tinham os dizeres “O Trabalho Fará de Você um Homem” em seu portão principal, bem como homens com metralhadoras localizados estrategicamente em torres de observação.  As iniciais desses campos eram UMAP, mas eles em nada diferiam de um GULAG.

Cuba antes da revolução

O mito popular é que Cuba era um país com uma economia desintegrada e que Fidel melhorou a vida dos cubanos.  Será?

Nos meses seguintes à revolução cubana, por exemplo, o economista tcheco Radoslav Selucky visitou Cuba e tomou um susto:  “Pensávamos que Cuba fosse um país subdesenvolvido que tivesse apenas algumas refinarias de açúcar!”, escreveu quando voltou a Praga.  “Mas não!  Quase 25% da força de trabalho de Cuba estava empregada na indústria, onde os salários eram iguais aos salários pagos nos EUA!”

Agora, eis as palavras do próprio Che Guevara em 1961, após retornar a Cuba, junto com seus subordinados, de uma longa viagem ao Leste Europeu: “Não podemos dizer que só vimos maravilhas naqueles países”, admitiu Che.  (Considerando-se a natural propensão do povo cubano para o sarcasmo, é provável que Che tenha dito isso em resposta às zombarias e risadas de seus subalternos, que possivelmente ridicularizaram as — para eles — patéticas condições socioeconômicas das principais capitais do Leste Europeu — as quais Cuba deveria emular!)

“É natural que, para um cubano do século XX, acostumado a todos os luxos que o imperialismo lhe deu”, escreveu Che Guevara, “muito do que ele viu (no Leste Europeu) parecesse-lhe algo típico de países subdesenvolvidos”.

Mas não se intimide!  Logo após se tornar ministro da economia de Cuba, Guevara já tinha planejado como tirar aquele sorriso de escárnio do rosto dos cubanos.

Como o Czar da economia cubana, Che transformou uma nação que tinha uma renda per capita maior do que metade dos países da Europa, a menor taxa de inflação do Ocidente, uma classe média maior que a da Suíça, um enorme fluxo de imigrantes e cujos trabalhadores desfrutavam a oitava maior taxa salarial do mundo, em uma nação que causa repúdio até nos haitianos.  E isso mesmo após receberem abundantes subsídios dos soviéticos, cujo total foi igual a dez Planos Marshall (isso para uma nação de apenas 6,4 milhões de habitantes) — um feito econômico que desafia não somente as leis econômicas mas que também parece desafiar a física.  Se tem uma coisa com que os exilados cubanos concordam inteiramente com Fidel e Che é que eles são ícones do Terceiro Mundo.  Afinal, ambos certamente conseguiram o feito aparentemente impossível de converter Cuba em uma nação do Terceiro Mundo.

Utilizemos agora um estudo da ONU (ninguém menos!) sobre Cuba, de 1958.  “Cuba possui uma enorme vantagem em sua integração nacional — em comparação aos outros países da América Latina — por causa de sua enorme e homogênea base de imigrantes espanhóis brancos.  A pequena população negra de Cuba também é culturalmente integrada.  Aqueles modos de produção feudal que existem no resto da América Latina não existem em Cuba.  O camponês cubano não se parece com o camponês do resto da América Latina, que está preso à terra, é tradicionalista e se opõe às inovações que o levariam a uma economia de mercado.  O camponês cubano, em todos os aspectos, é um homem moderno.  Ele possui um nível educacional e uma familiaridade com métodos modernos que não é vista no resto da América Latina”.

Outra verdade escondida: “os trabalhadores pobres” não tiveram participação alguma na Revolução Cubana.  A rebelião anti-Batista foi liderada e composta predominantemente por membros da classe média cubana, principalmente da classe média alta.  Em agosto de 1957, o movimento rebelde liderado por Fidel organizou uma “Greve Nacional” contra a ditadura de Batista — e ameaçou matar os trabalhadores que aparecessem para trabalhar.  A “Greve Nacional” foi completamente ignorada.

Outra greve foi organizada para o dia 9 de abril de 1958.  E novamente os trabalhadores cubanos ignoraram solenemente seus “libertadores”, comparecendo em massa para trabalhar.

Eis um outro relatório, agora da UNESCO, sobre Cuba, em 1957: “Uma característica da estrutura social de Cuba é sua grande classe média“, começa o relatório.  “Os trabalhadores cubanos são mais sindicalizados (proporcionalmente à sua população) do que os trabalhadores americanos.  O salário médio para uma jornada de 8 horas diárias em Cuba em 1957 é maior do que para os trabalhadores da Bélgica, Dinamarca, França e Alemanha.  A mão-de-obra cubana recebe 66,6% da renda interna bruta.  Nos EUA, esse valor é de 70% e na Suíça, 64%.  44% dos cubanos são atendidos pela legislação social, uma porcentagem maior que a dos EUA.”

Em 1958, Cuba tinha uma renda per capita maior que a da Áustria e do Japão.  Os trabalhadores da indústria cubana recebiam o oitavo maior salário do mundo.  Na década de 50, os estivadores cubanos ganhavam mais por hora do que seus equivalentes em Nova Orleans e em São Francisco.  Cuba já havia estabelecido a jornada de 8 horas diárias em 1933 — cinco anos antes de Roosevelt e seu New Deal imporem a mesma regra.  E mais: um mês de férias pagas.  As tão aclamadas (pela esquerda) socialdemocracias da Europa só conseguiram implementar esse sistema 30 anos depois.

A mortalidade infantil em 1958 era a 13ª mais baixa — não da América Latina ou do Ocidente, mas do mundo.  O analfabetismo já estava quase erradicado.  Cuba era o país que mais gastava (23% do orçamento) com educação pública em toda a América Latina.  Mais ainda: os cubanos não eram apenas alfabetizados; eram também cultos.  Podiam ler George Orwell e Thomas Jefferson, bem como a arrebatadora sabedoria e cintilante prosa de Che Guevara.

rebelião anti-Batista (e não revolução), como dito, estava apinhada de universitários e profissionais liberais.  Advogados desempregados abundavam (Fidel Castro, por exemplo).  Observe a composição do primeiro gabinete da “revolução camponesa”, composta pelos líderes do movimento anti-Batista: 7 advogados, 2 professores universitários, 3 estudantes universitários, 1 médico, 1 engenheiro, 1 arquiteto, 1 ex-prefeito e coronel que desertou do exército de Batista.  Um grupo notoriamente “burguês”, como poderia dizer Che.

Já em 1961, entretanto, operários e campesinos formavam a grande maioria dos rebeldes anti-Castro, principalmente as guerrilhas das montanhas Escambray.  Quem é que já ouviu falar de camponeses pobres lutando contra seus benfeitores Fidel e Che?

Antes de Castro tomar o poder, Cuba recebia mais imigrantes (principalmente da Europa) em proporção à sua população do que os EUA.  E mais americanos viviam em Cuba do que cubanos viviam nos EUA.  Ademais, naquela época, pneus, barris e caixas de isopor eram apenas isso, e não itens estimados no mercado negro para serem utilizados como dispositivos de flutuação marítima, sujeitando seus usuários — ingratos que fogem de seus libertadores — a tubarões e intempéries da natureza.

Em 1958, Cuba passava por uma rebelião, não uma revolução.  Os cubanos queriam mudanças políticas e não um cataclisma socioeconômico.

É uma questão de história o fato de que em janeiro de 1959 os EUA deram seu reconhecimento diplomático ao regime de Fidel/Che mais rapidamente do que reconheceram o de Batista em 1952.  Os arquivos do Departamento de Estado americano também mostram que os EUA impuseram um embargo de armas ao governo Batista e se recusaram a enviar armas pelas quais o governo cubano já havia pagado.  Os arquivos oficiais também documentam que o embaixador americano Earl T. Smith avisou pessoalmente Batista que ele não mais tinha o apoio do governo americano, que recomendava fortemente que ele deixasse Cuba.  Batista teve seu asilo político negado nos EUA.

Em 2001, em uma visita a Havana para uma conferência com Fidel Castro, Roberto Reynolds, o agente da CIA para o Caribe, responsável pelo gerenciamento da Revolução Cubana entre 1957 e 1960, declarou orgulhosamente que “Eu e toda a minha equipe éramos fidelistas”.

Robert Weicha, ex-agente da CIA lotado em Santiago de Cuba declarou que “Todos na CIA e todos no Departamento de Estado eram pró-Castro, exceto o embaixador Earl Smith.”

Não obstante, você aprendeu em seus livros de história que “Che Guevara ajudou a derrubar o ditador cubano Fulgencio Batista, que era apoiado pelos EUA”.

A Cuba de Fidel

A influência que Fidel Castro exerce sobre a intelligentsia só pode ser descrita como mágica, o que torna qualquer avaliação pública de seu regime por esses iluminados completamente despida de lógica.  A saber:

Ele encarcerou e torturou a uma taxa maior do que Stalin e se recusa (diferentemente da África do Sul do apartheid, do Chile de Pinochet e da Nicarágua de Somoza) a permitir que a Anistia Internacional ou a Cruz Vermelha inspecionem suas prisões.  Não obstante, Cuba ocupou a cadeira do Comitê de Direitos Humanos da ONU, e quando de sua visita a Nova York como o palestrante principal em 1995, a revista Newsweek aclamou Castro como “O Ticket Mais Quente de Manhattan”, e a Time disse que ele era “A Celebridade de Manhattan”, em referência ao enxame de pessoas da alta sociedade que o rodeavam e bajulavam pedindo autógrafos.

Seu código penal ordena 2 anos de prisão para qualquer um que seja ouvido fazendo uma piada qualquer sobre ele.  Não obstante, Jack Nicholson e Chevy Chase constantemente cantam-lhe glórias.

Ele aboliu o habeas corpus e o seu principal executor (o próprio Che Guevara) declarou que “evidências jurídicas são um arcaico detalhe burguês”.  Não obstante, a Escola de Direito de Harvard convidou-o como palestrante de honra e constrangedoramente irrompia em aplausos estrepitosos e ovações tumultuadas a cada três frases dele.

Ele expulsou uma maior porcentagem de judeus de Cuba do que o Czar Nicolau da Rússia.  Entretanto, o fundador da Shoah Foundation, Steven Spielberg, considera o jantar que teve com Fidel “as oito horas mais importantes da minha vida”.

Ele é o filho de um soldado europeu, branco como o lírio, que forçosamente derrubou um governo cubano em que negros ocupavam os cargos de presidente do Senado, ministro da Agricultura, ministro do Exército e Chefe de Estado (Fulgencio Batista, neto de escravos, nasceu em uma choupana com teto de palmeira).  Ele encarcerou um prisioneiro político negro pelo período mais longo da história moderna (Eusebio Penalver, que sofreu mais tempo na masmorra de Castro do que Nelson Mandela sofreu nas masmorras da África do Sul).  Hoje, de toda a população presa na Cuba stalinista/apartheidiana, 90% é composta por negros, ao passo que apenas 9% dos integrantes do partido stalinista dominante são negros.  Ele sentenciou outros negros (Dr. Elias Biscet, Jorge Antunez) a 20 anos de prisão apenas por terem citado frases de Martin Luther King em praça pública.  Não obstante, é tido como herói por negros como Danny Glover, Jesse Jackson e Charles Rangel, que não hesitam em dar-lhes fortes abraços.

Apesar de ter transformado uma nação que tinha uma renda per capita maior do que metade dos países da Europa, a menor taxa de inflação do Ocidente, uma classe média maior que a da Suíça e um enorme influxo de imigrantes em uma nação que causa repúdio até nos haitianos, Colin Powell e o London Times reconhecem “as conquistas sociais da revolução fidelista”.

Hoje, trata-se de um regime que prende qualquer um que tente viajar de uma província de Cuba a outra sem os devidos “papeis” fornecidos pelo estado policial, e que metralha qualquer um que tentar sair do país.

Os feitos de Che

Ernesto “Che” Guevara era o vice-comandante, o carrasco-chefe e o principal contato do KGB em um regime que proibiu eleições e aboliu a propriedade privada.  A polícia desse regime, supervisionada pelo KGB e empregando a tática da “visita da meia-noite” e do “ataque pela manhã”, capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em proporção à população do que Stalin e executou mais pessoas (em uma população de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder do que Hitler (que comandava uma população de 70 milhões) em seus primeiros 6 anos.

O regime que Che Guevara ajudou a fundar confiscou a poupança e a propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e tornou refugiada 20% da população de uma nação até então inundada de imigrantes e cujos cidadãos haviam atingido um padrão de vida maior do que o padrão daqueles que residiam em metade da Europa.  O regime de Che Guevara também destroçou — por meio de execuções, encarceramentos, expropriação em massa e exílio — virtualmente cada família da ilha cubana.  Muitos oponentes do regime podem ser classificados como os prisioneiros políticos mais longevos da história moderna, tendo sofrido no Gulag guevarista — campos de concentração, trabalhos forçados e câmaras de tortura — durante um período de tempo três vezes maior do que Alexander Solzhenitsyn sofreu no Gulag stalinista.

Com apenas uma semana no poder, Che já havia abolido o habeas corpus.  Além de afirmar que evidências judiciais eram detalhes burgueses arcaicos, ele complementava garbosamente dizendo que “executamos por convicção revolucionária!”.  Edwin Tetlow, correspondente do Daily Telegraph londrino em Havana, relatou sobre um “julgamento” em massa orquestrado por Che em que as sentenças de morte já estavam postadas em um quadro antes do julgamento começar.

Ele assinava seu nome como “Stalin II”, professava que “as soluções para o mundo estão atrás da Cortina de Ferro”, e dizia confiantemente que “se os mísseis nucleares tivessem permanecido em Cuba, teríamos disparado contra o coração dos EUA, incluindo Nova York”.  Ele também afirmava que pela vitória do socialismo era válido ter “milhões de vítimas atômicas”.

Imediatamente após marchar vitorioso em Havana, Guevara saqueou e depois se mudou para aquela que provavelmente era a mais luxuosa mansão de Cuba.  O proprietário dela havia conseguido fugir do país após ser caçado por um pelotão de fuzilamento, e o repórter que escreveu sobre a nova casa de Che em um jornal cubano foi ameaçado de morte por fuzilamento.  Um ano depois, milhares de cubanos foram mandados para campos de trabalho forçado sob ordens de Che, tudo baseado em seu desejo de moldar “um novo homem”.

Comemorou efusivamente a invasão soviética e o consequente massacre de milhões de húngaros que resistiram ao imperialismo russo.  De acordo com Guevara, aqueles húngaros que lutavam pela liberdade e resistiam à escravidão eram todos “fascistas e agentes da CIA”.

Apesar de seus fãs dizerem pomposamente que ele foi um médico formado, ninguém até hoje, após inúmeras tentativas, conseguiu localizar qualquer histórico sobre seu diploma de medicina.  Logo após ser capturado na Bolívia, Che admitiu para o comandante da operação, o Capitão Gary Prado, que ele não era médico, mas tinha “algum conhecimento de medicina”.

Dois heróis

Zoila Aguila

Em sua campanha de realocação e concentração de prisioneiros — que apequenava tudo que os britânicos fizeram aos Bôeres — os garbosos comunistas saquearam centenas de milhares de cubanos, despojando-os de suas casas e agrupando-os em campos de concentração no lado oposto de Cuba.  Tive a oportunidade de entrevistar várias dessas famílias “realocadas”.

Uma dessas cubanas, esposa de um trabalhador rural, recusou-se a ser realocada.  Após seu marido, filhos e sobrinhos terem sido todos assassinados pelo Galante Che e seus capangas, ela conseguiu apoderar-se de uma submetralhadora e de um pente de balas e se refugiou nas montanhas.  Ela acabou se tornando uma rebelde.  Os cubanos a conhecem como La Niña Del Escambray.

Ela passou um ano embrenhada nas montanhas, fugindo dos comunistas que varreram todas as localidades à sua procura.  Até que um dia seu suprimento de munição acabou e os vermelhos a capturaram.  Espantosamente, ela não foi executada (Che deve ter tirado um dia de folga), porém, durante anos, La Niña sofreu horrivelmente nas masmorras de Fidel (você pode ler as descrições das torturas aqui).  Após ser solta, refugiou-se em Miami (na década de 60 ainda se podia sair de Cuba).

Você acha que tal história é louvada por Oprah Winfrey?  Acha que Hollywood está interessada em narrá-la, tendo Susan Sarandon no papel principal?  Pense bem: temos aqui um dos temas favoritos dos produtores de Hollywood e das feministas em geral: a mulher brava e lutadora.  Dificilmente uma mulher pode ser mais aguerrida do que Zoila Aguila, seu nome verdadeiro.  Se ela tivesse lutado contra, digamos, Pinochet ou Somoza, certamente Hollywood e os editores de livros estariam dedicando toda atenção a ela.  Mas como ela lutou contra os garotos mais fotogênicos e queridos da esquerda, naturalmente ninguém nunca ouviu falar dela.

Tony Flores

Após chegar a Havana em janeiro de 1959, Che Guevara imediatamente percebeu que o fosso ao redor da fortaleza La Cabaña era uma cova perfeita para jogar seus executados.  Em Babi-Yar, em Kiev, a SS de Hitler teve de cavar suas fossas.  Em La Cabaña, Che Guevara havia encontrado uma já pronta.

Em 1961, um garoto de 20 anos chamado Tony Chao Flores, utilizando muletas e mancando pesadamente, chegou ao local onde seria executado.  Ele já havia tomado 17 tiros de metralhadoras tchecas quando os capangas de Fidel e Che o capturaram.  No caminho para esse seu local de execução, que ficava na velha fortaleza espanhola transformada em prisão e em centro de execução por Che Guevara, Tony foi forçado a descer mancando, sem quaisquer condições físicas e utilizando apenas muletas, uma longa escada feita de pedras esquadradas.  Tony tropeçou, caiu e foi rolando a longa escadaria, até finalmente chegar ao chão, debatendo-se e gritando de dor.  Uma das pernas de Tony, completamente baleada por metralhadoras, havia sido amputada, e a outra estava gangrenada e coberta de pus.  Os guardas fidelistas, gargalhando, foram na direção de Tony para amordaçá-lo para que ele parasse de gritar.

Enquanto eles se aproximavam, Tony cerrou o punho de sua única mão que ainda estava boa.  Quando o primeiro vermelho se aproximou dele — BASH! — Tony deu-lhe um soco bem no olho.

“Nunca consegui entender como Tony conseguiu sobreviver àquela surra”, disse Hiram Gonzalez, testemunha e ex-prisioneiro político, que observou toda a cena de sua cela na prisão de La Cabaña. O aleijado Tony quase foi morto no espancamento que se originou a seguir, que envolveu chutes, socos e golpes de arma.  Até que finalmente seus agressores se levantaram ofegantes, esfregando seus arranhões e machucados.  Eles haviam conseguido amordaçar a boca do garoto, mas Tony conseguiu empurrar os guardas antes que eles conseguissem amarrar suas mãos.  O comandante Guevara ordenou que seus capangas se mantivessem afastados de Tony, ainda no chão e com a boca amordaçada.

Tony começou a rastejar em direção ao já estilhaçado e ensanguentado poste de execução, que estava a uns 45 metros de distância.  Ele foi se arrastando lentamente utilizando suas mãos, enquanto o toco do que restou da sua perna ia deixando um rastro de sangue na grama.  Quando chegou perto do poste, ele parou, virou-se para seus executores e começou a bater no próprio peito.  Os capangas ficaram perplexos.  O garoto aleijado estava tentando dizer alguma coisa.  Mas sua mensagem estava abafada pela mordaça que o ídolo de Benicio Del Toro havia tornado obrigatória para suas milhares de vítimas.

A expressão de dor e os olhos brilhantes de Tony diziam tudo.  Mas ninguém conseguia entender os murmúrios do garoto.  Tony continuava batendo no peito, fechando seus olhos com força por causa da dor intensa oriunda de seu esforço.  Seus executores ficaram nervosos, sem saber o que fazer.  Levantaram e abaixaram seus rifles seguidas vezes.  Olharam para seu comandante, que deu de ombros.  Finalmente Tony levou a mão à sua face e arrancou a mordaça que o garoto propaganda de Del Toro havia mandado pôr nele.

A voz do guerreiro de 20 anos saiu num grito forte: “Atire BEM AQUI!”, urrou Tony para seus boquiabertos carrascos.  Sua voz foi um estrondo e sua cabeça se inclinou para trás como consequência do esforço.  “Bem aqui no PEITO!”, gritou Tony.  “Como um HOMEM!”  Tony rasgou sua blusa, bateu em seu peito e com uma forte expressão de dor gritou para seus embasbacados executores: “Bem AQUI!”.

Em seu último dia de vida, quando estava na prisão, Tony recebeu uma carta de sua mãe: “Meu querido filho, quantas vezes havia lhe falado para não se envolver com essas coisas… Mas eu sabia que minhas súplicas eram em vão.  Você sempre lutou por sua liberdade, Tony, mesmo quando ainda era uma criança.  Portanto eu sabia que você jamais toleraria o comunismo.  Castro e Che enfim pegaram você.  Meu filho, amo você do fundo do meu coração.  Minha vida agora está em pedaços e nunca mais será a mesma.  A única coisa que resta agora, Tony… é morrer como um homem”.

“FUEGO!!!”, gritou Che.  As balas despedaçaram o corpo mutilado de Tony, logo após ele ter chegado ao poste, se erguido por conta própria e encarado resolutamente seus assassinos.  Mas o pelotão de fuzilamento de Che estava acostumado a matar pessoas que estavam de pé.  Por estar sem uma perna, Tony era um alvo mais difícil.  Assim, boa parte da saraivada de balas não acertou o jovem.  Ainda vivo, era a hora do golpe de misericórdia.

Normalmente, um projétil de .45 é suficiente para esmagar um crânio.  De acordo com testemunhas, três foram despejadas no crânio de Tony.  Parece que a mão do carrasco estava tremendo muito.  Mas finalmente conseguiram matá-lo.  O homem que a revista Time aclama como sendo um dos “heróis e ícones do Século” adicionava mais uma vítima à sua coleção.  Mais um inimigo despachado — amarrado e amordaçado, como de costume.

Fidel e Che tinham por volta de 35 anos quando mataram Tony.  De acordo com o Livro Negro do Comunismo, seu pelotão de fuzilamento matou outros 14.000 guerreiros da liberdade, todos devidamente amarrados e amordaçados.  Muitos (talvez a maioria) de suas vítimas eram jovens por volta de 20 anos.  Alguns eram ainda mais novos.

O fim de Che

Durante todo esse processo, o argentino estava ajudando seu mentor cubano a estabelecer um controle feudal e pessoal que se comprovaria bastante duradouro.  Porém, o que pouco se comenta é que a utilidade do argentino para seu mentor não era absolutamente nada duradoura — e logo seu “martírio” passou a ser habilmente planejado.

Pena que Del Toro e Steven Sorderbergh, diretor de seu novo filme Che — O Argentino, não tenham entrevistado os ex-funcionários da CIA que revelaram a esse escritor como o próprio Fidel Castro, por meio do Partido Comunista Boliviano, constantemente informava a CIA sobre os paradeiros de Che na Bolívia.  As diretivas de Fidel para os comunistas bolivianos em relação a Che e seu bando eram claras. “Nem mesmo uma aspirina”, instruiu o líder máximo de Cuba a seus camaradas bolivianos, o que significa que os comunistas da Bolívia estavam proibidos de auxiliar Che de qualquer forma — “nem mesmo com uma aspirina”, caso Che reclamasse alguma dor de cabeça.

Ainda antes da Revolução, quando estavam em um barco decrépito navegando nas águas turbulentas que ligam Yucatán até a província Oriente, em Cuba, um dos rebeldes encontrou Che caído inconsciente na cabine do barco.  Ele correu para avisar o Comandante: “Fidel, parece que Che está morto!”

“Bom, se ele está morto”, respondeu Castro, “então joguem-no ao mar”.  Na verdade, Guevara estava sofrendo dos efeitos combinados de um enjôo marítimo e um ataque de asma.  Che nunca foi considerado um membro inestimável por Fidel.

Mais do que sua crueldade, megalomania e estupidez épica, o que mais distinguia Ernesto “Che” Guevara de seus companheiros era sua manhosa covardia.  Suas tietes podem ficar zangadas o quanto quiserem, bater a porta do quarto, cair na cama, espernear e chorar abraçadinhas com o travesseiro, mas o fato é que Che se entregou voluntariamente ao exército boliviano e a uma distância segura.  Foi capturado em ótimas condições físicas e com sua arma completamente carregada.

Um dia antes de sua morte na Bolívia, Che Guevara, pela primeira vez em sua vida, finalmente enfrentou algo que podia ser adequadamente chamado de combate.  Então ele ordenou a seus guerrilheiros que não cedessem um milímetro, que lutassem até o último suspiro e até a última bala.

Com seus homens fazendo exatamente o que ele ordenou (lutando e morrendo até a última bala), um Che ligeiramente ferido evadiu-se do tiroteio e se entregou com um pente cheio de balas em sua pistola, enquanto choramingava manhosamente para seus capturadores: “Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!”

E então ele rebaixou-se desavergonhadamente, tentando desesperadamente se engraçar: “Qual é o seu nome, meu jovem?”, perguntou Che a um de seus capturadores. “Ora, mas que nome bonito para um soldado boliviano!”

E mais tarde: “E então, o que eles vão fazer comigo?”, perguntou Che ao capitão boliviano Gary Prado.  “Não creio que irão me matar.  Certamente sou muito mais valioso vivo…  E o senhor, capitão Prado”, adulou Che, “o senhor é uma pessoa muito especial… Andei conversando com alguns de seus homens.  Todos lhe têm em alta estima, capitão!  E não se preocupe, tudo isso aqui acabou.  Nós fracassamos.”  E então, para adular ainda mais, “seu exército nos perseguiu muito obstinadamente … agora, será que o senhor por favor poderia descobrir o que eles planejam fazer comigo?”

O prazer que Che Guevara tinha em matar cubanos só era possível porque esses cubanos estavam completamente indefesos no momento.  Amarrados e vendados, de preferência.  E dessa forma eles eram alinhados de frente para o pelotão de fuzilamento e executados.  Porém, quando o cenário se alterou e as armas de fogo estavam em posse de outros, o argentino tremeu de medo.

Compare a morte de Tony Chao Flores — “Atire bem aqui! Como um homem!” — com a captura de Guevara:  “Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!”

E então pergunte a si próprio: quem deveria ter sua face exposta em camisetas vestidas por jovens que gostam de fantasiar, se imaginarem rebeldes, bravos e adoradores da liberdade?  Quem merece um filme de Hollywood?

Só o capitalismo pode fazer com que a ganância e o egoísmo melhorem a vida das pessoas

A caridade é essencial, mas não elimina a pobreza; só o capitalismo o faz

O setor privado e suas empresas são frequentemente retratados como sendo rudes e cruéis. De acordo com a narrativa popular — a visão de mundo típica de Charles Dickens —, o setor privado é repleto de avarentos insensíveis que dão mais valor ao lucro do que ao povo.

Esse retrato está em profundo contraste com a bondade e o altruísmo das instituições de caridade, das entidades sem fins lucrativos e dos governos, os quais supostamente existem e foram criados para ajudar o povo. A caridade, em particular, é vista como sendo eticamente superior aos negócios do setor privado e da livre iniciativa. Afinal, o que poderia causar um maior impacto no mundo do que dar aos necessitados?

Essa visão do mundo, obviamente, é míope. Embora seja verdade que a caridade ajuda as pessoas, o setor privado e a livre iniciativa fazem uma contribuição muito maior à humanidade. Praticamente todos os aumentos no padrão de vida da sociedade ocorreram por causa do simples comércio; e são os pobres, em especial, os que mais se beneficiam. 

Para entender por quê, é necessário examinar as diferentes fórmulas sob as quais a caridade e o setor privado operam.

A criação de riqueza vem antes

Caridades lidam com a redistribuição de riqueza: elas coordenam a transferência do “excedente” de algumas pessoas para suprir a “escassez” de outras.  Os negócios do setor privado, por outro lado, lidam com a criação de riqueza por meio da produção e venda de bens e serviços que as pessoas querem e desejam.

Sem essa anterior criação de riqueza, as instituições de caridade não teriam nada para distribuir. Na nossa atual situação de pujança, é fácil nos esquecermos de que a pobreza é o estado natural da existência humana. A riqueza não é encontrada pronta na natureza; ela tem de ser criada e transformada, e esta é precisamente a função dos capitalistas e empreendedores. 

Capitalistas e empreendedores são a força que nos retiram do estado brutal da natureza — a pobreza — e nos elevam à pujança. Todos os casos de pobreza têm a mesma solução: a cura não está na distribuição de riqueza, mas sim na criação de riqueza. E isso não é um argumento meramente teórico. Ele pode ser testemunhado em todos os pontos do globo.

Quanto mais pesquisamos, mais claro tudo se torna. 

Pense, por exemplo, na máquina de lavar. Trata-se de um recurso que consideramos trivial e ao qual não damos a devida importância. Mas a máquina de lavar mudou as vidas de centenas de milhões de pessoas. Não é nenhum exagero dizer que seu inventor mudou o curso da história. 

Como? 

Reduzindo dramaticamente a quantidade de trabalho manual necessário para fazer a lavagem das roupas sujas. Milhões de pessoas ao redor do globo — mulheres, em especial — foram liberadas da faina de ter de despender várias horas semanais perante um tanque tendo de lavar manualmente as roupas da família. Com a invenção da máquina de lavar, essas mulheres passaram a poder dedicar mais tempo a outros afazeres, como dar mais atenção aos filhos.

Façamos uma estimativa bastante conservadora e digamos que a máquina de lavar poupa cinco horas de trabalho por semana. Se 100 milhões de pessoas possuem uma máquina de lavar, então 500 milhões de horas de trabalho são poupadas por semana — um número tão grande que é difícil sequer imaginá-lo. São 500 milhões de horas que agora podem ser aplicadas em outras funções mais prementes, como: adquirir educação e cultura, passar mais tempo com a família, trabalhar e adquirir renda, fazer serviços voluntários etc.

O impacto da criação de riqueza e do empreendedorismo sobre as pessoas é enorme, ainda que o engenheiro que criou a máquina de lavar tenha sido uma pessoa egoísta. E essa é a beleza do capitalismo. Talvez a única motivação do criador da máquina de lavar tenha sido ganhar dinheiro. Pode até ser que ele tenha bondosamente pensado “Puxa, gostaria muito que as mulheres não tivessem de gastar tantas horas da semana lavando roupa. Vou inventar algo!”, mas isso é improvável. De qualquer maneira, o resultado foi o mesmo. O mundo mudou por causa da sua invenção.

O comerciante que encomenda e revende máquinas de lavar, os engenheiros que inventam novos e melhores modelos, os empreendedores e capitalistas do ramo siderúrgico que descobrem maneiras mais baratas de criar as matérias-primas essenciais para a fabricação da máquina de lavar — todos eles contribuem para um aumento exponencial no padrão de vida das pessoas.

O empreendedorismo e seus efeitos propagadores

Os benefícios do empreendedorismo não apenas são imediatos, como também criam um efeito borboleta. 

Considere o que ocorre com crianças que nascem em famílias que possuem máquinas de lavar. Elas, também, se beneficiam do fato de suas respectivas mães terem mais tempo livre. Elas podem ser mais bem cuidadas e mais bem educadas. Com mais tempo livre, suas mães podem até trabalhar fora e ajudar no orçamento da família, o que permite que a criança vá a uma boa escola e até mesmo se torne um engenheiro ou empreendedor. Quem sabe? Talvez a invenção da máquina de lavar tenha dado uma contribuição essencial para a cura de várias doenças. Afinal, as crianças que crescerem e se tornaram médicas tiveram de ter um padrão de vida alto o bastante que as permitisse cursar uma boa universidade de medicina.

Mas os efeitos propagadores não param por aí. Pense nos indivíduos que são salvos pelo médico que faz cirurgias complexas. Eles, e suas famílias, também se beneficiaram da existência da máquina de lavar, e, consequentemente, poderão continuar trabalhando e produzindo ainda mais para o resto da sociedade.

Fenômeno idêntico aconteceu com várias outras criações capitalistas, como o micro-ondas (que reduziu o tempo de preparo dos alimentos), o automóvel e o avião (que reduziram o tempo de deslocamento), o computador (que aumentou a produtividade), a alimentação fora de casa (que reduziu enormemente o tempo gasto no preparo dos alimentos em casa) e, ainda recente, o advento dos tablets e smartphones, os quais fazem com que você tenha, literalmente à palma da mão, todo o conhecimento disponível no mundo, bem como acesso a lazer e entretenimento. Você pode ler todos os livros em seu smartphone, assistir a todos os filmes na comodidade de sua casa, sob demanda, e ainda tem acesso a amenidades como GPS e serviços de transporte, os quais ajudam a poupar tempo perdido em deslocamentos.

Tudo isso permitiu que menos tempo fosse despendido em atividades mecânicas e, consequentemente, gerou mais tempo para ser investido na busca por conhecimento e eficiência, o que gerou para terceiros efeitos benéficos impossíveis de serem mensurados.

Em outras palavras, a criação de riqueza é exponencial, e literalmente muda o curso da história. Um capitalista ganancioso pode se preocupar apenas consigo próprio, mas as invenções que ele financia, bem como sua eficiência, acabam beneficiando a sociedade de uma maneira extraordinária.

Agora, compare isso à caridade. Dar uma máquina de lavar ou um smartphone para uma pessoa irá mudar a vida dela, sem dúvida nenhuma. E certamente criará benéficos efeitos propagadores.  Mas criar uma máquina de lavar e um smartphone — ou inventar uma máquina e um smartphone melhores — é o que muda o mundo. 

Até mesmo suprir as indústrias com as matérias-primas necessárias para a construção da máquina de lavar e do smartphone muda o mundo. Os trabalhadores das mineradoras, ou mesmo a garçonete que serve o almoço para esses trabalhadores, estão diretamente envolvidos nesse processo de retirar as pessoas da pobreza.

Isso não diminui o papel da caridade; ela também desempenha uma função valiosa. Se você é como eu — se você não é um engenheiro ou um empreendedor —, então a caridade é uma maneira essencial de ajudar o seu semelhante. Nem todo mundo tem as habilidades necessárias para criar uma nova invenção ou para se tornar um empreendedor de sucesso. Mas isso não as impede de fazer uma diferença positiva para mundo. 

Entretanto, temos de ser realistas: uma doação para uma instituição de caridade não cria os mesmos efeitos propagadores que vender comida boa e barata — ou vender máquinas, utensílios domésticos e aparelhos eletroeletrônicos — para todos.

Conclusão

Várias verdades econômicas funcionam desta maneira. Somos rápidos em elogiar aquilo que vemos — uma instituição de caridade que distribui comida para os miseráveis —, mas negligenciamos ou até mesmo condenamos aquilo que não vemos: todo o trabalho e cooperação que foram necessários para produzir e distribuir comida. O agricultor, o açougueiro, o caminhoneiro, o cozinheiro, o engenheiro, o empreendedor e o capitalista também deveriam ser louvados pelo seu trabalho que possibilitou a existência daqueles pratos de comida que agora saciam os esfomeados. 

Sem tais pessoas, não haveria nenhum excedente de comida para que a instituição de caridade aplacasse a fome dos necessitados.

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O artigo abaixo foi originalmente publicado em setembro de 2015 e segue sem absolutamente nenhuma alteração.

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Não, não foi a China. A China ajudou, é claro, mas a China nem de longe explica toda a nossa economia.

O forte crescimento econômico da China durante toda a década de 2000 de fato fez com que aquele país se tornasse um voraz e insaciável consumidor do minério de ferro e da soja produzidos no Brasil. Tal fenômeno explica, e muito, os bons resultados obtidos no Brasil pelo setor da mineração e da soja, bem como os bons resultados de todas as cadeias produtivas associadas aos setores da mineração e da soja, como o de maquinário agrícola e de caminhões. 

Mas nem de longe a China explica toda a economia brasileira. Para se ter uma ideia, de tudo o que o Brasil exporta para a China, os produtos manufaturados não chegam nem a 5%. Isso significa, por exemplo, que a indústria brasileira — que cresceu forte no período 2004 a 2011, e entrou em retração em 2012 — nem de longe tem a China como principal cliente. 

Os setores de maquinário agrícola (para a colheita da soja), de maquinário pesado (para as mineradoras) e de caminhões (para fazer o transporte da soja e do minério) de fato se beneficiam da expansão chinesa, mas estes setores não explicam toda a economia brasileira.

A renda das pessoas crescendo anualmente, shoppings lotados e restaurantes com filas de espera, aeroportos abarrotados, pobres podendo pagar passagens de avião, pobres se tornando classe média, empregadas domésticas tendo aumentos salariais e podendo mandar filhos para a escola, carros zero sendo vendidos em quantidades crescentes, boom imobiliário e apartamentos sendo vendidos ainda na planta, empresas tendo seus estoques prontamente vendidos, novos empreendimentos sendo iniciados diariamente, trabalhadores encontrando empregos a salários nominais cada vez maiores — todos esses fenômenos ocorreram por todo o país e se tornaram corriqueiros no período 2004-2011, mas eles não são explicados pela China.

Ademais, a participação das exportações na economia brasileira é ínfima, não chegando nem a 12% do PIB.  Tal valor só é maior que Afeganistão, Burundi, Sudão, República Centro-Africana e Kiribati. A média global é de 29,8% do PIB.

Ou seja, não foi a China.

Houve um ajuste, mas ele também não explica tudo

Tão logo o governo Lula assumiu o poder em janeiro de 2003, houve um ortodoxo e surpreendente ajuste da economia para corrigir todos os desequilíbrios causados por sua eleição em 2002.  

Vale lembrar que a eleição de Lula e do PT — um partido que até então pregava abertamente o rompimento de “tudo que aí está”, que defendia abertamente a adoção de uma economia socialista, o rompimento de contratos, a estatização dos meios de produção, a reforma agrária na marra, o calote das dívidas interna e externa, o poder ilimitado dos sindicatos, as greves etc. — gerou um clima de total incerteza entre empresários e investidores estrangeiros, de modo que o resultado não poderia deixar de ser outro: a economia vivenciou uma crise gravíssima no final de 2002.

Houve fuga de capitais, o câmbio disparou e o dólar foi a quase R$ 4. Consequentemente, o IPCA, por causa da disparada do câmbio, fechou o ano em 12,5%.

Ninguém tinha confiança em nada, pois o futuro governo não apenas era uma incógnita, como também iria assumir em meio a uma situação econômica muito delicada.

Mas então o governo Lula surpreendeu a maior parte do mercado e nomeou uma equipe econômica tida como ortodoxa e conservadora, liderada por um banqueiro de carreira internacional consagrada, Henrique Meirelles, e por um médico que era visto como um entusiasta da ortodoxia econômica, Antonio Palocci.

O resto da equipe econômica era formada exclusivamente por técnicos, sem nenhum quadro do PT ocupando os grandes cargos. Nomes renomados como Joaquim Levy (sim, o próprio), Marcos Lisboa e Murilo Portugal foram pra Fazenda, ao passo que Alexandre Schwartsman, Ilan Goldfajn e o durão Afonso Beviláqua (que era o terror dos heterodoxos, pois queria um IPCA próximo de 3%) foram para o Banco Central.

A simples nomeação dessa equipe econômica gerou uma surpresa positiva.

E quando essa equipe econômica sinalizou claramente que a política econômica adotada seria baseada no cumprimento de contratos, na liberdade de preços, em uma política fiscal austera, na elevação do superávit primário para 4,25% do PIB (hoje é necessária muita maquiagem contábil pra se chegar a 0,7%), e em uma política monetária dura e restritiva, que seria garantida por um Banco Central que teria total autonomia operacional, a confiança começou a voltar ao mercado. 

O processo, no entanto, não foi indolor.

Em 2003, essa equipe econômica fez um ajuste brutal.  Para conter a disparada do IPCA, a taxa SELIC foi elevada pra 26,50%.

O superávit primário foi de 4,3% do PIB (acima da meta já alta de 4,25%). 

Nos primeiros 6 meses de 2003, que foi o período em que a SELIC ficou em seu valor mais alto, o consumo doméstico chegou a cair 11% . E o desemprego foi para 13%. 

Isso, sim, foi austeridade para espanhol, grego, português, irlandês nenhum botar defeito.

Mas esse ajuste foi tão forte e tão surpreendente — ninguém esperava isso de um governo de esquerda —, que o mercado reagiu muito positivamente, tanto investidores e especuladores estrangeiros quanto empresários e consumidores.

A partir do momento em que houve um ajuste tão forte, e esse ajuste começou a dar resultado, algumas coisas começaram a acontecer.

Primeiro, a inflação de preços acumulada em 12 meses começou a cair rapidamente, indo de 17% para 5,2% em um ano, sendo este o menor valor desde 1999. A rápida queda na inflação de preços e o cenário de estabilidade política e econômica geraram a confiança necessária para o retorno dos investimentos e, por conseguinte, do crescimento econômico. 

Aquela equipe econômica entendia que investimentos só ocorrem quando, além de um mínimo de estabilidade política, a inflação de preços é baixa e as contas do governo estão arrumadas, o que gera previsibilidade e confiança.

Afinal, quando um empreendedor faz um investimento voltado para o longo prazo — quando ele decide construir novas instalações ou ampliar as instalações de sua empresa, ou mesmo quando ele pensa em contratar mão-de-obra —, é crucial que ele tenha um mínimo de certeza a respeito do poder de compra da moeda no futuro, que é quando investimento dele estará pronto e ele começará a auferir as receitas dele. 

O mesmo vale para os consumidores.  Ao verem que seu orçamento está apertado, que seu poder de compra está caindo e que não há perspectiva de melhora, eles acabam sendo obrigados a apertar os cintos e a consumir apenas o essencial.

Quanto ao orçamento do governo, se as contas estiverem em descalabro, os investimentos inevitavelmente serão afetados, pois os empresários e investidores sabem que inevitavelmente haverá aumento de impostos e abolição de isenções para equilibrar o orçamento, o que gerará custos adicionais para as empresas e mudará totalmente o cenário no qual elas inicialmente basearam seus planos de investimentos.

Com o ajuste feito em 2003 e a subsequente estabilização da economia, houve um substancial aumento do investimento, do crédito e da quantidade de pessoas empregadas, as quais não apenas expandiram o mercado de consumo interno, como também aumentaram a plataforma produtora de exportação.

Mesmo no agronegócio, a expansão na maior parte do período 2003-2011 foi baseada em aumento de volumes, produtividade e área plantada.  Isso também foi fruto da estabilidade, da confiança e do aumento dos investimentos.

Mas apenas esse ajuste ainda não explica o crescimento da década.

O primeiro mistério: o crédito disparou, mas os preços se mantiveram relativamente comportados

O fenômeno mais notável dessa estabilização econômica foi o aumento acentuado do crédito, algo até então inédito na história do real.  O crédito disparou porque o nível de confiança aumentou, fazendo com que consumidores passassem a consumir mais e empresários voltassem a investir mais.

Eis o gráfico da expansão do crédito, que começa em 1994, logo na criação do real, e vai até o final de 2011.

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Gráfico 1: expansão do crédito no até o final de 2011

Observe que é justamente em 2004 que a expansão adquire um crescimento exponencial

Vale ressaltar, como já inúmeras vezes explicado por este site, que esse gráfico mostra a quantidade de dinheiro que os bancos (privados e públicos) estão jogando na economia.

No nosso atual sistema monetário e bancário, o processo de expansão do crédito gera um aumento da quantidade de dinheiro na economia. Quando uma pessoa ou empresa pega empréstimo, os bancos criam dinheiro do nada — na verdade, meros dígitos eletrônicos — e simplesmente acrescentam esses dígitos na conta do tomador do empréstimo.  

Ou seja, todo esse processo de expansão de crédito nada mais é do que um mecanismo que aumenta a quantidade de dinheiro na economia.  Explicar o funcionamento do sistema bancário está fora do escopo desse artigo (você pode entender todos os detalhes do sistema bancário neste artigo), de modo que basta dizer que os bancos, quando emprestam dinheiro, criam dígitos eletrônicos do nada, e esses dígitos eletrônicos representam dinheiro. 

Esse processo de expansão do crédito afeta os principais números da economia, como PIB, emprego, renda e inflação de preços. Um aumento da quantidade de dinheiro na economia, gerado pela criação de crédito bancário, faz com que, no primeiro momento, enquanto os preços ainda não foram afetados, aumente o consumo, aumente a demanda por mão-de-obra em todos os setores da economia, aumente o emprego (na indústria, na construção civil, nos setores de serviço, varejista e comércio em geral), aumentem os salários, aumente a renda nominal, e aumente os investimentos.

Mas todo esse processo contínuo só dura enquanto os preços — tanto dos bens e serviços quanto dos salários — se mantiverem relativamente comportados. Caso eles comecem a subir forte, e as injeções de crédito continuem, haverá um aumento ainda mais forte dos preços e dos salários, podendo levar a um grande descontrole inflacionário.

Normalmente, antes de se chegar a esse ponto, o Banco Central — que trabalha com metas de inflação — atua para conter a escalada dos preços. E ele faz isso subindo os juros para desacelerar essa expansão do crédito e, tão importante quanto, para alterar as expectativas inflacionárias das pessoas, fazendo com que os formadores de preço — dentistas, encanadores, advogados, mecânicos, indústrias e comércio — incorporem essa expectativa de que a inflação será controlada e, consequentemente, parem de reajustar seus preços baseando-se nessas expectativas.

Mas o que realmente chama a atenção no período 2004-2011 é que o crédito disparou, a taxa básica de juros (SELIC) controlada pelo Banco Central desabou (de um máximo de 26,50% para um mínimo de 8,75%), e os preços se mantiveram relativamente comportados, com o IPCA acumulado em 12 meses chegando a bater em 2,97% no início de 2007, mesmo com a exponencial expansão do crédito mostrada no gráfico acima.

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Gráfico 2: evolução do IPCA acumulado em 12 meses, de 2003 a 2010

Foi a primeira vez na história do real que isso aconteceu — crédito se expandindo exponencialmente e preços se desacelerando também fortemente. 

Aliás, foi a primeira vez desde 1914 que isso aconteceu.

Embora seja verdade que a estabilidade da economia à época — para ficar numa expressão muito cara aos economistas ortodoxos — tenha ajudado o Banco Central a “ancorar as expectativas inflacionárias dos agentes econômicos”, apenas isso não explica esse descompasso entre, de um lado, expansão exponencial do crédito, salários crescentes e produtividade baixa e, de outro, inflação de preços decrescentes.

Qual o elemento que fecha essa equação aparentemente desequilibrada?

A guerra no Iraque

Foi em março de 2003 que o governo americano iniciou a invasão do Iraque para derrubar Saddam Hussein.  Uma incursão militar que aparentemente seria rápida — a última operação militar americana realizada no Iraque, a Tempestade no Deserto, iniciada em janeiro de 1991, durou menos de 2 meses — acabou se estendendo por quase uma década e custando, tanto financeiramente quanto humanamente, muito mais do que o inicialmente estimado.

E daí?

E daí que, se há algo que a história comprova, é que guerras são péssimas para a moeda dos países envolvidos.  Guerras geram enormes custos militares e extra-orçamentários, os quais são cobertos majoritariamente via endividamento do governo e inflação monetária. O próprio Império Romano teve sua derradeira queda precipitada pela adulteração de moeda. Rússia e Ucrânia vivenciaram um derretimento de suas moedas ao entrarem em conflito recentemente.

Os EUA também não escapam dessa lei econômica. Sua moeda pode não se desintegrar por completo, é claro; porém, enquanto durar o conflito e enquanto este for intenso, a moeda sofre.

As consequências sobre o dólar

Até 2002, o dólar vinha de duas décadas de inabalável robustez. Em 2002, porém, ele começa a perder força, muito provavelmente por causa do início do confronto no Afeganistão (causado, por sua vez, pelos atentados de 11 de setembro). A partir de 2003, com a invasão do Iraque, o dólar entra em queda livre perante todas as outras moedas do mundo. 

O gráfico abaixo — que mostra a evolução do dólar em relação a uma cesta formada pelas principais moedas mundiais — mostra o que aconteceu.

DXY.jpg

Gráfico 3: evolução do valor do dólar perante uma cesta contendo as principais moedas do mundo

Repare que é justamente no período 2003-2011 que o dólar segue em contínuo declínio, chegando à sua mínima em meados de 2011, recuperando-se a partir de 2012, e fortemente a partir de meados de 2014.

A evolução do preço do ouro em relação ao dólar conta a mesma história. Foi em 2003 que a coisa começou a degringolar. O gráfico a seguir mostra a evolução do preço de uma onça (31,1 gramas) de ouro em dólares:

Ouro.jpg

Gráfico 4: preço, em dólares, de uma onça de ouro

Nesse mesmo período, 2003 a 2011, o dólar se desvalorizou acentuadamente em relação a todas as moedas do mundo.

Veja nesses links a desvalorização do dólar em relação ao franco suíço, à libra esterlina (vale ressaltar que o Reino Unido também entrou na guerra no Iraque), ao euro, ao dólar canadense, ao dólar australiano, ao peso chileno, ao peso colombiano, ao sol peruano.

E veja aqui a desvalorização do dólar em relação ao real.

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Gráfico 5: evolução da taxa de câmbio real/dólar

Agora compare a evolução do câmbio acima com a evolução do IPCA abaixo, no mesmo período.

ipca2.png

Gráfico 6: IPCA acumulado em 12 meses, de 2000 a 2015

Nota-se que, de 2003 até 2010, a contínua valorização do real em relação ao dólar — ou, dito de outra forma, a contínua desvalorização do dólar perante o real — ajudou, e muito, a conter a pressão nos preços exercida pela expansão do crédito, pelo aumento da renda e pela baixa produtividade.

Ou seja, de um lado, o crédito se expandia e isso fazia com que a renda, o emprego e o consumo crescessem; de outro, como o preço do dólar caía continuamente, isso fazia com que todos os produtos importados, bem como todos os produtos nacionais cuja produção utilizasse insumos com componentes importados, não subissem de preço.

E esse impacto do dólar é muito maior do que muitos imaginam. Os preços dos remédios (85% da química fina é importada), do pão (o trigo é uma commodity precificada em dólar e é majoritariamente importada), das passagens aéreas (querosene é petróleo, e petróleo é cotado em dólar), das passagens de ônibus (diesel também é petróleo), de todos os importados básicos (de eletroeletrônicos e utensílios domésticos a roupas e mobiliários) e até mesmos os preços dos aluguéis e das tarifas de energia elétrica (ambos são reajustados pelo IGP-M, índice esse que mensura commodities e matérias-primas, ambas sensíveis ao dólar) são afetados pelo dólar.

Também os preços dos alimentos, especialmente as carnes bovina e suína, sofrem impacto direto do dólar. O farelo de soja, por exemplo, é utilizado como ração para bovinos e suínos, e a soja é uma commodity cotada em dólar. Se o dólar fica mais barato, os custos dos pecuaristas para alimentar seus animais ficam mais contidos, o que diminuiu a pressão por repasses de preços.

Ou seja, se o dólar fica continuamente mais barato, não há pressão altista sobre todos esses itens supracitados.  Consequentemente, a expansão do crédito pode durar mais tempo sem gerar carestia generalizada. A renda real das pessoas cresce em decorrência do fato de a expansão do crédito estar gerando um aumento da renda nominal sem um proporcional aumento dos preços.

Nesse cenário, apenas o setor de serviços — que não sofre concorrência externa e que sofrerá um forte aumento de demanda justamente por causa da elevação da renda real das pessoas — tem mais liberdade para aumentar preços. E foi exatamente isso o que aconteceu.

O dólar em contínuo enfraquecimento ajudou enormemente a economia brasileira — e também o governo

Podemos especular sobre as reais causas do enfraquecimento do dólar. 

Teria sido apenas a guerra no Iraque? 

Teria sido a guerra no Iraque em conjunto com a forte expansão do crédito ocorrida nos EUA nesse mesmo período, a qual aditivou a bolha imobiliária no país

Teria a bolha imobiliária sido causada justamente pela desvalorização do dólar em decorrência da guerra no Iraque? Isso é bem possível. Como explicou Mises, uma desvalorização da moeda tende a gerar uma corrida para ativos reais, que e isso pode ter levado à bolha imobiliária americana. As pessoas pegavam empréstimos, compravam imóveis e revendiam a preços ainda maiores. Há quem sustente essa tese de que a bolha imobiliária americana nada mais foi do que uma inevitável reação das pessoas à desvalorização do dólar causada pela guerra no Iraque.

O fato inconteste, no entanto, é que, quaisquer que tenham sido suas causas, a desvalorização do dólar está por trás de todo o boom econômico vivenciado não só pelo Brasil, mas por toda a América Latina na década de 2000.

Em períodos normais — isto é, quando o dólar está forte e estável —, expansões do crédito nos países periféricos tendem a rapidamente gerar carestia, pois tais expansões, além de aumentarem a quantidade de dinheiro na economia, também geram desvalorizações na taxa de câmbio, o que rapidamente obriga os bancos centrais a subirem os juros e abortarem essa expansão do crédito.

Porém, se uma expansão do crédito for acompanhada de uma apreciação da taxa de câmbio — isto é, de uma desvalorização do dólar —, a carestia fica bem mais contida, permitindo assim que a expansão do crédito dure mais tempo e eleve continuamente a renda, o emprego e o consumo, e sem gerar grandes pressões nos preços.

Esse, aliás, é o melhor dos cenários: renda, emprego e consumo aumentam continuamente, mas os preços ficam contidos, o que permite que tal ciclo dure muito mais tempo do que duraria em “épocas normais”.

Mais ainda: com uma contínua expansão do crédito, as receitas do governo também aumentam. Como há mais dinheiro sendo criado, e os preços estão bem comportados por causa do dólar, as pessoas consomem mais, os empresários investem mais e empregam mais, e a renda de todos aumenta. Consequentemente, o governo arrecada mais impostos (tanto sobre a renda quanto os indiretos) e pode se dar ao luxo de aumentar seus gastos, inclusive o salário do funcionalismo público.

Lula surfou, e muito, nesse cenário. 

Um rápido comentário sobre o boom das commodities

Quem também se deu muito bem com a desvalorização do dólar foram as mineradoras.

Há muita confusão a respeito do boom das commodities ocorrido na década passada. Sim, a China influenciou bastante, mas o papel do dólar foi decisivo. O boom das commodities está intimamente ligado ao dólar fraco.  

Todas as commodities (de minério de ferro a petróleo) são precificadas em dólar. Sendo assim, sempre que o dólar está fraco, os preços das commodities estão em alta, e vice-versa. Sempre.

O boom das commodities (principalmente minério e petróleo) na década de 2000 foi “auxiliado” pelo enfraquecimento do dólar. E o atual “arrefecimento” das commodities também está ligado ao fortalecimento do dólar. O gráfico do dólar em relação ao ouro, mostrado acima, ilustra perfeitamente esse fenômeno.

E como as receitas e as dívidas das mineradoras são cotadas em dólar, elas sofrem diretamente esse ciclo econômico gerado pela flutuação do valor do dólar: o enfraquecimento do dólar gera um aumento nos preços do minério, e isso leva as mineradoras a expandirem seus investimentos. Tão logo o dólar se fortalece, as commodities caem de preço e todos esses investimentos expansivos se revelam errôneos. E então cortes de custos — demissões — são feitos.

Vale está passando por isso. As petrolíferas americanas também.

O melancólico fim

Tudo o que se baseia em fundamentos flácidos irá eventualmente desabar. No caso brasileiro, tão logo o dólar começou a se fortalecer em 2012 (vide gráficos 3 e 4), todo o arranjo se esfacelou.

Aquela aparentemente mágica capacidade do governo Lula de fazer com que renda e emprego aumentassem contínua e duradouramente sem gerar carestia foi desmascarada. Tal cenário não mais existe. E nada indica que ele voltará tão cedo.

Por si só, um aumento do dólar já seria o suficiente para desarranjar toda a economia. Porém, os efeitos desse aumento do dólar foram intensificados pelas políticas implantadas pela pavorosa “Nova Matriz Econômica“, a qual surgiu ainda no final de 2008, mas que foi acentuada no governo Dilma Rousseff.

Sem a Nova Matriz Econômica, a grande expansão do crédito teria gerado “apenas” endividamento das pessoas (por causa do crédito farto e barato) e investimentos errados (os quais se revelariam sobredimensionados tão logo a carestia se manifestasse, a renda real estagnasse e ficasse comprovado que não havia demanda para tais investimentos).

Com a Nova Matriz Econômica, porém, os desarranjos foram amplificados. Além do endividamento recorde e dos investimentos errôneos das indústrias, tivemos também disparada nos preços da gasolina e da energia elétrica, grande queda na renda real das pessoas, pedaladas fiscais e desarranjo nas contas do governoperda do grau de investimento, e uma disparada ainda mais intensa do dólar, o que está causando uma carestia generalizada. (Veja tudo isso, em detalhes, aqui).

Os contínuos aumentos dos gastos do governo durante a era Lula — os quais foram possibilitados justamente pela expansão do crédito e do dólar fraco — e que foram amplificados pelas pedaladas fiscais do governo Dilma, estão agora cobrando seu preço. Com as subidas dos juros efetuadas pelo Banco Central, a expansão do crédito desacelerou, levando consigo a renda, o emprego e os salários. Consequentemente, a arrecadação do governo também caiu

Dilma partiu do princípio de que poderia continuar aumentando os gastos no mesmo ritmo de Lula. Mas as receitas do governo secaram. Agora, ela convocou toda a população para pagar a conta de suas pedaladas fiscais e da esbórnia fiscal herdada do governo Lula.

Em simultâneo a tudo isso, há um grande caos no cenário político: Dilma está ameaçada de impeachment por ter se elegido com o dinheiro desviado da Petrobras (segundo os delatores Ricardo Pessoa, Fernando Baiano, Pedro Barusco e Alberto Youssef) e também por ter feito as já famosas pedaladas fiscais no primeiro mandato, o que configuraria crime de responsabilidade fiscal.

E, por se tratar de fatos que envolvem a campanha eleitoral, o então candidato à vice-presidência e atual ocupante do cargo, Michel Temer, também pode ser engolfado pelas denúncias.

Mas não pára por aí: os sucessores diretos da presidente da República — que são o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o do Senado Federal, Renan Calheiros — também estão envolvidos em inquéritos no STF, e podem ser igualmente derrubados.

Ou seja, simplesmente não se sabe quem sobrará inteiro. 

Tudo isso fez o dólar disparar, ironicamente levando o país a viver um cenário exatamente oposto ao da década passada. 

Conclusão

Foi o dólar quem nos entregou uma quimera que durou quase 10 anos, e é ele quem está agora nos trazendo — e sem delicadezas — de volta à realidade.

Nesse atual arranjo de dólar em disparada e de governo totalmente incapaz de cortar seus gastos, a única maneira de o Banco Central entregar uma inflação de preços relativamente tolerável é gerando uma brutal recessão (por meio de juros crescentes) que eleve acentuadamente o desemprego, reduza salários e acabe com a demanda.

Em um cenário de dólar em disparada e de esbórnia fiscal, não há como conter uma carestia sem ser por meio de recessão, desemprego e queda na renda. Apenas essa conjunção de fatores pode impedir um grande repasse cambial aos preços.

Obviamente, nesse cenário, as empresas e os empreendedores ficam asfixiados. Eles pagam cada vez mais caro pelas importações, mas não podem repassar esses custos para os preços. Consequentemente, eles vão se tornando cada vez mais descapitalizados, o que afeta sua capacidade de investimento e de contratação de mão-de-obra.

Desnecessário dizer que tal cenário também não ajuda em nada quem está endividado e desempregado. 

No final, toda a economia foi destruída pelo governo. É o preço do descalabro, o qual foi possibilitado por uma conjuntura externa atípica e que foi erroneamente interpretada à época. Confundiu-se moeda estrangeira fraca com prosperidade nacional eterna, e concluiu-se que os bons resultados obtidos dispensavam o governo de obedecer às irrevogáveis leis da economia. Gastos foram elevados e nenhuma reforma estrutural foi feita.

O mesmo é válido para a América Latina. Não fosse o dólar, não teria como tais países apresentarem bons números apenas na base do populismo.

Tal cenário de bonança pode se repetir? Poder, pode. Caso o próximo presidente dos EUA seja um belicista que enfie o país em novas aventuras militares, ou seja um trapalhão econômico que invente novas heterodoxias, é bem possível. Mas é bom não contar com isso.

Impeachment ajuda? Ajuda muito. Mas se chegamos ao ponto em que a única solução viável é o impeachment, então o estrago foi profundo e não será corrigido com uma simples mudança no líder do executivo.

Quanto a Lula, embora tenha o mérito de ter montado uma boa equipe econômica no seu primeiro mandato, ele deve boa parte de sua popularidade à dupla Bush-Hussein.

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“É incompreensível um pobre ser de direita!”, diz a esquerda — eis as duas contradições desta frase

Quem se opõe a algo que supostamente o beneficia demonstra honestidade e ética

Quando a esquerda não recebe o apoio eleitoral — ou mesmo espontâneo, como passeatas de rua — daqueles indivíduos cujos interesses ela acredita representar, ela rapidamente se entrega ao discurso arrogante e elitista de que o pobre que não a apoia é “burro”, “ignorante” e “alienado”, pois está indo contra seus próprios interesses.

Você próprio pode conferir exemplos práticos disso aquiaquiaqui e aqui.

A lógica é simples: dado que a esquerda supostamente defende o aumento da tributação sobre os ricos para repassar o dinheiro aos mais pobres — tanto diretamente, via assistencialismo, quanto indiretamente, via educação e saúde “públicas” —, então todo pobre, por definição, tem de apoiar a esquerda, que seria composta por superiores seres abnegados e salvadores.

É claro que não é toda a esquerda que adota esta postura de desdém geral pelos indivíduos que “não sabem votar”, mas é recorrente encontrar estes tipos nas redes sociais. (E isso é um fenômeno mundial: na Espanha, uma proeminente figura pública recentemente xingou os trabalhadores que não votam na esquerda espanhola).

Duas premissas discutíveis

Essa afirmação de que um pobre de direita é um tolo — para colocar em tons mais leves — parte de duas premissas extremamente discutíveis.

primeira premissa é a de que “ser de direita” — no caso, defender uma política econômica que não atente contra a livre iniciativa — é prejudicial para os pobres.

segunda premissa é a de que os pobres deveriam votar de acordo com seus interesses diretos, e não de acordo com princípios morais gerais e imparciais.

A primeira pergunta é: seria do interesse dos pobres atentar contra a livre iniciativa? 

No curto prazo, uma política de alta tributação e redistribuição até poderia ser do seu interesse, pois o pobre ganharia renda imediata à custa do confisco do capital que foi imobilizado pelo capitalista. 

No longo prazo, porém, há o alto risco de que o capitalista espoliado deixe de reinvestir esse capital, o que faria com que a economia se descapitalizasse e, consequentemente, fossem reduzidos os investimentos, as contratações e, consequentemente, os salários, o que prejudicaria acima de tudo o mais pobre, que passaria a ter um menor padrão de vida.

Capital e trabalho não são necessariamente fatores substitutivos e concorrentes. Ao contrário: eles se complementam e cooperam para se enriquecer mutuamente. Trabalho e capital não são inimigos; são aliados.

Já a segunda premissa acaba se revelando a mais interessante, pois quem a defende nem sequer se dá ao trabalho de analisar as implicações de sua própria postura, a saber: dizer que um pobre tem de votar na esquerda (porque seus interesses são defendidos pela esquerda) significa equiparar moralidade e justiça a interesse próprio.

Ora, seria possível que os pobres (ou qualquer outra pessoa de qualquer classe social) agissem não exclusivamente por interesses materiais, mas também por critérios mais gerais e abstratos de justiça e moralidade? Para a esquerda, é impossível.

Imagine um pobre que tenha a opção de roubar a carteira de seu vizinho mais rico sem que ninguém possa descobrir, ou mesmo suspeitar. Deveria este pobre efetuar o roubo? Fazê-lo, sem dúvidas, seria uma demonstração de seu interesse próprio: seu bem-estar material aumentaria à custa do de seu vizinho mais rico.

Consequentemente, se justiça e moralidade forem sinônimos de interesse pessoal — como afirma a esquerda para o caso eleitoral dos pobres —, então devemos concluir que sim, este pobre deveria roubar a carteira do vizinho. Mais ainda: se ele não o fizer, será um direitista tolo.

Entretanto, tão logo constatamos que a questão da justiça e da moralidade não está restrita a um estrito interesse material egoísta, deveria então resultar de todo compreensível, e sensato, que este pobre declinará de roubar a carteira do vizinho mais rico. Não é que ele seja um direitista tolo; ele é simplesmente uma pessoa íntegra, honesta e justa para com seu vizinho.

Exatamente o mesmo raciocínio se aplica ao pobre que se opõe a espoliar, por meio do estado, os empresários ou os ricos, mesmo quando este esbulho poderia lhe redundar em um benefício social de curto prazo: quem se opõe a algo que o beneficia porque acredita ser injusto não é um tolo direitista, mas sim uma pessoa que coloca suas convicções à frente de seu interesse próprio. Consequentemente, toda a sociedade está melhor por conviver com uma pessoa íntegra e honesta.

Para concluir

É claro que podemos debater se tais convicções são reais ou se, como parece acreditar a esquerda, derivam de uma falsa consciência da realidade ou de uma falsa “consciência de classe“. No entanto, mesmo nestes casos, o pobre que não vota na esquerda estaria sobrepondo seu ideal imparcial de justiça a seus interesses egoístas — algo que não deveria ser criticado, mas sim aplaudido.

Em vez de insultar os pobres que não se mostram atraídos pela ideia de esbulhar terceiros para repartir o botim, a esquerda deveria tentar persuadi-los da superioridade de suas ideias e valores (os quais têm sido rechaçados). 

O desdém, neste caso, diz muito mais a respeito do desdenhador do que do desdenhado.

Questão de lógica: aumento salarial imposto por governo e sindicatos não pode estimular a economia

Mas pode prejudicar os supostamente beneficiados

No infindável debate sobre reajustes salariais, alguns argumentam que um salário mínimo mais alto fornece um estímulo à economia como um todo. Igualmente, sindicatos alegam que sua política de pressionar patrões a elevar continuamente os salários é benéfica para toda a economia.

Se trabalhadores receberem salários maiores, segue a lógica, irá haver mais dinheiro para gastar, e o aumento do gasto irá turbinar todo o comércio e indústria do país, gerando mais emprego e mais renda para todos, como se fosse um moto-perpétuo.

(Ainda sobre isso, é bastante comum ouvir a imprensa hilariamente dizendo que um aumento do salário mínimo “irá injetar mais dinheiro” na economia — como se empresas e empregadores fossem um Banco Central com capacidade de criar dinheiro do nada e colocar esse dinheiro para circular na economia).

Quando não estão apelando à luta de classes, à teoria da exploração e à mais-valia, sindicalistas e sociólogos defensores de aumentos salariais forçados recorrem à simplória frase de que “Quando há mais dinheiro nas mãos do povo, isso estimula todos os setores da economia”.

Já outros ao menos reconhecem que aumentos salariais forçados geram desemprego para os menos qualificados, aqueles cuja produtividade e valor gerado para o empregador são menores que o valor do novo salário estipulado ou pelo governo ou pelos sindicatos.  Ainda assim, tais pessoas afirmam que “o benefício para aqueles que receberam o aumento salarial e o benefício para a economia trazido pelo aumento no consumo superam as perdas marginais de empregos”.

Mas o fato é que um salário mínimo maior ou aumentos salariais impostos por sindicatos não têm como ajudar a economia.  Eles representam custos adicionais à produção.

Pelo bem do debate, vamos aqui ignorar a perda de empregos gerada por aumentos salariais que superam a produtividade do empregado.  Por mais óbvio que seja o fato de que você não irá pagar R$ 2.498 (salário mínimo mais encargos sociais e trabalhistas) para quem produz menos que isso, deixemos de lado esse detalhe.

Deixemos de lado também o fato de que um eventual aumento no consumo por aqueles que mantêm os seus empregos e agora recebem salários maiores será, pelo menos parcialmente, contrabalançado pela diminuição do consumo daqueles que perderam seus empregos e daqueles que deixaram de ser contratados por causa desse maior custo trabalhista.

Vamos aqui nos concentrar apenas na afirmação de que há um aumento do consumo por aqueles que agora, por imposição do governo e de sindicatos, recebem salários maiores.

O eventual aumento do consumo dessas pessoas equivale um maior consumo geral?

Não, não equivale.

Esse dinheiro adicional que essas pessoas estão recebendo tem de estar vindo de algum lugar.

Para começar, os salários mais altos que agora os empregadores são obrigados a pagar representam um custo de produção maior.  Elevar custos de produção é algo que, por definição, não pode ser benéfico para uma economia.  Trata-se de um dinheiro que empreendedores poderiam utilizar de outra maneira, seja na ampliação de seus investimentos, seja na reposição de seus estoques, seja na manutenção de seus equipamentos e instalações, seja na aquisição de melhore equipamentos, seja na expansão de seus negócios, seja até mesmo no salário de um trabalhador adicional.

Mais gastos salariais impostos por governo ou sindicato significam mais custos operacionais. Mais custos operacionais significam menos lucros líquidos. Menos lucros líquidos significam menos investimentos e menos contratações.  Menos investimentos significam redução da oferta de bens e serviços disponíveis. Menos bens e serviços disponíveis significam aumento de preços. Aumento de preços significa que eventuais aumentos salariais de nada adiantaram.

Igualmente, menos contratações significam mais desemprego. E agora os desempregados estão em um ambiente com mais inflação de preços, pois a oferta de bens e serviços foi reduzida.

Normalmente, a réplica ao raciocínio acima é que o empregador que não concedesse aumentos salariais forçados iria apenas simplesmente embolsar os lucros, sendo ele o único privilegiado.  Outro erro. 

Mesmo que o empregador apenas mantivesse o dinheiro como lucro, ele não iria colocá-lo debaixo de um colchão; ele iria investir, de alguma forma, ou numa conta bancária ou em ações de uma empresa. Nesse caso, o banco normalmente iria emprestar o dinheiro a alguém que iria ou investi-lo ou gastá-lo.  Igualmente, o vendedor de ações iria gastar esse dinheiro de alguma outra forma. Independentemente do que será feito, o fato é que o dinheiro seria gasto.  E aumentar o gasto é exatamente o que querem os defensores de aumentos salariais forçados.

Por isso, aumentos salariais estipulados por governo e sindicatos não aumentam o consumo geral: apenas mudam quem gasta o dinheiro e no que ele é gasto. 

Na melhor das hipóteses, o maior consumo se dá à custa da redução do lucro das empresas.  Lucro esse que poderia ser reinvestido na compra de bens de capital modernos, que aumentariam a produtividade dos trabalhadores, e, consequentemente, seus salários.

A crença que aumentos forçados nos salários aumentam o consumo total é um claro exemplo do erro que Frédéric Bastiat aponta em seu ensaio O que se vê e o que não se vê. O erro aqui é ver apenas o aumento no consumo pelos assalariados que recebem um salário maior, e ignorar a diminuição do consumo e do investimento dos empregadores que têm de pagar salários maiores. O ultimo fenômeno anula completamente o primeiro.

Conclusão

Mesmo que nenhum trabalhador seja demitido, aumentar forçosamente os salários ainda assim causa uma perda geral para a economia, pois se está aumentando os custos de produção.  Custos de produção artificialmente maiores geram redução na produção.

Suponha, por exemplo, que um poderoso sindicato estipule uma elevação salarial.  Suponha também que, quando o salário é elevado, um empregador não demita nenhum funcionário menos produtivo e capacitado.  Seu agora maior custo com esses funcionários pouco produtivos ocorre em detrimento de novos investimentos que poderiam ter sido feitos. Um dinheiro que poderia ter sido gasto na troca de equipamentos e maquinários antigos agora é gasto com salários.

Embora o gasto total na economia tenha se mantido igual, a produção total irá diminuir, pois os empregados agora têm de trabalhar com equipamentos antigos em vez de novos, sendo portanto incapazes de produzir mais. O aumento do salário resultou em menos bens e serviços disponíveis para as pessoas.

Salários artificialmente maiores em conjunto com uma menor oferta de bens e serviços significam preços mais altos e, consequentemente, juros maiores.

Não existe mágica em economia.  O que permite aumentos salariais é uma maior produtividade. E maior produtividade só é possível quando há bens de capital que tornam o trabalho humano mais eficiente e produtivo

Salários maiores estipulados arbitrariamente por governos e sindicatos não têm como melhorar a economia.

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Não, o trabalho duro (sozinho) não garante a prosperidade e não retira ninguém da pobreza

Não é exclusividade da Rússia. Todo estado é formado por oligarcas

E guerras são apenas desentendimentos entre estas oligarquias

Em termos mais generalizados, eis a história padrão da Rússia pós-soviética. 

Durante a era soviética, não havia preços reais por causa da intromissão generalizada e incessante dos socialistas na atividade econômica. Ninguém sabia quanto cada bem ou serviço realmente valia. Nem um pedaço de pão, nem uma mina cheia de urânio. Ludwig von Mises já havia explicado exatamente por que seria assim — e antes de o socialismo ter sido implantado.

Se tudo era propriedade do estado e tudo era redistribuído pelo estado, não havia como surgir um sistema de preços. E dado que os planejadores centrais precisam de um sistema de preços para lhes mostrar quanto custa cada recurso escasso — e dado que preços só podem surgir por meio da concorrência em uma sociedade em que haja propriedade privada e que permita a livre entrada de concorrentes, e o socialismo não permite nenhum dos dois —, então os planejadores, por definição, não tinham como planejar nada.

Quando a União Soviética entrou em colapso, o estado centralizador, é claro, desapareceu. Repentinamente, não havia nem preços e nem proprietários. Era como um gigantesco vale-tudo econômico. Um “Velho-Oeste Selvagem”, como diz o ditado. Tudo estava sem dono, disponível para ser apropriado por “quem chegasse primeiro”. Era uma corrida para ver quem pegava mais para si.

Colocando de uma maneira que os leitores deste instituto imediatamente entenderão como uma clássica explicação hoppeana-rothbardiana: em meio a esse caos, o pior dos piores subiu ao topo. 

As hienas atacaram para repartir a carcaça soviética. Oportunistas implacáveis e astutos assumiram todas as fábricas e todas as operações de extração anteriormente administradas pelo estado. Surgiu uma espécie de “cultura nacional das quadrilhas”, e a lógica desta mentalidade gângster funcionou para separar os despojos entre os homens fortes.

Algumas pessoas, aquelas que eram particularmente dotadas de astúcia, saíram na frente, apropriando-se de bilhões e bilhões de dólares em petróleo, gás e direitos sobre minerais, entre outras commodities. Estes se tornaram os novos-ricos da classe criminosa russa, e que agora são chamamos de “oligarcas”. 

E o rei de todos os oligarcas, o mais feroz rottweiler do ferro-velho, acabou sendo um ex-coronel da KGB e vice-prefeito de São Petersburgo, Vladimir Vladimirovich Putin.

Um episódio infame de 2009 na cidade russa de Pikalyovo resume tudo perfeitamente. O então primeiro-ministro Putin (que, na ocasião, fazia uma mera encenação fingindo estar afastado de seu real cargo de presidente) apareceu na cidade para ordenar que um complexo de fábricas voltasse as atividades para que milhares de pais de família pudessem voltar ao trabalho. Uma das fábricas era de propriedade de Oleg Deripaska, um dos oligarcas rivais de Putin. Putin o humilhou em uma reunião pública, ordenando a Deripaska que assinasse um acordo para reabrir a fábrica, mostrando assim ao mundo que Putin estava no comando de todas as operações na Rússia. Quando Deripaska assinou o acordo, Putin acrescentou mais um toque de humilhação fazendo com que Deripaska lhe devolvesse sua caneta, implicitamente chamando-o de ladrão.

Eis o vídeo:

O recado foi claro: oligarcas são oligarcas, Putin “é o cara”, e ele surgirá em qualquer cidade para ter um duelo de pistolas com qualquer um tolo o suficiente para desafiá-lo. Uma violenta cidade do Velho-Oeste: é assim que a maioria de nós no Ocidente entende a Rússia hoje.

Só que, realmente, não há grandes diferenças

Entretanto, analisemos um pouco mais detidamente, recorrendo aos ensinamentos de Hoppe e Rothbard para obter ajuda. 

O que é um estado? Um estado é uma gangue de criminosos. Um estado é crime organizado em grande escala. Um estado nada mais é do que uma máquina recheada de oligarcas. O estado é oligarca em todos os lugares. Sempre é, sempre foi.

O mais recente livro do cientista político James C. Scott, Against the Grain (2017), detalha como os “estados mais antigos” atacavam e se alimentavam do empreendimento humano. Os primeiros pagadores de impostos eram fazendeiros cujos territórios foram invadidos por nômades que pastoreavam seu gado. Esses invasores nômades forçavam os fazendeiros a lhes pagar uma fatia de sua renda em troca de “proteção”. O fazendeiro que não concordasse era assassinado. Os nômades perceberam que era muito mais interessante e confortável apenas cobrar uma taxa de proteção em vez de matar o fazendeiro e assumir suas posses. Cobrando uma taxa, eles obtinham o que necessitavam. Já se matassem os fazendeiros, eles teriam de gerenciar por conta própria toda a produção da fazenda.

Daí entenderam que, ao não assassinarem todos os fazendeiros que encontrassem pelo caminho, poderiam fazer desta prática um modo de vida.

Assim nasceu o governo. Não assassinar pessoas foi o primeiro serviço que o governo forneceu. O governo nasceu da extorsão. Os fazendeiros tinham de pagar um “arrego” para seu governo. Caso contrário, eram assassinados.

Quase nada mudou desde então. Os estados seguem extraindo um “arrego”, o famoso “dinheiro de proteção” (eufemisticamente chamados de “impostos”, às vezes também chamados de “tributos” ou “contribuições”) do maior número de pessoas que os criminosos que ocupam câmaras legislativas ou o trono do estado conseguem alcançar.

Os oligarcas russos pós-soviéticos — dos quais Vladimir Putin é a maior estrela — estão longe de ser únicos. Os estados são apenas isso, assim como vemos na relação entre o alfa Putin e os oligarcas beta. A única coisa chocante sobre o caso russo é que ele é mais transparentemente corrupto do que o normal. 

A maioria dos estados encobre seu roubo sob hinos, bandeiras e estórias de feitos heróicos. A Federação Russa perdeu seu respaldo político-mítico quando emergiu das cinzas da URSS. Mas está tentando recuperá-lo. Stalin já foi reabilitado na Rússia como um grande homem. A invasão da Ucrânia por Putin um dia será lembrada como o glorioso sacrifício dos bravos pela pátria. 

Todos os estados são campos de gravidade para a propaganda e fake news. Apenas dê algum tempo à Rússia, e ela se parecerá com todos os outros estados novamente. Você não será capaz de ver através das vitrines da loja o arrastão acontecendo lá dentro. Tudo parecerá grandioso e estadista. O estado russo irá se normalizar e ninguém mais chamará sua elite de “oligarcas”.

O incentivo é buscar legitimidade entre os semelhantes

Por tudo isso, os estatistas têm um incentivo natural para legitimar os esquemas de pilhagem uns dos outros. 

Presidentes, primeiros-ministros e reis brindam pela saúde uns dos outros em suntuosas festas de gala pagas com a propriedade privada confiscada de todos nós (sendo que nunca recebemos convites para o baile). Aliás, eu não ficaria surpreso ao encontrar coroas e capas de arminho voltando à moda entre os líderes estatais em breve. 

Estatistas acreditam que são deuses e agem como se fossem donos do dinheiro de todos. E isso não ocorre apenas na Rússia. De jeito nenhum.

Com efeito, essa visão hoppeana-rothbardiana — de que os estados são basicamente grupos de oligarcas que se premiam com títulos e medalhas entre si — pode ser expandida para muito além do exemplo russo. Pois se a atual safra de oligarcas russos é formada por meros estatistas convencionais, então a narrativa sobre o colapso da União Soviética também deve ser questionada. Não é que a União Soviética entrou em colapso; o que ocorreu é que aquela forma de oligarquia deu lugar a outra, com um confuso período de transição entre elas. 

A União Soviética era “comunista”, mas o comunismo nunca foi sobre a distribuição igualitária de riqueza ou o alívio dos problemas sociais. Como hoppeanos-rothbardianos, não devemos aceitar escusas estatistas ao pé da letra. O comunismo foi, e continua sendo, um sistema para colocar o controle social e econômico total nas mãos de muito poucos. Em outras palavras, uma simples estória para encobrir a oligarquia. 

Os atuais oligarcas russos não estão fazendo nada de novo. Antes deles havia, é claro, Stalin, e Brejnev e Khrushchev e Lênin, e mais um punhado de outros seres divinos que tiraram tudo do povo russo enquanto viviam em palácios opulentos com mordomos, haréns e caviar.

E não é só a Rússia. Qual estado não tem oligarcas no comando? É uma pergunta retórica capciosa, pois, como dito, estados e oligarquias são a mesma coisa. Comunismo, democracia – tudo pólvora do mesmo barril. O enriquecimento injusto vem em muitos sabores diferentes. Mas o ingrediente principal é sempre a tributação e a consolidação da propriedade nas mãos da elite. A exclusão do populacho do usufruto de sua propriedade espoliada é o que faz do estado o estado. 

Há grandes salões e monumentos impressionantes nas capitais dos estados, frases e afirmações em mármore sobre a teologia política do estado espalhadas por todo o país. O estado possui seus próprios santos e mártires, seu próprio calendário de dias santos. O estado é, assim, uma espécie de ritual religioso, só que o dízimo não é opcional. E é muito mais do que 10%. Isso é o que é um estado: expropriação disfarçada de dever solene. As pessoas morrem o tempo todo pelo estado. Os cemitérios estão cheios de mortos do estado. O estado cobra dos enlutados a manutenção desses cemitérios. Mais impostos. Não importa o que aconteça, o estado sempre vence no final.

A Ucrânia é apenas mais do mesmo de sempre

Portanto, vamos utilizar esse conhecimento para examinar a situação atual na Ucrânia. 

Um oligarca de alto nível mundial, que passa suas férias em um Versalhes russo, está enfrentando um oligarca ucraniano muito menor a seu oeste. Este oligarca arrivista tem o apoio ambíguo de uma cabala maciça de oligarcas de grande porte na Europa Ocidental e nos Estados Unidos. Esta cabala se autodenomina “Organização do Tratado do Atlântico Norte” e é um clube muito exclusivo. 

Seus membros têm acesso a uma impressionante variedade de opções de segurança, incluindo todos os melhores equipamentos de algumas das maiores forças armadas do mundo. O líder ostensivo é o presidente americano, cujo filho ficou extraordinariamente rico ao conspirar em conjunto com a oligarquia na Ucrânia, onde os oligarcas da Organização do Tratado do Atlântico Norte agora estão encarando, através das fronteiras, os oligarcas do Kremlin. 

A oligarquia atlântica quer se estabelecer no território da oligarquia russa, e um oligarca ucraniano navega em meio a este fogo cruzado. As pessoas que normalmente são tributadas pelos oligarcas são também as que estão sendo mutiladas por bombas e enviadas em tanques para fazer o bombardeio. Mais mortes para a glória do estado – que não existe, sendo ele simplesmente um eufemismo para “oligarquia”.

Mas tem mais. Uma oligarquia arrivista em Pequim paira sobre o cenário tenso, parecendo pronta para intermediar a “paz” entre os outros oligarcas quando for mais conveniente para seus próprios interesses. E esta oligarquia de Pequim tem seu próprio círculo de oligarcas beta, incluindo os detentores dos espólios tributários em Taiwan, em Hong Kong, na Península Coreana e no Japão, todos os quais, por sua vez, também são repletos de comparsas de políticos com acesso a seus próprios fluxos de renda derivados dos contracheques de humildes pagadores de impostos. 

Quando chegar a hora, os pagadores de impostos desses lugares também serão envidados para morrer pelos oligarcas. Os fuzileiros navais americanos, por exemplo, estão em Okinawa esperando sua vez de morrer. Os oligarcas, por sua vez, irão viver. Eles vão se sair bem. Guerra e paz — os oligarcas ganham dinheiro de qualquer maneira. “L’état c’est moi!” Sim, exatamente.

O fato de o Departamento de Justiça dos Estados Unidos ter conseguido aplicar sanções aos “oligarcas” russos em tempo recorde após a invasão da Ucrânia por Putin, e agora estar implantando uma “força-tarefa” especial para apropriar-se da propriedade de Putin e sua rede de vigaristas, diz tudo o que precisamos saber sobre o que está acontecendo na Europa Oriental agora. 

A força-tarefa é descrita no próprio site como sendo destinada a atacar Russian Elites, Proxies, and Oligarchs (“Elites russas, seus representantes e oligarcas”). O acrônimo em inglês é REPO, o que se significa repossuir. O cinismo beira o surreal.

O estado leva, e então o estado leva um pouco mais.

Lenin rotulou a Primeira Guerra Mundial como sendo uma guerra entre os capitalistas da Europa. Ele estava errado. Foi uma guerra entre oligarcas, estatistas que extraem riqueza da atividade econômica legítima sob o cano de um revólver.  Quando alguns oligarcas saem da linha, eles são mortos e os outros oligarcas ficam com os despojos. 

Idem para a Ucrânia. 

Não é o “Ocidente” contra os oligarcas russos. São os oligarcas contra os oligarcas contra os oligarcas. São oligarcas do começo ao fim. Leia Hoppe e Rothbard, e não caia na última rodada de fake news sobre o estado, que é sempre uma quadrilha de criminosos, em todo e qualquer lugar.

Educação Pública – Um fetiche socialista

[Texto adaptado a partir da exposição inicial apresentada no debate interno do Diretório Paulista do Libertários, realizado em 7 de agosto de 2011]

Muito se fala em educação no Brasil.  Na verdade, parece que dizer que “a educação é a solução para o Brasil” é, ao lado do futebol, do carnaval e da bunda, uma unanimidade nacional.  Pretendo questionar o porquê desse verdadeiro fetiche por educação, mas antes quero questionar o porquê de, existindo este fetiche, as pessoas se voltarem para o pior meio de se realizar esta fantasia, o estado.

Tudo que é fornecido por meio do estado é sempre de pior qualidade e mais caro do que quando fornecido pelo mercado.  Isto porque o estado se guia por pressões políticas, e não pelo sistema de preços.  Não importa o tamanho do fracasso das empreitadas do governo — mais dinheiro sempre estará disponível.  Mas no setor privado, se um empreendedor fracassa e não consegue atender as demandas dos consumidores melhor e mais barato que seus concorrentes, ele vai à falência e tudo que ele investiu do próprio bolso ou do bolso de investidores é perdido — e dificilmente investidores que tiveram prejuízos lhe darão novo dinheiro.

Então, se alguém tem por objetivo educação de mais qualidade e a custos acessíveis para a grande maioria, deve apoiar a total e imediata separação entre estado e educação.

Uma questão que surge é “como os pobres iriam conseguir educação?”  (como se roubar de uns para prover educação para outros fosse uma opção a ser considerada e não imediatamente rejeitada!).  Temos exemplos atuais de lugares muito mais pobres que o Brasil, na África, China e Índia, onde escolas que visam lucros são frequentadas por crianças pobres, como pode ser visto no livro de James Tooley. https://www.youtube.com/embed/2c57DXtbbIY

Aqui no Brasil mesmo temos exemplos recentes de lan houses funcionando em favelas e proporcionando acesso à internet para as crianças pobres dali — e ainda, obviamente, lucrando com isso.  E se internet não é educação, eu não sei o que seria.  Assistam ao vídeo abaixo sobre como a ação de um empreendedor mudou a realidade na favela Antares. 

antares.jpg

Um pretexto muito usado para justificar o fornecimento de serviços de educação através da violência estatal é o de “igualdade de oportunidades”, a qual supostamente seria atingida com um “acesso universal à educação”.  De fato, como alguém pode falar em “igualdade de oportunidades com educação universal” sem começar defendendo que todas as crianças tenham um computador e acesso a internet?  Antes que os socialistas tomem isto como mais um dever do estado, Harry Browne já nos fez ver o que seria de nós se o governo assumisse a indústria de computadores

Dito isto, e espero que tenha ficado claro que aqueles que valorizam os serviços de educação devem exigir que o estado tire suas mãos desse setor, vou analisar agora este fetichismo da educação.  O dicionário define fetiche como “objeto a que se atribui poder sobrenatural ou mágico e a que se presta culto” — e é exatamente este comportamento que observo no Brasil perante a educação.  Ela tem mesmo este poder de transformar o Brasil?

Em 1961 foi realizada por Fidel Castro uma campanha nacional de educação e Cuba tornou-se o primeiro país do mundo a erradicar o analfabetismo.  Cuba está completando agora em 2011 50 anos sem analfabetismo.  E Cuba conta hoje com os melhores índices de educação das Américas.  (Vamos confiar aqui nos dados fornecidos pela ditadura castrista)

Como está Cuba hoje?  Nas Américas, os cubanos só não são mais miseráveis que os haitianos.  Uma educação universal e de qualidade veio acompanhada de diminuição da pobreza?  Nestes primeiros 50 anos, parece que não.  No começo dessa semana, uma reportagem sobre Cuba da Agência Estado nos deu um exemplo da situação por lá:

Não há dados oficiais sobre o percentual de desemprego, mas as pessoas se queixam da falta de oportunidades.

Muitos cubanos se oferecem aos turistas como guias informais e até companhias para, em troca, receber pagamentos. A história do médico intensivista Juan Pablo Luis é comum a muitos cubanos. Ele abandonou a profissão para ser taxista. Segundo o médico, a opção, “bastante dolorosa”, foi tomada depois que o filho, de 11 anos, nasceu e ele viu a situação ficar mais difícil. “Sonho todos os dias que estou trabalhando na minha profissão. Não gosto de falar sobre isso”, disse.

Esta história mostra que dar oportunidade para que todos estudem o que quiser (mesmo que o preço seja a miséria de todos) só cria este tipo de distorção bizarra, em que ser taxista, que é um serviço que pode ser desempenhado por alguém que jamais tenha entrado em uma sala de aula, paga mais do que a profissão de médico, que é um serviço altamente especializado que exige muitos anos de estudo universitário.

Sem o sistema de preços para guiar suas decisões, o governo sobreinvestiu em educação, que nada mais é do que um bem, e o investimento resultou em um retumbante prejuízo.  Juan Pablo conseguiu realizar seu sonho de ser médico, mas não o de praticar medicina, já que não há mercado para ele.  Todo o custo de sua faculdade foi arcado pelo governo.[1]  E como o governo não tem dinheiro próprio, ele tirou o dinheiro de toda a população do país.  Se fosse um investimento privado, ele teria desperdiçado seu próprio dinheiro, mas este e muitos outros investimentos em educação sem retorno foram pagos por todos os cubanos.  É fácil perceber porque a miséria impera naquela ilha. 

Portanto, educação estatal não é e nem pode ser eficiente e, além disso, o acesso universal à educação garantido através do estado — e não o resultado de um mercado livre — é algo que vem com um custo altíssimo e indesejável, o qual é jogado nas costas de outros. 

Em 1848 Karl Marx, em seu O Manifesto Comunista proclamou: “É dever do estado garantir a educação pública e gratuita de todas as crianças”.

Vinte e cinco anos antes, em 1823, o libertário Thomas Hodgskin  advertiu: “É melhor não ser educado do que ser educado pelos seus governantes”.

Eu fico com Hodgskin; e você?


[1]  Outro exemplo desse tipo de investimento errôneo estimulado pelo estado pode ser visto na bolha educacional que os EUA estão vivendo, mas neste caso, os prejuízos ficam com os estudantes e seus pais.  Veja o artigo de Doug French, The Higher-Education Bubble Has Popped.

BRASIL PARALELO – Aquecimento global é uma farsa

Aceleradoras de Franquias – Um modelo insustentável e prejudicial ao mercado de franquias.

  • Publicado em 16 de setembro de 2022
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Bruno Semenzato

Bruno Semenzato

Diretor Geral at SMZTO Investimentos em Franquias

5 artigos Seguindo

1.    Introdução

Essa é uma carta sobre um modelo de negócios renomeado recentemente (pois de novo não tem nada) e que vem causando enormes danos no mercado de franquias brasileiro. Nos últimos anos, uma onda crescente de empresas que se descrevem como aceleradoras de franquias inundou o mercado. Para quem nunca ouviu falar, essas aceleradoras são empresas de vendas, sem nenhuma participação nas marcas que oferecem, que cuidam única e exclusivamente da comercialização de franquias de um determinado cliente. Essas firmas costumam cobrar uma comissão fixa por cada franquia vendida, que costuma ser bem alta, podendo chegar a até 70% da taxa inicial de franquia paga pelo futuro franqueado. Hoje, uma taxa de franquia média está na casa de R$50 mil, ou seja, eles chegam a embolsar até R$35 mil por franquia vendida. Além disso, costumam exigir uma fatia de participação na marca caso alcancem um determinado volume de vendas até certo período. Esse modelo vai parecer familiar para quem vive o mundo das startups. É muito comum essas empresas de estágio bem inicial se associarem ou se incubarem em aceleradoras que fazem algo parecido e se tornam donas de uma participação caso de fato ajudem a tirar o projeto do papel. Inicialmente, não é uma ideia ruim e nem parece ser algo que possa ser prejudicial aos participantes do mercado. Porém, quando se analisa mais a fundo o que esse modelo realmente ocasiona, percebe-se rapidamente que alguma medida corretiva precisa ser tomada com urgência pelos órgãos que regulam o mercado de franquias. Investidores precisam ser alertados e protegidos contra esse esquema que tem contaminado inúmeros setores, causando perda de capital permanente em famílias que decidiram alocar o seu único capital, muitas vezes poupado a vida toda e erodido em poucos meses.  

2.    Conflito de interesse

Aceleradoras não investem R$1 em suas marcas e não se responsabilizam por absolutamente nada depois que a venda é concluída. Isso gera um enorme conflito de interesse, pois não existe nenhuma análise prévia para comprovar se a empresa possui um modelo de negócio rentável para o franqueado, ou se o negócio já foi testado e validado para ser franqueado. Como se não bastasse, existe um incentivo perverso onde a aceleradora só pensa em vender mais, sem se preocupar com a qualidade da entrega, o perfil/a postura do franqueado ou a performance dessa unidade depois de aberta. É muito fácil você vender 200 franquias de uma marca que só gera prejuízos aos franqueados, coletar R$7 milhões em um curto espaço de tempo e ainda escolher se quer ou não virar sócio daquela marca depois de experimentar a performance dos franqueados assistindo de longe, sem nenhuma responsabilidade. Qual é o compromisso com a performance do franqueado que essa firma vai ter? No máximo ela vai torcer para que de certo, mas enquanto isso famílias investirão por loja muitas vezes mais de R$500 mil e perderão tudo. Você pode estar se perguntando: mas qual a diferença entre essa firma e uma marca que vende in house o seu produto e que também escala uma franquia que não gera resultados satisfatórios na ponta? É uma boa pergunta, mas a diferença central é que o dono de uma marca dessas responde legalmente e sofre as consequências, financeiras e todas as outras, de um negócio mal-sucedido. Ainda que leve algum tempo, seu resultado financeiro será erodido e ele não tem como abandonar a marca tão facilmente. Além disso, ele coloca o suor dele para operar o negócio, investe o capital dele para começar e expandir a marca no início. Essas marcas também são reguladas pela ABF, que zela e cuida muito bem do setor de franquias, fiscalizando-as, ranqueando-as e notificando-as quando existem inconformidades e atos perigosos que possam lesar os franqueados. Já as aceleradoras, por outro lado, não são reguladas por ninguém. Tentam vender o máximo que der para uma marca e quando percebem que a marca não é sustentável, a abandonam e partem para a próxima marca. Fazem isso sucessivamente na esperança de acertar uma para pagar a conta de todas. Mas que conta, se nem investir eles investem? Essas empresas acham que são os capitalistas de risco (venture capitalists ou fundos de VC) e que descobriram o melhor modelo de negócios do mundo. Porém, esqueceram que os fundos de VC não investem em negócios que crescem com o capital de terceiros, que confiam em algo testado e validado. Os negócios crescem com o capital do próprio investidor de risco, que sabe muito bem da baixíssima probabilidade desse investimento voltar um dia e ainda assim topa embarcar para tentar buscar um retorno extraordinário. Ao contrário dessas aceleradoras, eles não saem captando dinheiro de pessoas que acreditam em um sonho de ter o negócio próprio, com padronização, um modelo robusto, histórico de resultados efetivos e por aí vai. A engrenagem financeira das franquias é completamente diferente da indústria de tecnologia e suas startups.

3.    Insustentabilidade do modelo

Depois de alguns anos acelerando centenas de marcas que não cresceram com qualidade, às custas de investidores que confiaram seu capital em um discurso agressivo de vendas, talvez essas aceleradoras acertem algum case e se tornem sócias dessa empresa no futuro. Se como qualquer startup, a probabilidade de conseguir construir uma empresa de sucesso é menor do que 1%, imaginem quanto capital terá sido perdido até que isso possa eventualmente dar certo. Me arrisco a dizer que a maioria das pessoas que fizer isso investindo capital, perderá todo o seu dinheiro. Mesmo no mundo de investimentos, que é regulado e muito profissional, a chance de você ter sucesso é minúscula. Fazer um bom investimento é muito diferente de ser um bom investidor, o que é muito diferente de construir uma firma de investimentos. Não sei nem porque estou citando isso, uma vez que as aceleradoras não têm nada a perder, pois novamente, não colocam capital algum e nem são sócias das marcas que dizem acelerar. Porém, o que elas ainda não descobriram, mas descobrirão logo, é que bem antes de dar tempo de acertarem em alguma história de sucesso, sua reputação terá se esvanecido em meio a tanto capital perdido de forma permanente pelos franqueados e tanto desalinhamento com seus clientes que depois ficam com toda a carga de entregar o que foi prometido aos tantos franqueados. 

4.    Conclusão

O Brasil é um país respeitado pelo seu sistema de franquias. Temos um dos maiores mercados de franquia do mundo, leis maduras e bem desenvolvidas, franqueadores enormes e respeitados globalmente, entre outros inúmeros adjetivos. Não podemos deixar que essa prática amadora, com incentivos totalmente perversos e seus danos irreparáveis à nossa indústria continue se propagando. Nós, investidores deste mercado há mais de 10 anos (além de estarmos inseridos nele há mais de 30), juntamente com a Associação Brasileira de Franquias, continuaremos lutando pelo desenvolvimento do setor, pela segurança dos nossos principais clientes – os franqueados. Tomem cuidado com aceleradoras e denunciem práticas suspeitas em nosso segmento.

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“Onde o Neymar encosta a mão, vira algo grande” Fiz um vídeo sobre essa frase que ouvi estes dias

Aceleradoras de Franquias – Um modelo insustentável e prejudicial ao mercado de franquias.

  • Publicado em 16 de setembro de 2022
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1.    Introdução

Essa é uma carta sobre um modelo de negócios renomeado recentemente (pois de novo não tem nada) e que vem causando enormes danos no mercado de franquias brasileiro. Nos últimos anos, uma onda crescente de empresas que se descrevem como aceleradoras de franquias inundou o mercado. Para quem nunca ouviu falar, essas aceleradoras são empresas de vendas, sem nenhuma participação nas marcas que oferecem, que cuidam única e exclusivamente da comercialização de franquias de um determinado cliente. Essas firmas costumam cobrar uma comissão fixa por cada franquia vendida, que costuma ser bem alta, podendo chegar a até 70% da taxa inicial de franquia paga pelo futuro franqueado. Hoje, uma taxa de franquia média está na casa de R$50 mil, ou seja, eles chegam a embolsar até R$35 mil por franquia vendida. Além disso, costumam exigir uma fatia de participação na marca caso alcancem um determinado volume de vendas até certo período. Esse modelo vai parecer familiar para quem vive o mundo das startups. É muito comum essas empresas de estágio bem inicial se associarem ou se incubarem em aceleradoras que fazem algo parecido e se tornam donas de uma participação caso de fato ajudem a tirar o projeto do papel. Inicialmente, não é uma ideia ruim e nem parece ser algo que possa ser prejudicial aos participantes do mercado. Porém, quando se analisa mais a fundo o que esse modelo realmente ocasiona, percebe-se rapidamente que alguma medida corretiva precisa ser tomada com urgência pelos órgãos que regulam o mercado de franquias. Investidores precisam ser alertados e protegidos contra esse esquema que tem contaminado inúmeros setores, causando perda de capital permanente em famílias que decidiram alocar o seu único capital, muitas vezes poupado a vida toda e erodido em poucos meses.  

2.    Conflito de interesse

Aceleradoras não investem R$1 em suas marcas e não se responsabilizam por absolutamente nada depois que a venda é concluída. Isso gera um enorme conflito de interesse, pois não existe nenhuma análise prévia para comprovar se a empresa possui um modelo de negócio rentável para o franqueado, ou se o negócio já foi testado e validado para ser franqueado. Como se não bastasse, existe um incentivo perverso onde a aceleradora só pensa em vender mais, sem se preocupar com a qualidade da entrega, o perfil/a postura do franqueado ou a performance dessa unidade depois de aberta. É muito fácil você vender 200 franquias de uma marca que só gera prejuízos aos franqueados, coletar R$7 milhões em um curto espaço de tempo e ainda escolher se quer ou não virar sócio daquela marca depois de experimentar a performance dos franqueados assistindo de longe, sem nenhuma responsabilidade. Qual é o compromisso com a performance do franqueado que essa firma vai ter? No máximo ela vai torcer para que de certo, mas enquanto isso famílias investirão por loja muitas vezes mais de R$500 mil e perderão tudo. Você pode estar se perguntando: mas qual a diferença entre essa firma e uma marca que vende in house o seu produto e que também escala uma franquia que não gera resultados satisfatórios na ponta? É uma boa pergunta, mas a diferença central é que o dono de uma marca dessas responde legalmente e sofre as consequências, financeiras e todas as outras, de um negócio mal-sucedido. Ainda que leve algum tempo, seu resultado financeiro será erodido e ele não tem como abandonar a marca tão facilmente. Além disso, ele coloca o suor dele para operar o negócio, investe o capital dele para começar e expandir a marca no início. Essas marcas também são reguladas pela ABF, que zela e cuida muito bem do setor de franquias, fiscalizando-as, ranqueando-as e notificando-as quando existem inconformidades e atos perigosos que possam lesar os franqueados. Já as aceleradoras, por outro lado, não são reguladas por ninguém. Tentam vender o máximo que der para uma marca e quando percebem que a marca não é sustentável, a abandonam e partem para a próxima marca. Fazem isso sucessivamente na esperança de acertar uma para pagar a conta de todas. Mas que conta, se nem investir eles investem? Essas empresas acham que são os capitalistas de risco (venture capitalists ou fundos de VC) e que descobriram o melhor modelo de negócios do mundo. Porém, esqueceram que os fundos de VC não investem em negócios que crescem com o capital de terceiros, que confiam em algo testado e validado. Os negócios crescem com o capital do próprio investidor de risco, que sabe muito bem da baixíssima probabilidade desse investimento voltar um dia e ainda assim topa embarcar para tentar buscar um retorno extraordinário. Ao contrário dessas aceleradoras, eles não saem captando dinheiro de pessoas que acreditam em um sonho de ter o negócio próprio, com padronização, um modelo robusto, histórico de resultados efetivos e por aí vai. A engrenagem financeira das franquias é completamente diferente da indústria de tecnologia e suas startups.

3.    Insustentabilidade do modelo

Depois de alguns anos acelerando centenas de marcas que não cresceram com qualidade, às custas de investidores que confiaram seu capital em um discurso agressivo de vendas, talvez essas aceleradoras acertem algum case e se tornem sócias dessa empresa no futuro. Se como qualquer startup, a probabilidade de conseguir construir uma empresa de sucesso é menor do que 1%, imaginem quanto capital terá sido perdido até que isso possa eventualmente dar certo. Me arrisco a dizer que a maioria das pessoas que fizer isso investindo capital, perderá todo o seu dinheiro. Mesmo no mundo de investimentos, que é regulado e muito profissional, a chance de você ter sucesso é minúscula. Fazer um bom investimento é muito diferente de ser um bom investidor, o que é muito diferente de construir uma firma de investimentos. Não sei nem porque estou citando isso, uma vez que as aceleradoras não têm nada a perder, pois novamente, não colocam capital algum e nem são sócias das marcas que dizem acelerar. Porém, o que elas ainda não descobriram, mas descobrirão logo, é que bem antes de dar tempo de acertarem em alguma história de sucesso, sua reputação terá se esvanecido em meio a tanto capital perdido de forma permanente pelos franqueados e tanto desalinhamento com seus clientes que depois ficam com toda a carga de entregar o que foi prometido aos tantos franqueados. 

4.    Conclusão

O Brasil é um país respeitado pelo seu sistema de franquias. Temos um dos maiores mercados de franquia do mundo, leis maduras e bem desenvolvidas, franqueadores enormes e respeitados globalmente, entre outros inúmeros adjetivos. Não podemos deixar que essa prática amadora, com incentivos totalmente perversos e seus danos irreparáveis à nossa indústria continue se propagando. Nós, investidores deste mercado há mais de 10 anos (além de estarmos inseridos nele há mais de 30), juntamente com a Associação Brasileira de Franquias, continuaremos lutando pelo desenvolvimento do setor, pela segurança dos nossos principais clientes – os franqueados. Tomem cuidado com aceleradoras e denunciem práticas suspeitas em nosso segmento.

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https://www.oficinabrasil.com.br/mercado-cinau/3751-o-que-e-bom-para-os-estados-unidos-e-bom-para-o-brasil

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Mais uma da república uga buga: tratamento dado por Brasil a embaixador desagrada aos EUA by lucianohenrique

Fonte: Folha de S. Paulo

O governo americano considerou “humilhante” o tratamento dado a seu ex-embaixador em Brasília Thomas Shannon, que deixou o cargo quando estourava o escândalo de espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA). A mágoa da diplomacia americana contribui para azedar o já desgastado clima entre Washington e Brasília, em crise desde que foi revelado que a NSA espionou a presidente Dilma Rousseff.

Após deixar o Brasil, em setembro, Shannon foi escolhido para ser o assessor especial do secretário de Estado, John Kerry. Ocupará um cargo estratégico, que já foi de George Kennan, ícone da diplomacia do país.

Em seu almoço de despedida no Itamaraty, em 5 de setembro, Shannon foi recebido por um diplomata de terceiro escalão, em vez do ministro, como era esperado.

Logo no início do almoço, o embaixador Carlos Antônio Paranhos, subsecretário-geral político 1, puxou um papel e fez um discurso com declarações agressivas, segundo pessoas presentes, referindo-se ao unilateralismo e denunciando indiretamente intervenções militares dos EUA, diante de cerca de 30 pessoas, entre elas embaixadores de Israel e da Croácia.

Esses almoços normalmente são uma forma protocolar de o ministério se despedir dos representantes estrangeiros e reconhecer o serviço prestado. O almoço para Shannon, no entanto, não foi nada disso.

“Convidar alguém e depois fazer declarações agressivas contra seu país, ainda mais alguém que se esforçou tanto pelas relações bilaterais, é inexplicável”, diz uma pessoa presente.

“Poderiam ter dito a ele que não havia clima para um almoço, por causa da NSA, e fazer só uma cerimonia íntima.”

O clima entre os dois países ficou tenso desde a revelação de que a NSA espionava a presidente Dilma, o que levou ao cancelamento da visita de Estado que ela faria a Washington em outubro.

Shannon disse a interlocutores ter ficado chocado com o tratamento que recebeu. Ele escreveu uma carta de protesto ao ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. Figueiredo não respondeu à carta.

“Eles o humilharam na frente da esposa dele e dos embaixadores”, diz uma fonte do governo americano.

Para completar, Shannon não recebeu a comenda da Ordem do Cruzeiro do Sul, concedida a muitos embaixadores.

No governo brasileiro, admite-se que talvez o recado tenha sido excessivamente duro. Mas o contexto era a indignação da presidente com a espionagem, justificam.

“A relação com o Brasil é maior que esse episódio, não foi pessoal”, diz um integrante do governo brasileiro.

Para o governo americano, está claro que há um desentendimento sobre a NSA, mas o recado foi dado de diversas formas e não justificava destratar o embaixador.

“E não é que Shannon tenha ido para casa pescar. Ele vai ser assessor direto do secretário Kerry, não faz sentido fazer um desaforo desses”, diz um integrante do governo americano.

Tanto o Itamaraty quanto o Departamento de Estado ressaltam que, abaixo da superfície, há muitas iniciativas bilaterais em andamento, como o Ciência sem Fronteiras, missões comerciais e investimentos. Há disposição para uma reaproximação, mas os países precisam “salvar a face” e se justificar com seus públicos internos.

Nesta semana, a presidente Dilma Rousseff voltou a dizer que espera um pedido de desculpas dos EUA.

O Itamaraty argumenta que o ministro Figueiredo não respondeu à carta de Shannon porque esta “não pedia resposta, pois era apenas uma manifestação”.

“Shannon desempenhou com grande profissionalismo sua missão em Brasília. Diplomata de grande competência e entusiasta do Brasil, é considerado por muitos brasileiros um amigo do Brasil”, afirmou o Itamaraty.

Ainda segundo o ministério, Shannon não recebeu a comenda do Cruzeiro do Sul porque o Brasil passou a aplicar reciprocidade com os EUA, que não conferem comendas a embaixadores brasileiros.

Meus comentários

Vamos rever a cronologia de baixarias do governo brasileiro quanto a Thomas Shannon:

Chamam ele para um almoço para ofender o país dele
Não respondem a carta de protesto dele
Não dão a ele a mesma comenda dada aos seus antecessores
Com exceção do terceiro item, os outros configuram a forma de agir do governo petista: partir para a baixaria sempre que possível, de forma que o outro lado até se intimide a descer no mesmo nível. A baixaria passa a ser, então, uma técnica governista.

Podemos notar que o governo brasileiro já não se interessa por parcerias com o governo norte-americano, por ter optado definitivamente por alianças com ditaduras como China e Irã, dentre outras.

Este é mais um motivo para nos livrarmos de um governo de extrema-esquerda. Infelizmente, o domínio do Planalto por este tipo de gente está nos levando à alianças com a escória do mundo.

Poeta Ateu: o verdadeiro esquerdista funcional by lucianohenrique

Pessoal, me desculpem, mas eu não consigo ter pena dos esquerdistas funcionais. Sua ingenuidade que só serve para causar desastres e atrocidades já resultou em muito empilhamento de corpos devido a ditaduras sangrentas. Os seres humanos tem direito às suas crenças irracionais, desde que elas não impactem terceiros. Com os esquerdistas funcionais é exatamente o oposto: todas as crenças irracionais que eles possuem impactam de maneira adversa os demais, inclusive eles próprios.

O Poeta Ateu não entendeu absolutamente nada do livro A Esquerda Caviar, de Rodrigo Constantino, e se sentiu ofendido. Em resposta, disse que nunca comeu caviar, mas apenas sardinha em lata e polenta com feijão.

Ele não percebeu, no entanto, que o livro de Constantino jamais disse que todos os esquerdistas pertencem à esquerda caviar, o que, no meu léxico, é o mesmo que esquerdismo beneficiário. Na verdade, apenas uma elite dos esquerdistas (os mais espertos) são os beneficiários.

O restante é composto de funcionais, também conhecidos como idiotas úteis. Eles vivem para dar poder e fartura aos seus beneficiários, que são, na verdade, os machos-alfa da tribo. O esquerdismo funcional é, portanto, o estágio mais baixo que um ser humano pode alcançar, pois tem conhecimento para fugir de tal subserviência abjeta.

Quando o Poeta Ateu brada contra o livro de Constantino, não é capaz de perceber que nem de longe ele arranha a demonstração feita pelo autor. Não há como ele negar que vários esquerdistas são, na verdade, espertos que se aproveitam de sua ingenuidade. Na verdade, é para isso que o esquerdismo foi criado: para que pessoas mais espertas se aproveitassem a ingenuidade de idiotas úteis. O mais ridículo vem quando o Poeta Ateu diz viver uma vida de humildade para negar a existência destes mais espertos do que ele. Pelo contrário: a vida de humildade do Poeta Ateu prova o quão mais espertos são os esquerdistas beneficiários em comparação a ele.

O esquerdista funcional só tem um direito e nada mais: acreditar, de verdade, nas utopias socialistas. Ele não vai ganhar nada com isso, a não ser trabalho militante em prol dos socialistas mais espertos. Estes mais espertos são uma minoria. São os esquerdistas beneficiários que enriquecem às custas de benefícios obtidos a partir do uso do estado inchado para fins particulares.

O Poeta Ateu não tem direito a esses benefícios, pois não é esperto o suficiente. Ele só tem direito a sardinha em lata e polenta com arroz mesmo. Esquerdismo beneficiário não é para quem quer. É para quem pode.

Sobre as leis de censura à mídia na Argentina, basta deixar a extrema-esquerda discursar… que eles se entregam by lucianohenrique

O texto Argentina e os ganhos da liberdade de expressão foi publicado no blog de extrema-esquerda Opera Mundi, que ficou conhecido por nós após os ataques enlouquecidos de seu editor Breno Altman a Olavo de Carvalho (cujo revide retirou todo o restinho de dignidade que Altman pudesse possuir).

Basicamente, o discurso é o mesmo embaralhar e tornar a dar costumeiro com base em manipulações semânticas, como, por exemplo, dizer que os planos de censura à mídia são “democratização da mídia”. não passa do mesmo recurso usado pelo Ministério da Verdade em 1984, de Orwell, “liberdade é escravidão”.

Alguns pontos, no entanto, são bem divertidos, especialmente aqueles nos quais eles entregam o ouro:

Está no ar na Argentina o primeiro canal de televisão indígena do país. É o Wall Kintun (“olhar em volta” no idioma Mapuche) dirigido e operado pela comunidade de povos originários da região de Bariloche.

Espere. O que impedia antes que esses povos indígenas da região de Bariloche pudesse ter um canal antes? O fato de ninguém querer assisti-los? Aliás, qual a audiência do canal atual? Por que sempre a mídia de extrema-esquerda omite esses dados? Aliás, dar um canal para que ninguém o assista não é o desperdício de dinheiro estatal em prol de algum movimento social aparelhado? Note que o colunista começa se orgulhando daquilo que devia envergonhá-lo.

Dezenas de prefeituras, universidades e escolas também receberam autorização para utilizar frequências de rádio e TV. Há mais de 500 solicitações para a instalação de rádios de baixa potência em zonas de grande vulnerabilidade social. Essa nova realidade argentina deve-se a implantação da lei de Serviços de Comunicação Audiovisual, conhecida como Lei de Meios, que acaba de completar quatros anos de vigência. Promulgada em outubro de 2009, vem revolucionando o setor audiovisual.

Ué, mas que revolução é essa? Simplesmente não passa da disponibilização de conteúdo que antes não atraía a atenção da indústria privada e agora é distribuído por meios estatais. A distribuição é feita para prefeituras, universidades e escolas por quais critérios? Obviamente, temos critérios de alinhamento com o aparelho estatal. Sim, ao que parece a tal Lei de Meios é uma revolução… bolivariana. Até agora, na própria confissão de Laurindo Lalo Leal Filho (o autor do texto do Opera Mundi), tudo não passa de censura que nem se digna a usar disfarce.

Com toda a lei em vigor um mesmo empresário não poderá mais controlar canais de TVs abertas e fechadas ao mesmo tempo e o sinal de uma empresa de TV por não poderá chegar a mais de 24 localidades nem superar o limite de 35% do total de assinantes. Tudo para diversificar a oferta desses serviços.

Bem, ao que parece tirar canais de uma emissora que produz conteúdo para o público, pelas leis de mercado, para dar canais a grupos indígenas, movimentos sociais aparelhados, sindicatos e prefeituras não é bem uma diversificação. Basicamente, são canais para que quase ninguém assista, onde somas enormes de dinheiro estatal podem ser enfiadas, em um jogo onde apenas o governo Kirchner ganha. Enquanto isso é tirado o direito de arena de uma mídia opositora, mas, em contrapartida, o público recebe conteúdo que jamais seria interessante às empresas privadas. E por que não seria interessante? Por que, é claro, ninguém quer assistir… Ao que parece o cidadão argentino vai continuar assistindo às finais de campeonato entre River Plate e Boca Juniors, e não dar a mínima para programas mostrando sacrifícios de animais em tribos nativas.

Trata-se de uma política destinada a ampliar a liberdade de expressão dando voz aos setores da sociedade emudecidos pela força dos monopólios.

Espere. Quais “setores da sociedade” estavam emudecidos? Fãs de Memento Mori? Leitores de John Gray? É claro que os tais “setores da sociedade emudecidos” não passam de sindicatos, grupos estilo MST e black blocs da vida. É, realmente, a Argentina está jogando toda a lixeira socialista possível na mídia…

Com a lei em vigor ocorreu uma explosão criativa no país ampliando as vozes com acesso aos meios de comunicação eletrônicos. Os números revelam não apenas o aumento da diversidade de ideias circulando como indicam uma grande expansão no mercado de trabalho e um avanço nas conquistas tecnológicas.

Como se mede a “explosão criativa”? Na maior chance de conquista de um Oscar de filme estrangeiro? Se os “números revelam o aumento da diversidade de ideias”, quais números são esses? Qual “expansão de mercado de trabalho”? Quais “avanços nas conquistas tecnológicas”? Para quem fala que os “números revelam”, não se vê número algum para provar as teses de Laurindo. Chega a ser cômico.

Mas calma lá… eis que surgem uns números logo abaixo. E que não tem nada a ver com o que Laurindo alegou:

Foram concedidas 814 licenças para operação de emissoras de rádio, TV aberta e TV paga. Dessas 53 de TV e 53 de rádio FM destinaram-se às universidades e 152 para emissoras de rádio instaladas em escolas primárias e secundárias.

Ok, e qual a taxa de audiência dessas emissoras? Nota-se que na hora de mostrar os números que mais interessam, só ouvimos o som do grilo. Ademais, se forem universidades públicas, temos apenas aparelhamento estatal em torno de ideias para ajudar o próprio governo. Isto é, a lei de mídia mostra-se totalitária e anti-pluralista.

Enquanto aqui o número de operadoras de TV a cabo é reduzido, dominado por grandes conglomerados internacionais, na Argentina graças à lei, esses serviços já são oferecidos por 45 cooperativas, com 2.800 horas diárias de programação própria. Para tanto foram realizados 50 cursos de capacitação e criados, segundo a autoridade que regula o audiovisual, cerca de cem mil postos de trabalho.

Criação de empregos segundo a “autoridade que regula o audiovisual” só pode ser gozação. Mas enfim, na ótica do autor, quantidade é qualidade. Mas e quanto à satisfação dos interesses da audiência? Essas 2.800 horas diárias de programação revertem-se em que tipo de audiência? Por enquanto, tudo demonstra sintomas de programação fornecida de graça pelo governo para a militância…

A TV digital aberta cobre 82,5% do país com 31 canais. Para que todos tenham acesso a ela foram doados ao público um milhão e 200 mil decodificadores. Ao mesmo tempo criou-se um banco de conteúdos audiovisuais, com mais de 5 mil horas de produções destinadas aos canais não comerciais.

Calma lá! Muita calma nessa hora. Foram “doados ao público um milhão e 200 mil decodificadores”. Quem doou? O Espírito Santo? Ademais, se existem 5 mil horas de produções destinadas aos canais não comerciais, então quem paga esta conta? É, eu digo que a vida do investigador de discurso esquerdista deve ser atenta: uma hora a extrema-esquerda se entrega. É evidente que temos inchaço estatal por via de uma lei ditatorial.

O silêncio da mídia brasileira sobre esses dados reflete-se também no meio acadêmico onde o caso argentino é ignorado, apesar da Lei de Meios ter sido constituída com ampla participação de docentes e pesquisadores que deram a ela forte embasamento teórico.

Docentes e pesquisadores acadêmicos? Para quem não é tonto, isso tem um nome: estratégia gramsciana. Baseia-se em doutrinar acadêmicos, especialmente de humanas, para o uso do máximo possível de mídia para propagar mais lavagem cerebral em marxismo. Deixe-me adivinhar: a maior parte desses acadêmicos são de humanas, certo?

Sem esquecer a ação política dos docentes argentinos que, em 2009, saíram às ruas para apoiar a aprovação da lei.

Replay de mais uma evidência da estratégia gramsciana e nada mais que isso.

A inserção da academia nos projetos de democratização da comunicação acaba de ganhar uma importante referência simbólica. A Faculdade de Jornalismo da Universidade de La Plata outorgou ao presidente da Bolívia, Evo Morales, o título de professor honorário da nova cátedra livre denominada “Por uma comunicação social pela emancipação da América Latina”.

A coisa vai mal, muito mal, quando dão o título de professor honorário para um imbecil como Evo Morales. Aliás, mais um país ditatorial. Por que não estou surpreso?

Na homenagem, Morales lembrou o papel da rádio Soberania, criada pelos trabalhadores da região em que ele vivia quando era sindicalista para se contrapor a única emissora então existente, controlada pelos Estados Unidos. Hoje a Soberania integra uma das várias redes comunitárias que cobrem a Bolívia.

As tais emissoras que recebem canais por doação do governo, ao que parece, usam o mesmo truque de sempre: demonizar os Estados Unidos, fingirem-se de vítimas, e afirmarem lutar contra o “demônio ianque”. É a mesma farofa de sempre.

Vozes antes caladas, como as dos Mapuche, de Bariloche, essas emissoras bolivianas agora “educam e informam, mas também dizem a verdade e contribuem para a liberação dos povos”, frisou Morales ao se tornar professor honorário na Argentina.

Quem ainda não percebeu o fedor do tradicional discurso socialista de dizer que existia um povo oprimido que agora está sendo “liberto” por ação estatal? Tudo isso, é claro, endossado por Morales, o tal “professor emérito” de uma das escolas que ganham concessão estatal e financiamento para propagar ideias socialistas.

Não há por onde fugir: o Opera Mundi nos prova, com sua crônica empolgada (até demais, tanto que confessaram o que não deviam confessar), que toda a lei de meios implementada na Argentina não passa do uso de concessões públicas para fazer lavagem cerebral socialista, de forma a ajudar o partido que está no poder.

Minorias como grupos indígenas, movimentos LGBT, movimentos raciais e afins são utilizados como massa de manobra por políticos socialistas no afã de incharem o estado. Nada mais esperado que o governo faça barganha torrando dinheiro público para distribuir canais de graça a grupos que se aliem a ele.

Claro que muitos poucos assistirão esses canais. Por exemplo: Quem assistiria um canal do MST no Brasil? Ou mesmo quem assistiria um canal do Black Bloc? Ou mesmo um canal fornecido ao Ghiraldelli para ele nos encher de empulhações de socialismo dissimulado? Mas, no fim, a audiência não importa tanto.

O que importa é a barganha onde o governo dá dinheiro e espaço de mídia aos seus aliados, podendo torrar dinheiro público nesse sentido. O uso do dinheiro público para distribuição de concessões públicas para aliados, que também receberão financiamento, não passa de censura, pois o governo tem o poder de dizer quais grupos recebem as concessões, e quais farão parte do aparelho estatal. Isto é, a lei de mídia não passa da montagem de um esquema de mídia em favor do governo de forma a silenciar a dissidência.

É assim que a extrema-esquerda consegue implementar os mecanismos mais abjetos de censura enquanto declaram estar “democratizando a mídia”. E, enquanto isso, ditadores como Evo Morales recebem homenagens para rir na cara de uma multidão de tontos argentinos. Eis que finalmente a Argentina se tornou uma republiqueta. E tudo isso não é uma constatação minha, mas uma confissão do próprio Laurindo, que escorregou diante de sua empolgação ao ver o governo de Kirchner controlar a mídia.

É por isso que eu digo que os melhores textos para investigarmos a extrema-esquerda são aqueles nos quais eles comemoram suas vitórias. Não raro eles cometem atos falhos onde deixam escapar seus crimes morais.

Os piromaníacos como chefes de bombeiros: Cuba é eleita para Conselho de Direitos Humanos da ONU. China e Rússia também. by lucianohenrique

Fonte: Veja

Cuba, China e Rússia foram escolhidas nesta terça-feira para integrar o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas por três anos, a partir de 1º de janeiro de 2014. A inclusão de regimes totalitários justamente num órgão que supervisiona o respeito aos direitos humanos foi alvo de críticas. A ONG Observatório da ONU, baseada em Genebra, divulgou comunicado afirmando que o Conselho está transformando “piromaníacos em chefes de bombeiros”. Segundo a entidade, uma das principais reclamações contra os três países eleitos é que eles perseguem quem faz oposição política aos seus governos. Outras críticas frequentes são sobre legislação falha para proteger cidadãos de arbitrariedades do governo e práticas de abuso de força para a manutenção do mesmo grupo político no poder.

Junto com os três países, a Assembleia Geral da ONU elegeu outros onze novos membros para o conselho de 47 assentos com sede em Genebra: Grã-Bretanha, França, Maldivas, Macedônia, México, Argélia, Marrocos, Namíbia, Arábia Saudita, Vietnã e África do Sul.

A ONG Human Rights Watch criticou a decisão da Assembleia Geral e informou que cinco países-membro – China, Rússia, Arábia Saudita, Vietnã e Argélia – se recusam a liberar visitas de investigadores da ONU para verificar denúncias de violação dos direitos humanos.

O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas tem o poder de fiscalizar o respeito aos direitos universais do homem. O grupo também pode adotar resoluções contra países que violam direitos humanos. Posteriormente, essas resoluções são remetidas à Assembleia Geral e, dependendo dos casos, ao Conselho de Segurança da ONU. O Conselho também mantém dezenas de observadores em países com problemas e questões sensíveis, como atentados contra a liberdade e execuções sem o devido processo legal.

Meus comentários

Para quem ainda nutria algum tipo de respeito pela ONU, eis o momento de chegar à fase adulta de sua vida política: nunca houve um argumento racional para nos fazer crer que a ONU tivesse qualquer padrão sobre ética ou moral a nos ensinar.

Me lembro da época de embates relacionados a questão do estado laico, quando alguns neo-ateus diziam coisas como: “Ao invés de buscar nossos padrões morais na Bíblia, podemos olhar para a Declaração de Direitos Humanos da ONU”.

Hoje, como ateu (mas longe do neo-ateísmo), obviamente, eu digo: “Eu não busco meus padrões morais na Bíblia, mas muito menos nas cartilhinhas da ONU”. O que um bando de estados inchados unidos tem para me ensinar?

A decisão deles de incluir Cuba, China e Rússia no Conselho de Direitos Humanos nos mostra que só nos resta levar a ONU na base da piada.

O discurso psicopático de Alexandre Padilha (enquanto defende a escravidão de médicos cubanos) como exemplo do jogo político petista by lucianohenrique

Fonte: Brasil247

O ministro Alexandre Padilha afirmou, nesta terça-feira, 17, o programa Mais Médicos, que contratou médicos estrangeiros para atuar no país, enfrenta “um verdadeiro corredor polonês da xenofobia”. Ele avisou que não admitirá tentativas de entidades médicas brasileiras de atrapalhar a chegada desses profissionais aos municípios.

Padilha e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se reuniram na manhã desta terça com líderes da base governista na Câmara para discutir o relatório final da Medida Provisória que trata do programa, que será apresentado nesta quarta, 18, na Comissão Especial Mista. Os ministros saíram da reunião com a base aliada ressaltando o apoio da maioria da população revelado pelas pesquisas.

O ministro da Saúde reclamou das tentativas de boicote na fase de inscrição dos médicos brasileiros, das ações judiciais, da desistência dos profissionais brasileiros ao assumir as vagas e das ameaças contra tutores e supervisores do programa, mas enfatizou que está disposto a confrontar todas as contestações contra o programa que não tenham base técnica e jurídica. “Acho uma tremenda insensibilidade com o sofrimento do povo brasileiro que está precisando de médico”, comentou Padilha.

O ministro da Saúde disse confiar na aprovação do relatório final da MP, que nesta quarta será submetido ao crivo do Ministério da Saúde antes de ir à votação. “Estou muito otimista. Acho que tem uma sensibilidade dos deputados e senadores de que o programa é o primeiro passo para mudar a realidade de saúde do País”, frisou.

Padilha negou que o programa tenha cunho eleitoreiro, como afirma a oposição. Para rechaçar a crítica, ele citou o Estado do Pará, que mesmo sendo governado pelo PSDB, recebeu o maior contingente de médicos cubanos. “É a demonstração de que este programa não tem nenhuma motivação eleitoral”, respondeu.

Meus comentários

Aquele que tentar debater dialeticamente com um petralha, no mínimo pode ser catalogado como ingênuo. Quem é leitor deste blog há algum tempo já não cai mais no jogo de gente como Padilha.

Vou mostrar aqui todos os discursos de Padilha nesta notícia: “(1) Os médicos cubanos enfrentam um verdadeiro corredor polonês da xenofobia Acho uma tremenda insensibilidade com o sofrimento do povo brasileiro que está precisando de médico Estou muito otimista. Acho que tem uma sensibilidade dos deputados e senadores de que o programa é o primeiro passo para mudar a realidade de saúde do País É a demonstração de que este programa não tem nenhuma motivação eleitoral”.

Vamos ao significado dos frames embutidos no discurso dele?

Em (1) Padilha posiciona seus opositores como xenófobos. Ele sabe que está mentindo, pois ser contra a importação de médicos cubanos não é xenofobia, pois nada jamais foi feito anteriormente com médicos cubanos que vieram ao Brasil trabalhar pelo regime normal de trabalho.

Em (2) ele posiciona todos seus adversários como “insensíveis”, ou seja, implementando a técnica de propaganda de demonização. E, obviamente, ele joga o jogo Se não for do meu jeito é contra os pobres.

Em (3) ele posiciona seus aliados como sensíveis ao sofrimento do povo, sendo apenas uma confirmação do frame acima. Lembrando: ele e seus amigos “são sensíveis ao sofrimento do povo, e querem amenizar este sofrimento”, enquanto os seus opositores são “insensíveis à dor do povo, e querem vê-los sofrendo cada vez mais”.

Por fim, em (4) ele pratica a simulação de falso apartidarismo, querendo ser percebido pela patuléia como alguém realmente preocupado com o povo, sem interesses partidários.

Com esse tipo de discurso em ritmo bate-estaca, Padilha obtém sua paga inserindo na mentalidade da militância discursos mais virulentos como esse, de um leitor do Brasil247:

Dr. Padilha, mande prender estes presidentes de CRM e CRM. São todos bandidos, vagabundos, racistas, xenófobos. O único lugar que eles devem ficar é na prisão. Bandidos desalmados, sanguessugas da sociedade brasileira. Estes pretensos médicos, carniceiros e assassinos não podem mais sugar o sangue do povo pobre deste país. Roubam do governo, pois os que são funcionários do SUS nunca cumprem a jornada de trabalho e quando vão ao serviço atendem com má vontade e em um minuto. São todos uns desgraçados. Deviam apanhar na rua, serem apedrejados feito Judas. Não merecem o respeito do povo brasileiro.

Agora, uma pergunta: com uma postura discursiva como a de Padilha, feitas para gerar discurso de ódio, demonização e desumanização como este acima, ainda existe alguém acreditando que resta um debate com esquerdistas radicais no Brasil?

Enquanto alguém mais ingênuo debate com essas pessoas, recebe de volta discurso de ódio, todo calcado em propaganda desonesta. Se Padilha falar durante uma hora, espere no mínimo 100 propagandas difamatórias embutidas em seu discurso.

O discurso do PT não é apropriado para debates racionais, nem para a discussão de questões públicas, exatamente pelo fato deles usarem recursos para bloquear o debate. Este bloqueio de debate é exatamente o que Padilha faz em todo seu ato discursivo.

E eu fiz questão de colar todos os blocos de discurso dele na notícia do Brasil247 para evitar que petralhas tenham alguma moral para dizer que eu exagerei…

Enfim, qual a melhor forma de desmascarar o discurso petista? Basta citar tudo que eles dizem, e explicar para o público não só as fraudes intelectuais que eles cometem, como também a amoralidade destas fraudes, assim como a inconveniência da postura discursiva deles para uma democracia.

Em um mundo civilizado e democrático, uma sociedade civil requer que as pessoas estejam aptas a debater suas posições. Pessoas que bloqueiam o debate com truques sujos e campanhas difamatórias, sem jamais tocar nos assuntos em discussão, são inimigas da sociedade civil.

Venezuela cada vez mais esquerdista: Maduro cria 0800 para combater “traidores da pátria” by lucianohenrique

Fonte: Globo News

Começou a funcionar nesta segunda (16) na Venezuela uma central de atendimento para receber denúncias sobre traidores da pátria. A ideia foi do presidente Nicolás Maduro, que se diz vítima de inúmeras conspirações.

Para combater aqueles que denomina de “inimigos da pátria”, o sucessor de Hugo Chávez lançou uma linha especial, o “0800-Sabotagem”. O serviço serve para os venezuelanos que desconfiarem de algo ou de alguém liguem e acusem a pessoa suspeita.

Segundo Maduro, será um “centro de informação” para que as pessoas possam fazer as acusações em “tempo real”. Nos últimos meses o presidente Maduro, mergulhado em uma série de problemas econômicos gerados, segundo os analistas, pelo próprio governo, viu conspirações por todos os lados. Foi o caso da escassez de papel higiênico, quando acusou os agentes do imperialismo de estocarem o produto, de forma a provocar mal-estar na população na hora de recorrer ao toalete.

Há poucos dias um apagão no sistema elétrico nacional assolou 70% do país. Os apagões não são uma novidade nos últimos anos na Venezuela. Mas Maduro sustentou que era uma “sabotagem do fascismo”. Nas últimas semanas as mulheres venezuelanas que exibem longas cabeleiras estão sendo alvo de ataques de gangues as assaltam para cortar seus cabelos, que são revendidos no mercado negro de megahair. Maduro exclamou que estes cortes capilares constituem uma “guerra psicológica contra a Venezuela”.

O presidente venezuelano fez denúncias de diversas conspirações, sempre prometendo apresentar as provas. Mas, de todas as denúncias que fez, não apresentou uma prova sequer. O presidente até anunciou a próxima conspiração, com data marcada, que seria em outubro, denominada “Colapso Total”, segundo ele organizada desde a Casa Branca, em Washington. Esta sequência de denúncias feitas por Maduro está sendo ironicamente denominada de “A Conspiranóia”.

Meus comentários

Quem já viu o documentário de Yuri Bezmenov, e percebe que a Venezuela é uma republiqueta no mesmo patamar de Cuba, sabe que o país do finado Chavez vive a fase final de um processo de subversão.

Recentemente, Maduro afirmou: “Como presidente e chefe de Estado, vou decretar emergência nacional na luta contra a corrupção e pedir poderes especiais para reformular as leis e enfrentar o problema a fundo”. Em outras palavras, mais do mesmo.

De início, Maduro, dando sequência ao trabalho de Chavez, cria uma situação de colapso, mas acaba botando a culpa nos outros, no caso, “a direita fascista”. A idéia, como sempre, serve para arrumar pretexto em prol da implementação de uma ditadura formal.

Vejam o discursinho: “Há uma onda podre no financiamento da direita fascista venezuelana”.

Em sua teoria conspiratória, ele culpa os Estados Unidos pela atual situação patética da Venezuela: “Eu tenho os dados da data na qual aconteceu uma reunião na Casa Branca, o nome e sobrenome dos participantes. Eu sei quais são os planos que eles fizeram, fizeram o plano de colapso total do país”.

Ele também afirmou: “Eles pensam que em outubro a Venezuela entra em colapso, assim planejaram, que sabotariam a comida das pessoas, a eletricidade, o combustível e as refinarias”.

Já perceberam o padrão? Primeiro, criam uma situação de crise, da qual os culpados são eles próprios. Mesmo assim, eles culpam os Estados Unidos. Depois, culpam os opositores, por estarem em aliança com os Estados Unidos para destruir a Venezuela. Em seguida, é só fechar o Congresso…

Aliás, se Maduro realmente tem evidências de que os Estados Unidos criaram a situação de colapso na Venezuela, por que ele não apresenta as provas? Pois é, essa não cola…

O PT e a lógica do meliante precavido: agora alegam que o CFM insiste em sabotar programa Mais Médicos. Motivo? O CFM vai começar a fiscalizar… by lucianohenrique

Fonte: Brasil247

Em mais uma tentativa de dificultar a execução do “Mais Médicos”, os conselhos de Medicina solicitaram do Governo Federal informações sobre o local de trabalho dos intercambistas do programa e seus respectivos tutores e supervisores. Com esses dados, argumentam os conselhos, eles poderão realizar atividades de fiscalização para evitar irregularidades, abusos e dar mais segurança à população no processo de atendimento.

Eles tomaram esta posição mesmo depois da Advocacia-Geral da União publicar parecer no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (16), impedindo os Conselhos Regionais de Medicina de todo o país de exigir qualquer documentação extra para os médicos estrangeiros que atuarão no programa Mais Médicos. O advogado-Geral da União, ministro Luís Inácio Adams, afirmou que os conselhos que descumprirem o parecer estarão sujeitos a ações por essa conduta.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (16), o CFM e os CRMs lembram que agem dentro dos princípios da legalidade e da moralidade e que estão ancorados em escopo normativo em vigor. Esse rigor e zelo norteará não só a fiscalização do Mais Médicos, como as demais atividades profissionais médicas.

“De acordo com a Lei 3268/1957, são os órgãos supervisores da ética profissional em toda a República e ao mesmo tempo, julgadores e disciplinadores da classe médica, cabendo-lhes zelar e trabalhar por todos os meios ao seu alcance, pelo perfeito desempenho ético da medicina e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exerçam legalmente”, afirma o documento.

Leia abaixo a íntegra do documento

NOTA DO CFM E CRMS SOBRE O PARECER DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO (AGU)

O Conselho Federal de Medicina (CFM) e os 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) formam em seu conjunto uma autarquia federal, possuindo cada um personalidade jurídica de direito público, com autonomia administrativa e financeira. De acordo com a Lei 3268/1957, são os órgãos supervisores da ética profissional em toda a República e ao mesmo tempo, julgadores e disciplinadores da classe médica, cabendo-lhes zelar e trabalhar por todos os meios ao seu alcance, pelo perfeito desempenho ético da medicina e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exerçam legalmente.

Sendo assim, preocupados com a segurança dos pacientes e com a qualidade do atendimento oferecido pelos médicos intercambistas (brasileiros e estrangeiros) vinculados ao Programa criado pela MP 612/2013, os Conselhos de Medicina esclarecem os seguintes pontos:

  1. Essa Medida Provisória, em seu artigo 10, §5º, mantém incólume a fiscalização dos Conselhos Médicos sobre a atividade profissional e de ensino dos médicos intercambistas;
  2. Para tanto, as entidades precisam ter informações sobre o local de trabalho dos intercambistas e o nome dos seus respectivos tutores/supervisores de ensino para garantir a fiscalização do exercício profissional com o objetivo de oferecer maior segurança à população;
  3. Essas exigências têm como base o artigo 6º, do Decreto 44.045/1958, que define como essencial à fiscalização da atividade médica o conhecimento pelos CRMs da localidade de desempenho das atividades médico-educacionais;
  4. Além disso, em seu artigo 9º, a MP 621/2013, que institui o referido Programa como de caráter educacional, estabelece o acompanhamento das atividades do médico participante (intercambista ou não) por um supervisor e por um tutor acadêmico;
  5. Ainda cabe acrescentar que, como instrumento normativo infralegal, a Resolução CFM 1832/2008, em seu artigo 7º, exige a comunicação formal do supervisor e do tutor acadêmico ao sistema conselhal (com a devida identificação e assinatura dos mesmos) na condição de responsáveis pelo médico intercambista ou posgraduando;
  6. Quanto à atuação dos gestores públicos e médicos tutores/ supervisores vinculados, salienta-se que eles são corresponsáveis pelas orientações dadas aos seus pósgraduandos ou supervisionados. Na existência de fato concreto que justifique a abertura de sindicância ou processo, será feita análise caso a caso. Portanto, esse fluxo requer o envio preliminar das informações solicitadas ao Governo para que as atividades de fiscalização sejam iniciadas de forma ágil e efetiva;

Finalmente, os Conselhos de Medicina – em observação dos princípios da legalidade e da moralidade – exercerão o seu munus de fiscalização no âmbito do Programa Mais Médicos com o mesmo rigor e zelo com os quais realiza as suas fiscalizações no contexto do exercício profissional da medicina no país. As entidades não se intimidarão com quaisquer considerações que possam ter o intuito de cercear os direitos que lhe são outorgados por lei na defesa da boa prática médica em benefício da saúde da população.

Meus comentários

Idealize a seguinte situação: você é um gerente em uma organização que está prestes a receber a visita de um auditor. Você também sabe que o auditor irá investigar vários controles de segurança da informação que deveriam ser utilizados pelos gerentes, incluindo você. E você tem a plena noção destes controles e que deve usá-los. Só que, ao saber da chegada do auditor, você declara que a empresa quer sabotar o seu trabalho.

Quem quer que atue no mundo corporativo, sabe que esta é uma declaração de culpa, pois pessoas que não tem nada a temer ficariam felizes com a chegada do auditor. Motivo: em caso de idoneidade, o auditor permitirá que sua idoneidade seja mais facilmente percebida pela organização. Mas, se você tiver culpa no cartório, o auditor poderá complicar sua vida.

Não há como fugir desta constatação lógica. Quem é contra a chegada do auditor, é por que esconde alguma coisa, pois teria motivos para ficar feliz se tivesse a certeza de atuar dentro das normas e da lei.

Ora, se o CFM decide investigar o programa Mais Médicos, e se o governo brasileiro realmente tem certeza da lisura do programa, Padilha deveria neste momento estar comemorando a investigação do CFM. Seria, neste caso, a oportunidade para vender ao público a idoneidade do programa.

Mas é quando o governo reage exatamente igual ao gerente que faz tudo para que a auditoria não chegue na organização. Basta ter o menor feeling de como você reagiria diante da negativa deste gerente, para saber que o governo brasileiro cometeu um terrível ato falho facilmente percebido por um investigador de fraudes intelectuais.

Basicamente o governo brasileiro diz que está morrendo de medo de ser investigado. E, para eles, a mera investigação já é uma “sabotagem”. Não preciso dizer mais nada, certo?

Blogueiro de extrema-esquerda glorifica o ensino finlandês, mas a verdade é mais dura e cruel… by lucianohenrique

Fonte: Blog do Tarso

A Finlândia tem a melhor educação do mundo. Lá todas as crianças tem direito ao mesmo ensino, seja o filho do empresário ou o filho do garçom. Todas as escolas são públicas-estatais, eficientes, profissionalizadas. Todos os professores são servidores públicos, ganham bem e são estimulados e reconhecidos. Nas escolas há serviços de saúde e alimentação, tudo gratuito.

Na Finlândia a internet é um direito de todos.

A Finlândia se destaca em tecnologia mais do que os Estados Unidos da América.

Sim, na Finlândia se paga bastante imposto: 50% do PIB.

O país dá um banho nos Estados Unidos da América em matéria de educação e de não corrupção.

Na Finlândia se incentiva a colaboração, e não a competição.

Mas os neoliberais-gerenciais, privatistas, continuam a citar os EUA como modelo.

Difícil o Brasil chegar perto do modelo finlandês? Quase impossível. Mas qual modelo devemos perseguir? Com certeza não pode ser o da privatização.

Meus comentários

O efeito psicológico do post parecia até impressionar alguns, mas a alegria durou pouco, pois um comentarista foi pesquisar e descobriu que das 20 instituições que mais produziram artigos científicos nos últimos dez anos, nada menos que 13 são norte-americanas. Nenhuma veio da Finlândia. Vejam a lista:

1) Academia Russa de Ciências (Rússia) – http://www.ras.ru

A instituição, espalhada em inúmeros centros pelo território russo, tem grande produção científica nas áreas de geociência, química e ciência dos materiais. O site central só está disponível em russo, mas vários centros regionais possuem páginas com versão em inglês.

2) Universidade do Texas (EUA) – http://www.utexas.edu

Os vários campi da universidade têm diversos de seus cursos de pós-graduação (como os de engenharia, história latino-americana e astronomia) entre os melhores dos EUA, além de ter destaque em biologia, em especial nos estudos sobre evolução.

3) Universidade Harvard (EUA) – http://www.harvard.edu

A mais tradicional universidade norte-americana, fundada em 1636, também prima pelo ecletismo. Contudo medicina, odontologia e direito ocupam posição de destaque nos programas de pós-graduação. Cada faculdade ou escola tem seu sistema de inscrição on-line diferenciado.

4) Universidade de Tóquio (Japão) – http://www.u-tokyo.ac.jp

Distribuída por três campi, além de diversos centros de pesquisa, a instituição tem reputação de excelência em praticamente todas as áreas do conhecimento, embora a maior distinção fique com os cursos de ciências exatas e biológicas. Dominar o idioma japonês é requisito básico para a pós-graduação.

5) Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) – http://www.ucla.edu

Os programas de pós-graduação englobam todas as áreas do conhecimento, mas a universidade destaca as pesquisas médica, educacional, literária e astronômica.

6) Universidade de Illinois (EUA) – http://www.uillinois.edu

Com três campi principais (em Chicago, Urbana-Champaign e Springfield), a instituição tem entre seus pontos fortes a produção científica em química e engenharia. Os candidatos aos programas de pós-graduação devem procurar informações no campus de interesse.

7) Universidade de Michigan (EUA) – http://www.umich.edu

A instituição tem numerosos programas de pesquisa em áreas de ponta da engenharia e da ciência médica, além de um enfoque especial em ciências sociais. Praticamente todas as áreas, porém, estão bem representadas. Cada área tem seu próprio sistema de admissão para a pós-graduação.

8) Universidade de Wisconsin (EUA) – http://www.wisc.edu

Ciências agrárias e sociais são as áreas em que a produção científica da universidade mais se destaca, estando entre as dez primeiras do mundo. Candidatos estrangeiros aos cursos de pós-graduação podem se inscrever on-line.

9) Universidade de Washington (EUA) – http://www.washington.edu

Os programas mais procurados por estudantes de pós-graduação na universidade estão na Faculdade de Artes e Ciências e incluem, principalmente, ciências biológicas e humanidades. Para avaliar os candidatos estrangeiros ao seu programa de pós-graduação, a universidade tem um sistema especial disponível no site.

10) Universidade de Toronto (Canadá) – http://www.utoronto.ca

A instituição canadense ocupa posição importante graças à excelência na pesquisa médica, nas neurociências e na psicologia. Mas a universidade oferece cursos de praticamente qualquer área. Os candidatos aos programas de pós-graduação devem falar diretamente com o departamento de interesse.

11) Universidade Johns Hopkins (EUA) – http://www.jhu.edu

A tradicional instituição de Maryland, na Costa Leste americana, tem a pesquisa em biologia, bioquímica e medicina como seus pontos fortes. Os candidatos aos programas de pós-graduação são aconselhados a procurar diretamente seu departamento de interesse.

12) Universidade de Minnesota (EUA) – http://www.umn.edu

Química, ciências ambientais e ciência da computação estão entre as áreas nas quais os quatro campi da instituição são líderes em pesquisa. Cada um dos campi tem sistemas de admissão próprios para a pós-graduação, todos já disponíveis on-line.

13) Universidade de Kyoto (Japão) – http://www.kyoto-u.ac.jp

Química e farmacologia são os destaques da produção científica dessa universidade japonesa fundada em 1897. A instituição exige domínio do idioma japonês. Cada departamento tem seu próprio sistema de admissão.

14) Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) – http://www.berkeley.edu

Pesquisas nas áreas de física, economia e química são áreas em que a produção científica da instituição está entre as dez maiores do mundo. O sistema de inscrição para a pós-graduação está centralizado e vale para todos os cursos, exceto para a Escola de Direito e para a Escola Haas de Negócios.

15) Universidade Stanford (EUA) – http://www.stanford.edu

Engenharia, ciência da computação e economia são as áreas nas quais os pesquisadores de Stanford (foto) mais produzem. Os requisitos para a inscrição variam consideravelmente de departamento para departamento.

16) Universidade Cornell (EUA) – http://www.cornell.edu

A universidade está entre as dez maiores produtoras de pesquisa do mundo nas áreas de matemática, ciências agrárias e ecologia. A inscrição on-line para a pós-graduação está centralizada, embora alguns cursos requeiram uma pré-inscrição.

17) Universidade de Cambridge (Reino Unido) – http://www.cam.ac.uk

As ciências exatas são o reduto da única instituição britânica da lista, especialmente a ciência espacial, a química, a física e a engenharia. Ao contrário das suas contrapartes americanas, Cambridge não exige taxa de inscrição.

18) Universidade da Pensilvânia (EUA) – http://www.upenn.edu

Outra das universidades americanas a refletir a supremacia do país na pesquisa biológica, a instituição também ocupa papel importante na área econômica. Para os interessados em seus cursos de pós-graduação, a universidade sugere como primeira providência o contato com o grupo ou o programa específico que o candidato quer cursar, já que o sistema varia bastante.

19) Centre National de la Recherche Scientifique (França) – http://www.cnrs.fr

O Centro Nacional da Pesquisa Científica, formado por uma série de núcleos de pesquisa espalhados pela França, se destaca, em termos de produção científica, na química e nas ciência dos materiais, mas também abrange as ciências humanas. As oportunidades para cientistas estrangeiros em busca de aperfeiçoamento no CNRS são basicamente para pós-doutorado.

20) Universidade de Osaka (Japão) – http://www.osaka-u.ac.jp

A tradição japonesa de produzir boa ciência exata se reflete no desempenho da instituição, uma das líderes mundiais nos campos da química e da ciência dos materiais. O método de admissão varia muito de acordo com a área escolhida para a pós-graduação. A universidade recomenda que o candidato entre em contato com o departamento de interesse.

Para a coisa ficar ainda mais constrangedora para Tarso, outro comentarista lembrou que de acordo com o ranking das melhores universidades do mundo, a melhor finlandesa está em um fantástico… 109º lugar. Já das 15 primeiras colocadas, 10 são dos Estados Unidos.

Como se vergonha pouca fosse bobagem, ainda temos a bolha de educação superior estatal da Finlândia, que gerou uma grande massa de desempregados com curso superior. E a maioria deles é formado em coisas como História da Arte, Letras e Filosofia, que, em termos de mercado de trabalho, agrega pouco.

Constatação cruel deste leitor: “Um monte de finlandeses pagam até 50% do PIB do país para financiar uma educação pública que não leva a nada.”

É claro que esse modelo de “educação 100% estatal” só serve para enganar trouxas. Na verdade, um país com 100% de educação estatal perde até a condição de julgar a si próprio, pois a escola pública tem servido para que a esquerda crie uma legião de zumbis com cartilhas de doutrinação.

É por isso que Tarso anseia por uma educação 100% estatal. E é exatamente por isso que devemos fugir da proposta dele. Que ele vá enganar outro…

Movimento gay oficializa genocídio cultural contra cristãos no Brasil através da promoção do beijo gay em cultos evangélicos by lucianohenrique

Em um site de Facebook intitulado Brasil contra Igreja Universal, o movimento gay deu o tom de sua campanha lançando a imagem acima. O site é baseado em fomentação de ódio contra religiosos, utilizando toda a gama discursiva neo-ateísta. Como sempre, neo-ateus e gayzistas aliam-se em todas as suas ações contra a religião.

Como publiquei ontem, a esquerda começou a enviar seus zumbis funcionais para cultos evangélicos, de forma a constrangê-los e conseguir fazê-los ficar na defensiva. Assim, os ambientes reservados a evangélicos serão aos poucos invadidos por gays funcionais que irão se beijar nestes ambientes.

Os líderes evangélicos ainda não perceberam o que está ocorrendo, mas o estudo da dinâmica social da guerra política pode nos ajudar a entender qual o objetivo disso tudo.

Simplesmente, a esquerda, utilizando seus grupos militantes (em especial, os gayzistas), resolveu praticar genocídio cultural contra os cristãos. Para entendermos melhor o que isso significa recomendo a leitura de Genocide in Rwanda: The Role of the Media in Confusing Public Opinion and Encouraging the Killings, de Virginia de La Guardia. Também recomendo a leitura dos verbetes sobre demonização e desumanização, da seção Propaganda, deste blog. Por fim, recomendo o livro Less Than Human, de David Livingstone Smith.

A fase atual do jogo da esquerda contra os cristãos já não é mais a demonização (que os neo-ateus tem feito com talento inacreditável desde 2004), mas a desumanização. A demonização implica no lançamento de culpa sobre os adversários de forma a fazer a população odiar este grupo. A desumanização implica em cravar no subconsciente da patuléia que seus adversários são “menos que humanos”, e, portanto, não há problema em exterminá-los. A nossa espécie é motivada a proteger a própria espécie, mas pode perder essa empatia se sentir que um grupo social é “menos humano” que o outro. Foi assim que toda uma população achou normalíssimo ver pessoas indo para campos de concentração na Alemanha Nazista, Rússia, China e Cambodja.

Genocídio cultural é o extermínio de todos os traços de uma cultura, fazendo com que o grupo alvo perca a sua identidade, através de vários tipos de violência, desde a violência psicológica até a violência física, sempre endossado por propaganda. Nota-se que se a demonização é útil para o genocídio cultural, a desumanização é essencial.

E como funciona o processo? É simples até demais. É preciso, com diversos atos, demonstrar que seu oponente é “menos humano”, portanto não deve receber os mesmos direitos dados aos demais humanos. Foi exatamente assim que muitos negaram aos judeus os direitos dados aos demais cidadãos na Alemanha Nazista.

Essa frase é chave para a demonização no contexto da prática de genocídio cultural: “menos que humano”. Qualquer campanha de genocídio cultural que não lute para implementar este conceito (mesmo que de forma implícita) na mente da patuléia não é uma prática de genocídio cultural puro-sangue.

Para implementar a idéia de que o grupo oponente é “menos humano”, então, é preciso gravar no subconsciente do público a noção de que os direitos básicos, válidos para todos os seus oponentes, não valem para o grupo alvo. E é exatamente isso que o movimento gay está fazendo.

Vejamos. Alguém pode ir na Passeata Gay dizer que homossexualismo é uma aberração? Não, não pode. Alguém pode obrigar os membros de um grupo de estudos intitulado “Fundação Richard Dawkins” a serem vítimas de baderna de teístas? Não, não pode. Por que essas pessoas devem ser respeitadas de acordo com a lei? Por que, obviamente, são seres humanos que merecem ter seus direitos respeitados. E, então por que os cristãos que estão em um culto não podem ser respeitados da mesma forma? Por que aqueles que são “menos humanos” não merecem o mesmo direito que os demais humanos. Esta é a ideia abominável por trás da maioria das ações recentes de gayzistas contra os religiosos.

Quando um site com mais de 160.000 usuários (que eu citei no início deste post) conclama as lésbicas para irem se beijar nos cultos de Marco Feliciano, estão oficialmente declarando que a lei que protege os praticantes de um culto de serem vítimas de escárnio durante suas cerimônias não precisa ser aplicada, pois aqueles declarados como “menos que humanos” não merecem os mesmos direitos que os demais humanos.

Quando um casal de gayzistas praticou ofensa, agressão e intimidação contra Marco Feliciano em um vôo, estavam subcomunicando a seguinte mensagem: “Ele é religioso. Pior ainda, é um líder religioso. Portanto, as leis civis não devem protegê-lo.” Isto significa gravar no subconsciente da patuléia que seu oponente é “menos que humano”, e esta é uma parte essencial da campanha de desumanização, que tem sido usada como forma de genocídio cultural contra os cristãos.

Esses são os guidelines para os grupos que estão nessa linha de ação:

Quebrar a lei para atingir o inimigo político
Agir, com encenações diversas, de modo a fazer parecer que seu ato não é apenas normal, mas necessário
Encenar espanto quando qualquer pessoa tentar lhe interromper em suas ações de quebra de lei
Conseguir endosso público para suas ações de quebra da lei. (Quanto mais uma parte da patuléia gritar “E foi pouco, deviam ter feito mais!” pontos são conquistados neste jogo)
Tratar aqueles que quebraram a lei como “vítimas”
Tratar as vítimas da ação como “culpados” por todos os atos que sofreram (A idéia é marcar espaço na mente da patuléia como se a ação de ataque fosse “justa” ou “merecida”)
Essas regras tem sido seguidas a risca por boa parte do movimento gay recente e agora estão sendo arquitetadas, via redes sociais, para se tornar um padrão.

Enquanto isso, muitos estão indignados e citam, diante dos meliantes, o Art. 208, que diz: “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

Mas isso significa apenas citar a lei para o seu ofensor, quando na verdade ele está exatamente quebrando a lei para gravar na mente da platéia que a lei não vale para você. Se ele não quebrar a lei, vai perder a parte mais importante da desumanização, que é demonstrar o inimigo como “não merecedor do mesmo direito que os demais humanos”.

A questão não está entre quebrar ou não a lei. Mas sim em quebrar a lei, não ser punido e ainda conseguir, via propaganda, demonstrar que esse ato é legítimo e respeitável, pois assim ele conseguirá fazer seu oponente ser percebido como “menos que humano”, e, portanto, definitivamente eliminado do jogo político.

Espero que os evangélicos usem essa última chance de perceberem a gravidade da situação. Os adversários deles, sejam neo-ateus, gayzistas e demais esquerdistas em geral, já estão em fase de jogar o jogo da desumanização, pois o objetivo é eliminar a participação dos religiosos da vida pública.

Ou os religiosos começam a reagir de forma assertiva (o que não significa agir com violência física, muito pelo contrário), ou então serão achincalhados quando reclamarem de serem vítimas de quebra da lei durante atos para atingi-los.

Hoje uma boa parte da população ainda consegue se indignar. Mas, a continuar por este caminho, em breve uma boa parte da população vai odiar as reclamações de religiosos quando estes reclamarem de que a lei seja quebrada contra eles. Nesta fase, o genocídio cultural terá sido concluído com sucesso.

A única forma de reverter o jogo implica em perder a ingenuidade política.

Um pouco sobre o Marco Governamental da Internet by lucianohenrique

Eu vejo o ato discursivo de um esquerdista, especialmente da extrema-esquerda, como um fenômeno natural a ser estudado. Esse fenômeno prevê que eles pratiquem fraudes para qualquer bloco de conteúdo que distribuam, seja por via oral ou escrita. Fraudar o discurso passa a ser, para eles, uma espécie de vício.

Assim como esperamos que um fumante inveterado saia do escritório para fumar a cada 1 ou 2 horas, no mínimo, esperamos que o esquerdista lance suas fraudes intelectuais de forma incessante enquanto luta para capitalizar (se for funcional) em prol de seu beneficiário.

Por exemplo, uma legislação que atende pelo nome de “Marco Civil da Internet” já começa fraudando o debate em seu título, pois, na verdade, é um Marco Governamental de Internet. O objetivo é claro: fazer com que o cidadão pense que existe uma iniciativa popular e não dirigida ao invés de uma ação a mando do governo.

Se o Marco Governamental já começa com segunda intenções em seu título, é óbvio que podemos esperar motivações torpes por trás do resto de seu conteúdo, como podemos ver no trecho abaixo:

Art. 11. Na provisão de conexão à Internet, cabe ao administrador do sistema autônomo respectivo o dever de manter os registros de conexão, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de um ano, nos termos do regulamento.
§ 1o A responsabilidade pela manutenção dos registros de conexão não poderá ser transferida a terceiros.
§ 2o A autoridade policial ou administrativa poderá requerer cautelarmente a guarda de registros de conexão por prazo superior ao previsto no caput.
§ 3o Na hipótese do § 2o, a autoridade requerente terá o prazo de sessenta dias, contados a partir do requerimento, para ingressar com o pedido de autorização judicial de acesso aos registros previstos no caput.

Para descobrir o truque basta conhecer a língua portuguesa. “Autoridade administrativa” com poder de requerer a guarda de registros de cidadãos comuns tem um nome: o estado, que é administrado pelo PT. Não passa da vontade de espionar o que qualquer pessoa faz na rede. Elementar…

Ou seja, o Marco Governamental da Internet não passa de uma nova versão do AI-5, só que para Internet.

Abaixo, Paulo Eduardo Martins aborda outro aspecto (menos perigoso, mas também danoso) do Marco Governamental da Internet:

Mensaleiros à beira da prisão: o que isso nos revela sobre a mente do adepto da extrema-esquerda? by lucianohenrique

Segundo o UOL, a possibilidade de vários mensaleiros passarem a assistir o sol nascer quadrado torna-se quase uma certeza:

Em uma sessão longa, confusa e marcada por discussões, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (13) pela execução imediata das penas da maioria dos condenados do mensalão. Todos os ministros seguiram este entendimento, proposto pelo relator do processo, Joaquim Barbosa, presidente da Corte. Ainda não há um número definido de quantos réus começarão a cumprir as penas, mas serão no mínimo 16 condenados –há dúvidas sobre seis réus.

Após o fim da sessão, o ministro Luís Roberto Barroso explicou que quem irá decidir sobre a expedição dos mandados de prisão e a execução das penas será o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.

Segundo a assessoria de imprensa do STF, será feito um levantamento na manhã desta quinta-feira (14) sobre quais condenados já começarão a cumprir a sua pena e em relação a quais crimes.

Com a decisão desta quarta, tanto réus que poderão ser submetidos a um novo julgamento em 2014 –como o ex-ministro José Dirceu e o publicitário Marcos Valério– porque puderam recorrer com embargos infringentes, como os que não podem mais apresentar recursos, começam a cumprir as penas imediatamente. “É imperativo dar imediato início [à execução das penas]”, afirmou Barbosa em seu voto.

Dos 25 réus condenados no mensalão, 12 não podem apresentar mais nenhum recurso no processo e não têm mais nenhuma instância para recorrer.

E as regras valem até para os “réus com embargos infringentes”:

No total, 18 réus apresentaram embargos infringentes, sendo que 12 deles tinham direito, de acordo com o regimento do STF, por terem ao menos 4 votos pela sua absolvição.

Os ministros decidiram que mesmo os réus que ainda serão julgados novamente já comecem a cumprir as penas dos crimes que não cabem embargos infringentes, ou seja, em que a condenação “transitou em julgado” (fase do processo em que não cabem mais recursos).
Os réus nesta situação são: José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil); José Genoino (ex-presidente do PT), Delúbio Soares (ex-tesoureiro do PT), Marcos Valério (publicitário e operador do esquema), Ramon Hollerbach, Cristiano Paz (ambos ex-sócios de Valério), Simone Vasconcelos (ex-funcionária de Valério), José Roberto Salgado (ex-dirigente do Banco Rural). Kátia Rabello (ex-presidente do Banco Rural).

O ex-ministro José Dirceu, por exemplo, foi condenado por corrupção ativa a 7 anos e 11 meses de prisão e por formação de quadrilha a 2 anos e 11 meses. Dirceu só obteve quatro votos por sua absolvição no crime de formação de quadrilha. Com a decisão de hoje, ele deve começar a cumprir a pena por corrupção enquanto seu recurso contra o crime de quadrilha corre no STF.

Pela jurisprudência do STF, os embargos infringentes só são cabíveis para os réus que foram condenados, mas tiveram ao menos quatro votos pela absolvição. A maior polêmica na sessão de hoje ocorreu no momento em que os ministros debatiam se os réus condenados que não receberam ao menos quatro votos pela absolvição deveriam ter as penas executadas já ou só quando seus embargos infringentes fossem analisados, no ano que vem.

Fiz questão de citar a notícia do UOL só para não deixar passar batido. Mas os próprios leitores deste blog notaram que eu falei muito pouco sobre o Mensalão. Verdade. Foi intencional. Eu preferia esperar pelos capítulos finais. Este blog, aliás, não é sobre o cotidiano político, mas sobre ciência política, especialmente estratégia política.

O que mais me interessa são as táticas dos esquerdistas, e os truques que eles usam. Também me interesso fundamentalmente no esquerdismo enquanto fenômeno natural. Um fenômeno do comportamento.

Nessa ótica, um dos aspectos mais relevantes do caso Mensalão é o comportamento dos petistas em relação às notícias sobre o caso. Enquanto reagiam às notícias sobre o julgamento, mostravam uma particularidade muito interessante em termos comportamentais.

Eis a particularidade: quanto mais distante da extrema-esquerda, mais alguém se envergonha das falhas daqueles que estão ao seu lado. É por isso que na época da condenação de Demóstenes Torres, muitos eleitores de direita viraram as costas para ele. No caso dos mensaleiros, a reação dos petistas foi exatamente oposta. Quanto mais evidências surgiam dos crimes que eles cometeram, mais ardorosos ficavam seus adeptos na defesa dos líderes do PT.

Podemos explicar esse fenômeno como uma variação do efeito backfire. No efeito backfire, o apego a uma crença aumenta em direção diametralmente oposta à sua refutação. Ou seja, quanto mais enfraquecida uma crença perante o público de fora, mais forte ela se torna para seu adepto. No caso dos petistas, ocorre a mesma coisa com o apego dos funcionais em relação aos líderes do partido. Quanto mais estes são desmoralizados pelos fatos, mais seus súditos os idolatram. E, ao mesmo tempo, mais eles odeiam de maneira vigorosa todos os que querem justiça, isto é, a ida dos mensaleiros para a cadeia.

Esse é o risco de adorar seus políticos da mesma forma que a massa adora times de futebol. Quando o time perde, seu torcedor também perde, pelo processo vicário (onde um indivíduo faz as vezes de outro). Quando seus machos-alfa deixam de reter o poder em mãos, os esquerdistas funcionais sentem-se derrotados.

Nesta madrugada, de 13 para 14 de novembro, os esquerdistas funcionais que devotam sua vida ao PT (mas não ganham um centavo com isso) vão dormir com a testosterona em baixa.

Executando uma dinâmica já manjada (e prevista), o Globo entra de sola na campanha de genocídio cultural contra os cristãos by lucianohenrique

Em 17 de setembro (logo a 0:01 da manhã), eu publiquei o texto Duas lésbicas se beijam em culto evangélico e são expulsas: Como prever (sem medo de errar) os próximos passos da esquerda na guerra política contra Marco Feliciano, onde previ os próximos passos na guerra política dos esquerdistas (especialmente os gayzistas) contra os cristãos.

No dia seguinte, 18 de setembro (novamente a 0:01 da manhã – não sei se vocês perceberam o padrão – risos), publiquei um texto mais detalhado sobre como todas as ações esquerdistas estão convergindo para aquilo que chamamos de genocídio cultural, com base na técnica de propaganda Desumanização. Eis o texto: Movimento gay oficializa genocídio cultural contra cristãos no Brasil através da promoção do beijo gay em cultos evangélicos.

Pois bem, em 17 de setembro (as 12:03), o Globo publicou a grotesca obra de propaganda intitulada Especialistas afirmam que não há crime em beijo gay em culto. O mais curioso é que no meu primeiro texto, 12 horas antes do texto do Globo ser publicado, eu previ exatamente o conteúdo que trariam, e até as fraudes intelectuais que eles iriam embutir lá.

Eu previ que os gayzistas fariam campanha de desumanização, assim como considerariam o crime contra os cristãos como “um ato legal e justo”. Em seguida, usariam a agressão para se fingirem de vítimas, e ainda iriam colocar a culpa nos cristãos, especialmente Marco Feliciano. Dito e feito.

Não disse que a jornalista Marcelle Ribeiro leu meu texto e agiu conforme eu disse que ela agiria. Acho que se ela lesse meu texto tentaria disfarçar um pouco mais na prática de seu jogo político sujíssimo. Mas, supondo que ela não leu, como minha previsão sobre o comportamento da esquerda militante se mostrou tão acertado? O fato é que existe uma dinâmica por trás de todo comportamento esquerdista, e o texto do Globo é apenas o exercício desta dinâmica.

O texto de Marcelle começa tentando comprovar a tese de que o beijo de duas lésbicas em um culto evangélico não é um crime. Para isso eles usam uma técnica que os esquerdistas americanos dominam: o uso de “pundits”. Esses são os especialistas em algum assunto, mesmo que na verdade estejam apenas exercendo sua posição partidária. A mídia de esquerda tende a esconder o partidarismo destas pessoas e aponta-las como especialistas.

Observem como começa o texto: “Professores de Direito ouvidos pelo jornal O Globo afirmam que as jovens que foram parar na delegacia após se beijarem em evento evangélico em que estava presente do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) não devem ser enquadradas no crime de perturbação a culto religioso”.

Mais a frente mostrarei evidências de que os tais “professores de Direito” nada mais são que (apenas dois) esquerdistas ultra-radicais que dão aula para a PUC, mas essa é a técnica do uso de “pundits”. Usar seus militantes que tenham alguma credencial para apresenta-los como “os especialistas” de um assunto. Obviamente só farão propaganda e implementarão fraudes, mas como a patuleia tende a acreditar nos “pundits”, neste jogo a esquerda sempre consegue pontuar…

Antes destas evidências, comecemos a estudar as fraudes de Fernando Castelo Branco.

Ele diz:

(O que elas fizeram) É diferente de eu começar a satirizar a imagem de Jesus Cristo, por exemplo. Isso é vilipêndio ao culto. O fato de ter acontecido em local público é fortalecimento de que não houve crime. Se elas tivessem entrado em um templo, subido em púlpito, aí é diferente. Se fosse um homem e uma mulher poderia ter acontecido o beijo? A classificação delas nesse crime é discriminatória.

Aqui ele usou o estratagema da distinção de emergência ao fingir que para existir vilipêndio ao culto precisaria haver ocorrido algo extremo como “satirizar a imagem de Jesus Cristo dentro de um culto”. O fato é que Fernando mente até dizer chega, pois vilipêndio ao culto implica em qualquer ato de achincalhe, menosprezo e ofensa aos praticantes do culto, no ambito do culto. Assim, se existisse uma religião gay que fizesse um culto, seria também um ato de escarnecimento um casal heterossexual ir lá e se beijar.

Quando ele diz que “se o beijo entre homem e mulher é permitido no culto, então obrigatoriamente o beijo entre duas mulheres ou dois homens também deve ser permitido, senão é discriminação”, Fernando está querendo convencer o público de que a definição das regras de um culto é dada pelo oponente do culto, não pelos seus participantes. Algo como chegar em uma mesquita onde se critica a crença em Jesus e pedir um direito de resposta cristão com direito de crítica a Maomé lá dentro. Obviamente é absurdo e inconcebível, pois a regra da religião islãmica é dos muçulmanos, não dos cristãos.

Dizer que “o beijo gay deve ser tão permitido quanto o beijo heterossexual (ao que parece nem este é) em cultos evangélicos” é tão ridículo e sem sentido quanto dizer que “dentro de uma mesquita, a crítica a Maomé deve ser tão permitida quanto a crítica a Jesus”.

Nota-se que Fernando não tem limites para a sua hipocrisia e falsificação da realidade.

Como qualquer investigador de fraudes aprende, deve-se investigar, e fiz questão de vasculhar a página do Facebook de Fernando, onde encontrei coisas interessantes, como o post abaixo:

evidencia1

Aha, PSTU? O cara vai além do PT. Para ele, o negócio é seguir o PSTU. O esquerdismo dele é dos mais extremos e psicóticos.

Abaixo, algo ainda mais interessante:

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Como é que é? A justiça protege o dono de uma propriedade (contra seus invasores) e segundo Fernando isso é uma “decisão que acirra os conflitos sociais”? Agora eu entendi como ele teve a cara de pau de fraudar tanto a lógica para tentar convencer a plateia de que o beijo das duas lésbicas em um culto “não é crime”. A coisa é tão abjeta que o sujeito ainda tem a pachorra de dizer que vai usar a defesa do roubo de terras “em sala como exemplo”. O indivíduo nada mais nada menos confessou que doutrina seus alunos em marxismo…

Carlos Kauffmann é outro que também dá aula na PUC-SP (que parece ser um recanto dos esquerdistas mais fundamentalistas – e depois eles ainda reclamam que os alunos entram na justiça para barrar uma reitora), conhecido por ser conselheiro da OAB-SP e até participante de uma comissão da OAB a favor da PEC37. Será que o pessoal que achou esses “especialistas” para o Globo esperava que eu não fosse investigar o histórico dessa dupla?

Enfim, se Kauffman é um esquerdista radical, é óbvio que podemos esperar dele um caminhão de fraudes intelectuais, e ele não decepciona ao dizer que “Duas meninas se beijarem não é proibido, elas estavam dentro das normas. Não há proibição legal nisso.”

Mas ninguém reclamou de “duas mulheres se beijarem” (ele usou o frame “meninas” ao invés de “mulheres” provavelmente para impressionar o público), mas sim de “duas mulheres se beijarem em um culto evangélico, que é contra esse tipo de comportamento”. Ademais, ele cria uma regra de lógica tão ridícula que a coisa deve descambar para a piada.

Observe: “O beijo entre mulheres não é proibido em ambientes públicos e neutros. Logo, elas estão livres para se beijar em um culto evangélico”. Mas, segundo essa regra de Kauffmann, aquilo que não é proibido em ambientes neutros passa a ser livre de proibição em qualquer ambiente restrito. Algo como “fumar não é proibido, logo é proibido proibir alguém de fumar em um ambiente reservado a um grupo de não-fumantes”. É esse nível de professor, com esse tipo de paralaxe cognitiva, que está recebendo emprego na PUC e ainda é chamado de “especialista” por uma jornalista muito mal intencionada.

Como vergonha na cara não parece ser coisa que Kauffmann aprecie, e óbvio que ele precisa tirar da cartola mais uma fraude. Segue:

É discutível [a questão de considerar crime o beijo gay em um culto evangélico até mesmo se fosse um culto em ambiente privado evangélico] porque tudo indica que a intenção delas não era atingir a religião dele, mas o deputado federal. O artigo visa a proteção do sentimento religioso. A intenção não era atingir o culto religioso, mas a pessoa. Elas não estavam escarnecendo a crença, mas a conduta dele como deputado federal.

Na nova distinção de emergência de Kauffmann, basta alguém conseguir arrumar uma desculpa para dizer que, de forma subjetiva, a vítima não era um grupo, mas uma pessoa, que todos os atos ofensivos ao grupo estão liberados. É, eu falei que o nível dessa dupla era baixo.

Aliás, Feliciano deu mais detalhes de como o discurso de Kauffman é mais falso que menstruação de travesti:

É impossível protestar contra mim sem protestar contra a minha religião, porque eu defendo o que a minha religião defende. Ali não estava o deputado, estava o pastor pregando.

Correto. Se Feliciano acredita nas mesmas coisas que seus fiéis acreditam em relação ao beijo gay em um ambiente de culto, então é evidente que a ofensa foi em relação a todos os que compartilham a crença de Feliciano. Não há como alguém fugir desta constatação lógica. Enfim, mintam o quanto quiserem, mas trazer dois “pundits” de extrema-esquerda para maquiar a realidade tentando fingir que não existiu crime de ultraje a culto significa demonstrar uma falta de caráter inigualável.

Em um nível ainda mais baixo que os dois professores marxistas da PUC, Carlos Magno, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), seguiu à risca o padrão que eu havia previsto. Os gayzistas passam então a acusar Feliciano por causa da prisão das garotas:

Isso é um absurdo. Manifestação de afeto não é crime no país. Isso só demonstra a forma fascista como esse deputado tem se posicionado frente à nossa comunidade. A Guarda agiu errado, pois não havia nada que pudesse ser motivo de detenção.

Em outro jogo sujo, mais um líder gayzista, Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, resolve atacar Feliciano transformando-o em vilão da história:

Marco Feliciano já mostrou que é uma pessoa desinformada, de puro preconceito. Mas o que assustou mais foi o fato de a Guarda, que tem que ficar a serviço do povo, que é paga pelo povo, acatar e prender pelo simples afeto público. Os casais heterossexuais também vão ser presos porque se beijam? Se o beijo público for um crime, nós não vamos ter mais local suficiente para prender as pessoas.

Previsivelmente, todos os líderes gayzistas, junto com seus demais aliados da esquerda, fingirão que evangélicos estão “contra as demonstrações de afeto”, usando os mesmos truques dois “pundits” do início. Não falta nem sequer o truque de dizer “que a rua é pública”, quando na verdade ali ainda existia um culto evangélico, protegido pela lei. Não há como fugir da realidade a não ser com muita encenação.

Agora, para finalizar, não é que eu queira me “gambar” (sic), mas preciso de novo citar a mim mesmo, lembrando novamente que disse isso em um texto escrito 12 horas antes da matéria do Globo ser publicada: “se alguém invadir um culto e ofender as regras daqueles que estão em um ambiente particular e privado, a culpa será atribuída aos evangélicos, mas jamais aos ofensores”.

Agora veja o discurso do presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira:

Quem tem que ser preso é o Feliciano, porque ele tem sido uma espécie de mentor intelectual durante anos. Ele tem que ser responsabilizado por crimes que que estão sendo realizados contra a comunidade LGBT. Vivemos em um estado laico e as pessoas têm o direito de ir e vir.

Aqui tem de tudo. Demonização de Feliciano por que ele seria na ótica de Cerqueira culpado de crimes contra gays (mesmo que ele jamais apresente evidências para provar isso contra Feliciano), criminalização do ato do pastor ao emitir opiniões (note que Cerqueira pede a prisão de Feliciano por ser “mentor intelectual”), e por fim o truque de fingir que o desrespeito de qualquer lei que protege os direitos básicos dos religiosos “significa estado laico”.

De todos os esquerdistas executando a dinâmica de desumanização contra os cristãos, Cerqueira é o mais cara de pau de todos eles. Mas sejamos justos: todos eles são jogadores sem o menor escrúpulo.

Os cristãos infelizmente encontram-se em uma situação difícil. Precisam aprender urgentemente a arte da guerra política, enquanto do outro lado estão especialistas no jogo. E, para piorar, esses especialistas no jogo político são desonrados, amorais, incapazes de conviver em uma sociedade civil e estão com sede de sangue.

Político de extrema-esquerda prestes a ser preso, Genoíno dramatiza a situação para se fingir de “preso político” by lucianohenrique

Não caiam da cadeira, mas segundo o Portal A TARDE, Genoíno realmente superou todos os limites de fingimento e encenação após saber que vai para a cadeia. Um pouco antes de receber a ordem de prisão em sua casa, ele disse:

Com indignação, cumpro as decisões do STF e reitero que sou inocente, não tendo praticado nenhum crime. Fui condenado por que estava exercendo a Presidência do PT. Do que me acusam? Não existem provas.O empréstimo que avalizei foi registrado e quitado.

Fui condenado previamente em uma operação midiática inédita na história do Brasil. E me julgaram em um processo marcado por injustiças e desrespeito às regras do Estado Democrático de Direito.

Por tudo isso, considero-me preso político.

Como disse Reinaldo Azevedo, ele é um político preso, coisa que ocorre em democracias.

Ademais, como o sujeito pode ser preso político se o partido do qual ele foi presidente comanda o governo há 11 anos? A auto-rotulagem como preso político não faz o menor sentido.

O fato dele ser presidente do PT já seria prova suficiente para condená-lo. Assim como podemos condenar o presidente de um país pela produção de armas químicas, ou o presidente de uma empresa por decidir mudar de ramo e investir em armas nucleares.

Auditores, aliás, sabem de uma lição básica: o alto corpo executivo de uma organização é responsável pelas direções estratégicas dessas organização.

Genoíno simplesmente foi presidente do partido que cometeu como uma ação estratégica o crime de corrupção chamado de Mensalão. Simples assim. Não tem como ele fugir disso.

Aonde for e quando for, defenderei minha trajetória de luta permanente por um Brasil mais justo, democrático e soberano.

Mas na verdade toda essa “defesa de Brasil mais justo, democrático e soberano” será sempre mais falsa que nota de três reais, constituindo fachada para ações com visa a inchar o estado, certo?

Como ridicularizar fácil o ex-padre maluco que exige na Justiça retornar à Igreja Católica (mesmo odiando todos seus dogmas) by lucianohenrique

Fonte: Folha de S. Paulo

Impulsionado pelas declarações do papa Francisco sobre homossexuais, o padre Beto, excomungado em abril deste ano após declarações de apoio a gays, decidiu recorrer à Justiça para tentar anular sua exclusão da Igreja Católica.

Roberto Francisco Daniel, 48, conhecido como padre Beto, contratou advogados e protocolou na segunda-feira uma medida cautelar contra a Diocese de Bauru (329 km de São Paulo). Questiona a forma como foi expulso da igreja, num tribunal em que, segundo ele, compareceu sem saber do que se tratava e sem direito à defesa.

Ele estudava a possibilidade de ir à Justiça desde a época do excomunhão, mas diz que a postura do papa Francisco o estimulou ainda mais. No final de sua visita ao Brasil, o papa fez a mais ousada declaração de um pontífice sobre o homossexualismo. “Se uma pessoa é gay e busca Deus, quem sou eu para julgá-la?”, disse.

A ação judicial tramita na 6ª Vara Cível de Bauru. O religioso alega que tratado assinado entre o Vaticano e o governo brasileiro determina que o sistema constitucional e as leis brasileiras sejam seguidos pela igreja. Beto afirma que, além de não ter tido direito de defesa, a decisão foi publicada no mesmo dia em que foi tomada, no site da diocese.

“Fui tratado como um adolescente. Fui exposto publicamente”, diz. “Essa ação judicial é também para que todo brasileiro entenda que nenhuma instituição pode fazer isso com uma pessoa”.

O ex-padre disse que acreditava que seu processo de excomunhão não estivesse encerrado e ainda teria de ser assinado pelo Vaticano. Ao estudar o caso, descobriu que a decisão da Diocese de Bauru é definitiva na igreja. Por isso resolveu tentar revertê-la na Justiça.

“Não movo uma ação contra a Igreja Católica. Existe igreja e igreja. A ação é contra a diocese”, ressalta.

Antes da excomunhão, Beto havia decidido pedir um afastamento temporário de suas funções. Isso aconteceu depois que o bispo de Bauru, Dom Caetano Ferrari, 70, determinou uma retratação por causa de entrevistas em que o religioso falava sobre os homossexuais e questionava o conservadorismo da Igreja Católica.

A Diocese de Bauru ainda não se manifestou sobre a ação judicial. O argumento oficial para a excomunhão foi que Beto “negou categoricamente a cumprir o que prometera em sua ordenação sacerdotal: fidelidade ao Magistério da Igreja e obediência aos seus legítimos pastores”.

Depois da excomunhão, Beto seguiu dando aulas em universidades, concedeu entrevistas para programas de TV e escreveu o livro “Verdades Proibidas – ideias do padre que a igreja não conseguiu calar”, lançado esta semana.

Meus comentários

Eis um perfeito exemplo do marxismo cultural, e do por que esse tipo de doutrinação leva ao comportamento bizarro. Observamos essas pessoas e muitas vezes não conseguimos compreender como elas perdem tanto a dignidade, mas esse fenômeno tem uma explicação.

O marxista cultural, especialmente se for um intelectual orgânico (nas palavras de Gramsci, não é aquele que preza pelo intelecto, mas pela formação de opinião de massa), age orientado por sua submissão à causa de culto ao estado. A partir daí, ele não segue mais padrões lógicos de discurso (por isso odeiam a lógica aristotélica), nem mesmo a noção de contrato social (por isso odeiam o direito romano), e, claramente, tem a família tradicional como sua maior inimiga.

Vamos ao meu exemplo. Eu sou ateu, e portanto não pertenço à Igreja Católica. Não concordo com os dogmas da Igreja Católica, e defendo o direito ao aborto e a eutanásia. Mas, ainda assim, não vejo motivo para desrespeito e agressão covarde aos católicos, como as vadias fizeram.

Não faz o menor sentido para um ateu como eu entrar na Igreja Católica e exigir que a Igreja passe a negar a existência de Deus. Por que a Igreja deveria fazer isso? Obviamente, as regras dela exigem que seus clérigos pratiquem o celibato e acreditem em Deus. E ainda mais: que acreditem nos dogmas defendidos pela Igreja. Obviamente, eu estou fora. Além de não ser uma carreira que me interesse.

Minha mente consegue entender a noção básica: se a Igreja Católica não se coaduna com meus princípios, então eu não vou fazer parte dela. Esse entendimento, comum a todas pessoas mentalmente sadias, só é possível por que eu não sou um marxista cultural.

O marxista cultural, por outro lado, por renegar a lógica aristotélica e o direito romano, resolve atacar as organizações de que faz parte e finge que as organizações são dele. Talvez isso surja por que ele não consegue pensar fora de coletivismos abstratos que sua mente aceitou, além de não aceitar o conceito de propriedade.

Uma pessoa normal pensaria: “Mas se esse ex-padre Beto não gosta dos dogmas da Igreja, por que entrou lá?”. Mas essa concepção só é possível a uma mente não convertida ao marxismo cultural. Nós entendemos o direito de propriedade e os contratos sociais. Eles não absorvem esse conceito.

Mas vamos rever alguns exemplos de doenças mentais iguais às do Padre Beto, de um post que fiz tempos atrás (Qual a doença mental do ex-padre Beto?):

Um sujeito é obcecado por fazer sexo anal, mas arruma uma namorada que não admite liberar o brioco por motivo algum. Ao invés de se conformar ou trocar de namorada, ele se diz injustiçado por que sua namorada não quer abrir a porta traseira para ele.
Outro sujeito consegue um emprego como gerente sênior em uma organização, mas as regras de lá dizem que ele deve usar terno enquanto estiver no recinto da empresa ou em clientes. Ele decide ir trabalhar todos os dias de bermuda e chinelo, e, ao ser demitido, processa a empresa.
Mais uma envolvendo relacionamentos amorosos. Um sujeito tem uma namorada que odeia baratas, e que só admite um namorado que a proteja desses insetos. Então, ele consegue um vidro cheio de baratas e joga-as em cima dela. Ela decide terminar o namoro. Ele diz que isso é uma injustiça e que está sendo vítima de preconceito.
Um sujeito entra na torcida organizada do Corinthians, e todos estão cantando a música “Aqui tem um bando de louco, louco por ti Corinthians”. Ele começa a cantar “Quando surge o Alviverde Imponente…”. Ele é expulso e chama um jornalista para reclamar da “intolerância da torcida corintiana”.
Outro entra na comunidade Richard Dawkins Brasil e exige postar vídeos de apologética, especialmente aqueles elogiando William Lane Craig. Ao ser “kickado”, protesta dizendo que foi vítima de intolerância.
Um direitista entra no PCdoB, e pede para que o partido faça uma campanha contra o MST e a favor da redução de impostos a um quinto do que é hoje. É desfiliado. Liga para um jornalista e diz que o PCdoB precisa mudar…
Vocês podem, por exemplo, criar memes mencionando “O Mundo conforme o ex-Padre Beto”, mostrando as situações ridículas de alguém que jamais se adapta aos seus contratos sociais, e, ao contrário, faz birrinha quando as pessoas querem os contratos cumpridos. Exemplos iguais os seis padrões acima, todos similares ao comportamento do ex-padre Beto diante da Igreja Católica, podem ser criados aos milhares.

Imaginem, por exemplo, a situação de um gerente de projetos que está doido para participar no novo projeto da área Contábil, mas, depois que entra no projeto, começa a reclamar querendo que o projeto seja de Faturamento. Ele é expulso do time de projetos, por não estar adequado ao projeto, e depois processa a empresa querendo retornar ao projeto. Este é o tipo de ação desse sujeito ridículo.

Que a mídia ainda dê espaço para alguém com comportamento tão baixo e abjeto também não surpreende, pois o tal Beto não foi ridicularizado em quantidade suficiente. E motivos para isso existem de sobra.

Irritando esquerdistas: Terroristas do Black Bloc são denunciados por formação de quadrilhaby lucianohenriquebloc01

Fonte: UOL

Denunciados por formação de quadrilha, dano qualificado, resistência e desacato, os cinco manifestantes que foram presos em flagrante pela Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) na noite de terça-feira (30) serão encaminhados ainda nesta semana para o CDP (Centro de Detenção Provisória). Os advogados Luiz Guilherme Ferreira e Geraldo Santamaria Neto, que defendem os cinco presos, entraram nesta quarta-feira (31) com pedido de habeas corpus.

Thiago Carvalho Frias, 31, Francisco de Campos Lopes, 20, Andresa Macedo dos Santos, 19, Nicolas Gomes de Deus, 20, e Bruno Torres Mendes Soares, 19, são acusados de depredar duas agências do banco Santander na avenida Rebouças e uma agência de carros da Chevrolet, em Pinheiros, na zona oeste, além de apedrejar uma viatura da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite de Polícia Militar de São Paulo, na noite de terça-feira (30), enquanto participavam de uma manifestação contra o governador de São Paulo, que pedia “Fora, Alckmin”.

Para o delegado titular do 14º DP, Gilmar Contrera, os policiais relataram que os manifestantes são grupo do Black Bloc. “Apreendemos marreta, martelo e pedra. Já estão marcando mais uma manifestação para sexta-feira pelo Facebook. Estamos acompanhando”, disse.

Dos 20 detidos na noite de ontem, apenas cinco estão presos. “Não foi possível identificar a conduta os outros 15”, afirmou o delegado-titular.

As duas agências do Santander depredadas e pichadas já recebiam os reparos nesta quarta-feira. O pintor Jaime Bonilha, 49, que pintava e trocava os vidros nesta tarde, calculou em R$ 20 mil o serviço.

“Não é protesto. É vandalismo, mas a gente sabe que não é todo mundo, e sim um ou dois. Estou fazendo meu serviço”, diz. As agências funcionaram normalmente nesta quarta-feira. Os carros depredados e pichados da agência Carrera, da Chevrolet, haviam sido retirados da loja.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira no Palácio dos Bandeirantes, durante anúncio de vagas para curso de inglês, que a polícia agiu rapidamente tanto que prendeu cinco que fizeram baderda. “A população de São Paulo não suporta isso e que é o dever da polícia agir com rigor”, disse o governador.

Meus comentários

Quando esquerdistas mais radicais, como os membros do Black Bloc, são denunciados por formação de quadrilha, a mente deles entra em colapso. Isto por que, ao contrário dos seres humanos normais, eles não são capazes de entender a culpa contida em seus atos. Incapazes de ter consciência de suas falhas (morais, especialmente), passam a justificar tudo que fazem, não importa o quanto suas ações sejam atrozes. Lembre-se de que estamos falando de gente que não vê problema algum nos genocídios cometidos por Pol Pot, Mao e Stalin…

Em um ótimo texto ao Mídia sem Máscara, Felipe de Moura Brasil define esta sanção moral que todo esquerdista obtém para cometer crimes (ao menos em sua auto-análise, obviamente) como vale-crime.

Os truques da esquerda, denunciados por Felipe, são os mesmos em relação aos quais já estamos acostumados. Eles começam dizendo que “não é X, mas Y”. Por exemplo, “isso não é uma agressão, mas uma poesia concreta” ou “isso não é uma depredação, mas uma ação da marcha da história”. Todas as rotinas de “não é X, mas Y” quando falam de seus crimes vão por essa mesma linha, mas tudo não passa de desculpa para tentar confundir a patuléia.

Após os primeiros truques, geralmente usam qualquer simulação de guerra de classes, e daí, fingindo que lutam pelos “oprimidos contra os opressores”, dizem que as ações criminosas defendidas por eles são do grupo oprimido contra o grupo opressor. Logo, estão a priori justificadas.

O questionamento de Felipe, no entanto é implacável, e quero reproduzi-lo aqui:

Qual é o limite da renda mensal que moralmente autoriza alguém a cometer crimes? Há quanto tempo é preciso estar nessa faixa? Só ela basta para tanto? Ou é preciso combiná-la com humilhações sofridas pelo Estado, pela polícia, pela extrema direita fascista e pela classe média que a Marilena Chaui odeia? Como se pontuam essas coisas? Quem as verifica? As violências sofridas nas mãos dos demais criminosos supostamente pobres contam ou não contam pontos? Dizer-se vítima de preconceito é o suficiente, ou é preciso comprovar as perdas e danos? Os negros e gays têm mais direitos ao vale-crime do que os brancos? Diga-me: um adolescente rico que tenha sofrido estupros do pai ou do padrasto ou de quem quer que seja também está moralmente autorizado a cometer crimes, ou a riqueza o desqualifica? Quem está mais autorizado: o riquinho estuprado, que, sei lá, ainda perdeu a mãe, assassinada por um traficante em um legítimo ato de crueldade, ou um pobre que nunca sofreu abusos sexuais e cujos pais vão muito bem, obrigado?

Obviamente, os esquerdistas, quando colocados contra a parede com questionamentos assim, vão começar a xingar seu oponente no debate, chamando-o de “sexista, reacionário, conservador, homofóbico” e tudo o mais. Mas aí já é sinal de que perderam no duelo de argumentos.

Mesmo que a mente deles jamais absorva o conceito de culpa (o que torna o esquerdismo ainda mais nocivo em termos sociais, praticamente como a mais perigosa das doenças sociais), pessoas que estão de fora do esquerdismo possuem plena noção de que depredação ao patrimônio público é crime. E depredação ao patrimônio privado é um crime da mesma forma.

Mais do que isso: o Black Bloc é um grupo terrorista, que defende a prática do terrorismo à luz do dia. Eles são ameaças sociais tanto quanto sequestradores, estupradores, latrocidas e outras escórias da sociedade.

Alguns exemplos da página Black Bloc Brasil:

bloc01

Conforme previsto, acima temos o elogio a um ato de vandalismo. Ver um banco depredado é “lindo”. Os estúpidos nem pensam que na hora de contabilizar os prejuízos, quem paga parte da conta são os funcionários do banco. Sim, pois se as despesas para consertar unidades de trabalho depredadas aumentam, essas despesas estão junto ao custo dos funcionários.

Abaixo veja um exemplo duplo do padrão da mente esquerdista radical dos adeptos do Black Bloc:

bloc02

Mas ambos são fichinha perto deste abaixo, que usou todo o arsenal de truques marxistas em seu discurso:

bloc03

Notaram que maravilha as inversões que o sujeito faz? Nada é mais marxista do que isso. O sujeito não só diz que os crimes cometidos por eles não são crimes, como também o ato de não apoiarmos os crimes deles nos torna os ‘verdadeiros criminosos”. A “lógica” deles é uma maravilha. É mais ou menos assim: o ato de alguém não apoiar o estupro de uma mulher, torna esse não-apoiador um estuprador pois o estupro seria uma “ação de um oprimido contra um opressor”. É claro que o discurso deles é feito sob medida para psicopatas.

A partir do momento em que mapeamos as rotinas, o discurso de vagabundos como o tal esquerdista acima se torna previsível, sendo apenas o embaralhar e dar de novo em cima de chantagens emocionais previsíveis.

Para gente assim, incapaz de sequer entender a consequência de suas ações, só resta, portanto, tratarmos como eles são: criminosos. E dos piores. São terroristas.

Parabéns ao delegado titular do 14º DP, Gilmar Contrera.

lucianohenrique | 1 de agosto de 2013 às 12:01 am | Tags: black bloc, esquerdismo, estratégia gramsciana, jogo do falso oprimido contra um falso opressor, marxismo, marxismo cultural, rota | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-6SO

Paulo Barreto i9 ConsultoriaVocê é comprometido ou funcionário pré-pago?

Posted: 06 Feb 2015 02:38 AM PST

Olá bom dia, boa tarde, boa noite

Enfim retorno das férias…. trinta dias!!! Depois de curtir bastante com a família e conhecendo o Nordeste, voltei para postar antes que volte a lecionar e torne a ficar sem tempo novamente, Pois vida de professor, palestrante, consultor e profissional da Prodesp é uma loucura!!!

E para começar o nosso mês de Janeiro, vou colocar no meu blog um artigo sobre comprometimento do autor de livros e palestrante Gilclér Regina – fonte RH.com.br

Uma frase de Winston Churchill que ficou famosa diz: “Se cada um fizesse a sua parte o mundo estaria arruinado”. Já pensou nisso: que ser você cumprir com a sua obrigação, ainda assim, estará ajudando a ruína do universo?

Quando você caminhar um quilômetro a mais, der um passo a mais, ficar além do seu horário e mais próximo de vários outros sintomas de sucesso verá a diferença… A estrada que pavimenta o sucesso é feita de trabalho, de determinação e muita força de vontade.

Percebo empresas que sentem uma absoluta falta de vontade em suas equipes quando o assunto é comprometimento e colaboração… alguns não gostam dos outros por ser considerarem melhores ou esperam que a solução venha de cima, da direção e dizem estar ali apenas para cumprir horário. Chamo esse pessoal de “funcionários pré-pagos”.

Neste caso, quando alguém tiver uma ideia ela vai para o fundo da gaveta e quando você pedir uma opinião ele não irá se manifestar. Pense comigo: como uma empresa com gente atuando assim pode chegar ao sucesso?

Conta uma história que tem seu registro nos alpes Italianos, em um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.

A tradição naquela região exigia que na festa cada produtor do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.

Um dos produtores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Ao invés de vinhos, levarei a garrafa do vinho com água, no meio de tantas garrafas de vinho o meu não fará falta.”

Assim pensou… Assim fez.

Conforme o costume, todos se reuniram na praça e cada um com a sua caneca pronto para provar dos melhores vinhos da região, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.

Contudo ao abrir a primeira garrafa, a mesma continha… “água”. Abriram à segunda… “água” e assim todas as demais garrafas…

Conclusão: Muita gente acha que a sua ausência não será notada ou não fará falta. E agindo dessa forma descompromissada, buscam tirar vantagem e não colaborar com os outros…

Pessoas assim nunca irão receber com justiça uma promoção ou jamis receberão aumento de salário e o pior, quando perderem o emprego ficarão iguais cachorrinhos que caíram da mudança, sem rumo, sem destino.

A regra número 01 do sucesso é estar preparado para faze mais do que aquilo para o qual você foi contratado e pago. Vejo muitos que dizem: “Não sou pago para fazer isso”. Os vencedores fazem aquilo que os perdedores não querem fazer.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Cama de Prego“As minorias não podem pautar as maiorias”*

Posted: 18 Feb 2014 08:57 AM PST

Luciano Alvarenga
A grande onda progressista, liberal e libertina dos anos 1960 está refluindo e, rapidamente. A atmosfera já é outra. Mais pesada, mais densa, mais séria, mais conservadora. Os ventos que sopram não são mais uma brisa leve e refrescante numa tarde de calor, os ventos agora são turbulentos e fortes.
Depois de cinquenta anos de uma agenda cultural aberta e flexível, de mudanças significativas entre homens e mulheres, amor e sexo, fiéis e religiosos, adultos e jovens, filhos e seus pais, professores e alunos, o que teremos agora é o rearranjo de todos estes duplos segundo novas direções.
A verdade é que todas as mudanças operadas no seio da sociedade nestas décadas, ao invés de corrigir os graves erros e desvios da sociedade anterior, criaram novos. Se antes era autoritária na política, nos hábitos e costumes, democratizou-se ao ponto de vulgarizar-se, ao ponto de que ninguém responde por nada nem ninguém. Se antes era impeditiva, adultocêntrica, agora é permissiva às raias do absurdo, adultocente. Se antes era marcada pela cultura erudita acessada por poucos, agora vivemos a mediocridade vivida por todos.
A sociedade que antes se guiava por regras, padrões e condutas claras sobre certo e errado, bom e ruim, honesto e desonesto, ético e antiético, permitido ou não permitido, hoje caminha desvairada, errática, sem referência de nenhum tipo e, incapaz de decidir o que quer que seja, exatamente por que destituída de consciência e maturidade sobre bom e justo, ético ou não. Sem referência maior e absoluta, o indivíduo virou referência de si mesmo.
De repente todos podemos tudo, mas ao mesmo tempo estamos profundamente marcados pela incerteza crônica sobre o que significa tudo poder e, quais suas consequências. Se antes poucas eram as escolhas possíveis, ou mesmo escolha nenhuma, agora vivemos embriagados com tantas escolhas possíveis e, completamente cegos sobre seus desdobramentos.
O fato concreto é que meio século, pelo menos, de uma cultura de rompimento, de dessacralização e relativismo de tudo, o que se vê agora é o esgarçamento do discurso politicamente correto, o enfraquecimento dos movimentos de minorias, entre eles gays, indígenas, quilombolas, feministas e todos os outros.
A cultura de “destrua tudo o que está ai” chegou ao seu limite; somado ao fato de que não entregou aos mortais de todos os quadrantes e, idades, o mundo ideal da felicidade, prazer e contentamento que havia prometido quando aportou nestas praias cinquenta anos atrás.
O que temos e, este é o problema profundo que nos defrontamos, são adultos adolescentes (geração que nasceu nas décadas de 1970 e 1980) e, incapazes de dirigir a própria vida, quanto mais à de seus filhos. Professores sem nenhuma autoridade, posto que tão infantis quanto seus alunos. Crianças tiranas e, que mandam em todos a sua volta. Consumidores carentes que se deixam tratar e enganar pelo carinhoso mundo da publicidade eletrônica. Jovens, tendo que disputar o palco da vida com adultos que não conseguem sair de cena e, encarar a vida com a altivez e a tristeza que lhe é peculiar. A vida mesma transformada numa obrigação de risos, alegria e felicidade, ainda que ao custo de todo tipo de estimulante, antidepressivos ou, qualquer coisa que faça desligar o sujeito de suas consequências.
Enfim, é contra tudo isso que emerge outro tempo, mais duro, mais sério, menos colorido e mais conservador. Mas talvez com mais sentido, mais coerência, com mais riqueza e profundidade. Os tempos hedonistas da superficialidade sem compromisso chegam ao fim.
Numa última linha. Essas mudanças, no Brasil, podem ocorrer concomitantemente com uma guerra civil já em andamento e, que pode desembocar num Estado de tipo autoritário, seja de direita ou, esquerda. Quando as demandas das ruas não encontram ressonância no Estado e, em sua capacidade de atendê-las, o resultado é o Estado impedir que as demandas continuem sendo feitas. Luciano Alvarenga

*Dom Henrique Soares, bispo auxiliar de Aracaju-SE

Lula sobre a Copa em entrevista a Kennedy Alencar: “O mundo inteiro faz eventos com seus problemas. E esses eventos ajudam a resolver parte de outros problemas. O Brasil será muito melhor, muito mais animado, depois dessa Copa do Mundo”

Parodiando aquela personagem que dizia que no piscinão de Ramos, a cada mergulho era um flash, no desgoverno petista a cada instante um novo escândalo, pedir a cabeça da diretoria da Petrobrás é pouco, a Dilma deveria exonerar todos ou renunciar ao cargo antes de tomar posse desse segundo masndato.Apesar de todos esses contratempos, agradeço a todos que acompanharam este blog durante todos esses anos e desejar- lhes um FELIZ NATAL! ! !

http://ferramula3.blogspot.com/2014/12/parodiando-aquela-personagem-que-dizia.html

Paulo Barreto i9 Consultoria / Traição – Uma Arma do Inimigo

Posted: 29 Oct 2014 08:17 AM PDT

Muitos pensam que a traição está somente ligada ao sexo, à ação de uma esposa infiel, ou de um marido desleal. No entanto, a traição está operando em muito maior escala do que apenas no aspecto sexual.
Quantas pessoas traem seus amigos, parentes e até se sabe de crente traindo suas igrejas, às vezes por vantagens irrisórias.

A TRAIÇÃO É UMA INTENÇÃO DIABÓLICA?

O termo traição pode ser entendido como deslealdade, desapontamento da expectativa de alguém; é desvendar os segredos de outrem, entregar um amigo aos seus inimigos; distanciamento; é também decepcionar um amigo até de ser contada como engano e infidelidade, perfídia, desonestidade. A traição é baseada na mentira.

É um dos piores, senão o pior golpe que alguém pode receber de um amigo ou de uma pessoa que se considera ou que se ama.

O que o Diabo mais anseia é destruir a obra de Deus. O seu propósito é usar de todos os meios possíveis para se vingar, porque o seu plano não foi bem sucedido, lá no início da criação (Ez:28:15 a 17).

Então, ele procura atacar com fúria a obra-prima do Criador, que é o homem, criado para louvar, bendizer, adorar e enaltecer o nome do Todo-Poderoso.

O inimigo persiste em enganar as pessoas e tirar-lhes o prazer de servir ao Senhor.

Existem três pontos vulneráveis no homem, os quais Satanás procura atingir com suas artimanhas, que são: Sexo, poder e riqueza.

Vejamos alguns aspectos que marcam a traição:

A traição fere muito porque vem sempre de alguém em quem se deposita confiança. Parece que, em consequência desse fato, torna-se mais difícil perdoar uma traição do que outra qualquer afronta.

O ofendido sente o seu amor-próprio abalado, a moral ferida, e também a sua reputação abalada. Porque na maioria das vezes as pessoas fazem julgamentos indevidos, até condenando a vítima por não ter sido mais esperta para notar os fatos e as circunstâncias a fim de fugir com tempo da situação desagradável.

Um fato que bem ilustra o exposto está registrado no Salmo 55. – Davi orava pedindo ao Senhor socorro e fazia um relatório da situação em que se encontrava a cidade de Jerusalém.

Multiplicava-se ali a iniquidade, todo tipo de maldade, engano, fraude, e até homicídios. Os habitantes viviam inseguros e amedrontados. Não havia paz e os crimes estavam acontecendo fora de qualquer controle.

Você sabe o que de fato traz maior sofrimento?

Como os demais habitantes, Davi também achava-se inseguro e temeroso. Mesmo vivendo aquela situação de tortura, crimes e maldades sem limites, o que mais feriu Davi e abalou o seu estado emocional foi a traição de um amigo (SL 55:12 a 15).

O homem que havia ameaçado sua vida era um amigo íntimo, um companheiro, igual. Talvez até fosse um companheiro de juventude, que, como ele mesmo diz: juntos adoravam a Deus.

De súbito aquele em quem depositava tanta confiança voltou-se contra para fazer-lhe mal e até desejar a sua morte.

Alguns comentaristas afirmam que esse amigo tão chegado de Davi que o traiu foi o seu próprio filho Absalão (2SM 15:1 a 10).

Como fica o coração traído? Angustiado?

A traição foi deveras um golpe muito forte pra Davi.

Homem acostumado a enfrentar inimigos valentes e sempre sair vencedor, agora se deparava com outra espécie bem diferente de inimigo.

Esse não usava lanças nem carros de batalhas, nem tochas ardentes, mas palavras macias que se tornavam espadas agudas que o feriam sem piedade. Por isso Davi clamava ao Senhor pedindo que ele fizesse justiça (SL:55:21 a 23).

Como perdoar a traição? Coisa difícil não é?

O maior exemplo de amor e nobreza, foi o de Jesus com relação aos seus traidores. Não houve traição pior do que a sofrida por Ele.

Um amigo de Sua intimidade, participante do Seu ministério, foi usado por Satanás para traí-lo de maneira vil (Mt:26:14,16;42,49).

Uma traição que teve como consequência a morte mais vil e mais humilhante que foi a crucificação. Mesmo diante de tanta infâmia e de tanto sofrimento, Jesus teve a grandeza de sentimento liberando perdão para quem o fez sofrer daquela maneira.

Vamos ver onde e como a traição opera:

Desde que Adão pecou, o homem, que é sua descendência, tornou-se sujeito à prática do mal, pois a sua natureza é pecaminosa (Rm 3:23).

A Bíblia registra vários casos de traição.

No momento em que o homem despreza os preceitos divinos, ele está dando legalidade para Satanás operar em seu coração.

Como a traição atinge os pontos vulneráveis?

Com o já foi dito, a natureza humana possui pontos vulneráveis dos quais o inimigo se aproveita para descarregar suas armas. E uma das armas perigosas é a traição, que também é revestida de astúcia. Essa arma desfaz amizades, destrói famílias, suscita vinganças, ódio e até desperta o desejo de matar.

A traição quando alguém almeja um poder.

Um caso bem marcante de traição foi o de Saul, que intentou por várias vezes matar Davi para não perder o reinado.

Por algumas vezes, o monarca já havia intentado matar o jovem guerreiro, mas sempre em vão. Até que ele resolveu mudar de tática. Usando de astúcia e de engano ofereceu sua filha em casamento em troca de Davi torna-se um filho valoroso para liderar as guerras contra os filisteus. Assim, pensava ele, os filisteus o matarão eu me livrarei dele, e o poder do reino será sempre meu (1Sm:18.17 a 22). Foi uma traição bem planejada. O jovem foi totalmente iludido pelos planos de Saul, mas o Senhor Deus cuidou para que o jovem não fosse prejudicado com aquela traição. E assim Deus agiu a favor de Davi livrando-o da morte pelos filisteus.

Será que a cobiça na riqueza, suscita a traição?

Possuir riquezas é muito bom, quando se tem o pensamento voltado para as coisas espirituais e não colocarmos o coração nos bens materiais (2CO 6:10). O amor às riquezas pode produzir, entre outras coisas, o esquecimento de Deus. Rejeição a Cristo. Grandes tentações. A mania de riqueza pode levar até mesmo um monarca a desejar aumentar seus bens e para isso não se importar de trair pessoas que lhe dedicaram amor e fidelidade. Esse foi o caso do rei Assuero que, dando ouvidos a uma proposta diabólica do príncipe Hanã, assinou cartas consentindo a matança dos judeus que habitavam o seu reino, em troca da doação de uma boa quantia. Foi uma traição que ele mesmo não havia planejado. Mas a cobiça levou-o a concordar com o caso.

Deus, porém, impediu que se consumasse aquela tragédia, poupando até a vida da própria rainha que era judia. Atualmente, muitas pessoas estão se deixando levar pelo mesmo expediente a fim de enriquecer com facilidade. Às vezes, não estão traindo outras pessoas, mas a si mesma, a sua reputação, a moral, a confiança e até a fé.

Como falar da traição no sexo?

A instituição do casamento, que foi determinado por Deus para trazer felicidade e plena realização ao homem, está sofrendo sérias mutações para pior. Os valores absolutos ordenados por Deus estão sendo esquecidos e substituídos por valores relativos, que trazem supostas vantagens ao homem. A mídia se incumbe de oferecer programas e propagandas indecorosas que desmoralizam e ridicularizam o casamento, ironizam a união matrimonial, facilitam os envolvimentos ilícitos, tudo sob o título de modernidade e progresso. Mas o resultado é família destruída, homens e mulheres frustrados sofrendo de depressão, mágoas, filhos desequilibrados, agressivos, sem conhecer o verdadeiro sentimento de amor, embrutecidos. E, no final, adotados pelo crime, pelas drogas, pela sexualidade desgovernada e imoral, enfim, sujeitos a doenças incuráveis e à morte. Todas estas coisas são abomináveis ao Senhor.

O apóstolo Paulo faz um veemente apelo, aos crentes de Corintos, que é próprio para os crentes de todas as épocas. A traição é um pecado que fere profundamente porque parte de uma pessoa amada, que comunga, que divide as alegrias e as tristezas, que planeja, que participa intensamente da vida um do outro. Pelo menos, é o que se espera do casamento. Por essa razão, é mais difícil a um cônjuge perdoar o traidor. No entanto, não há pecado que não possa ser perdoado, e mais “Onde o pecado abundou, superabundou a graça”.

Então, a força do amor prevalece e é capaz de liberar o perdão, desde que haja, de fato, arrependimento e o firme propósito de deixar o pecado.

Qual foi a traição que terminou em tragédia?

A Bíblia conta a história de Sansão, um dos mais dramáticos registros de traição, que levou um grande homem de Deus ao nível mais baixo de humilhação. A traição da mulher amada levou Sansão ao ponto mais baixo de sua vida. Porém, a misericórdia de Deus o alcançou, e ele pode, na hora da sua morte, conquistar uma vitória inesquecível para o povo de Israel.

O que acontece quando temos nossa vida consagrada a Deus?

A vida de Sansão foi um milagre. Sua mãe era estéril, não podia conceber. Mas Deus a escolhei para ser mãe de um dos heróis mais valentes do seu povo; o qual livraria Israel das mãos dos filisteus.

Esse menino seria nazireu, isto é consagrado ao Senhor.

Desde jovem, Sansão foi usado pelo Espírito Santo e operava prodígios. Todavia, Sansão não manteve integralmente o seu nazireado, e isso foi a causa de ele pagar um alto preço.

Uma traição poderá levar a queda. Os príncipes dos filisteus procuravam, por todas as maneiras, ocasião para dar fim aquele inimigo terrível, pois ele já era conhecido de todos, por sua bravura.

Sabendo os filisteus que Sansão estava enamorado por uma mulher filisteia, armaram então um plano para sua execução. Ela foi orientada a descobrir de onde provinha a força descomunal daquele homem. Tentada pela grande soma de dinheiro que lhe foi oferecida não excitou em trair o seu amado.

É muito perigoso brincar com o pecado. Foi o que Sansão fez. Não vigiou e deixou-se levar pelos caprichos de Dalila que por três vezes tentou obter o seu segredo. Nem assim Sansão despertou para o mal que estava tão próximo dele se, por acaso, aquela mulher descobrisse o segredo da sua força. A cobiça pela grande soma que pagaria a traição impeliu Dalila a perseverar tentando descobrir o segredo de Sansão, até que conseguiu o seu intento, depois de muitas palavras manhosas e de muitas lágrimas. Por sua vez, Sansão já desgastado por tanta conversa, tanta súplica e também por estar muito afeiçoado a ela, cedeu às petições e desvendou o segredo do seu nazireado: os seus cabelos não poderiam ser raspados nem aparados. A FORÇA DO PECADO PREVALECEU.

Será que existe algum cristão que, como Sansão, está tão seguro de sua própria força que brinca com o pecado e, por isso, chega muito perto de escorregar?

Pense. Dê um passo decisivo. Se existe algo que você possa fazer para fugir de uma tentação maior, não hesite. Peça a ajuda do Espírito Santo e não deixe Satanás armar ciladas para destruir seu lar, sua família e a você próprio.

Confie nas misericórdias do Senhor Jesus. Ele quer o melhor para os seus servos. Abrace a Jesus e peça misericórdia por ter traído algum irmão ou qualquer pessoa, se é que você o fez. Jesus disse a Maria Madalena quando estava em adultério e foi acusada. Filha, perdoados estão seus pecados, vais e não peques mais.

MEDITE: O salário do pecado é a morte.

Fonte: http://www.sementedafe.net/content/view/328/19/

Esse blog era maravilhoso, pensa que saiu do ar http://opensadordaaldeia.blogspot.com/

Bomba! Empresa do Lulinha do Mercadante faturou R$ 148 milhões do Governo

Bomba! Empresa do Lulinha do Mercadante faturou R$ 148 milhões do GovernoPosted: 15 Dec 2014 06:18 PM PSTPor Carlos Parrini … 
Apareceu mais um fenômeno como filho de Politicos. Hoje já temos o Lulinha de Lula, O Lulinha de Sergio Cabral, o Lulinha de Renan Calheiros, a Lulinha da Dilma, os Lulinhas do Sarney, entre outros. Todos fenômenos que precisaram do prestigio dos “Meus Paipais” para enriquecerem. Claro que competência dos mesmos os deixariam como meros limpadores de titica de elefantes como era o caso do Lulinha de Lula. Tinham que ter a força dos Pais e Mães, principalmente por serem mais capacitados no que se diz respeito a corrupção. É aquela história: “Filho de peixe, peixinho é”. Se os garotos fossem prodígios de fato, haveríamos de crer que ficaram ricos por conta própria. Mas no caso desses, são fenômenos que conseguiram enricar roubando nosso dinheiro. Ou vocês acham que os filhinhos de papai tem capacidade e influencia de conseguir contratos milionários como conseguiram? Ou vocês acham que os bandidos do PT que estão na Papuda eram santos injustiçados? Ou vocês acham que a máfia do Petrolão estava lá apenas fazendo caridade entre amigos? Agora, esses fenômenos e seus Papais e Mamães são mais burros do que quem votou neles. Quem votou pode ter feito por ignorância, por acharem que são anjos que distribuem esmolas para 50 milhões de desempregados, ou por não acompanharem os noticiários. Já eles, são burros por acharem que jamais saberíamos de seus roubos. Agora, toda a torcida do Corintians e do Flamengo juntas está sabendo, menos eles.
Rodrigo Zorzi Glamurama - Aloizio e Pedro Mercadante Aloizio Mercadante (Casa Civil) e o filho, Pedro,  vice-presidente da Petra Energia. Foto: Rodrigo ZorziO Lulinha do Mercadante é mais rico que o pai

Vejam o babado:
PETRA ENERGIA S/AEMPRESA DE FILHO DE MINISTRO MERCADANTE FATURA R$148 MILHÕESEMPRESA DE FILHO DE ALOIZIO MERCADANTE FATURA R$148 MILHÕES NO GOVERNOPublicado: 13 de dezembro de 2014A Petra Energia S/A, que tem como vice-presidente Pedro Barros Mercadante Oliva, filho do ministro Aloízio Mercadante, faturou R$ 148,1 milhões do governo federal entre 2013 e 2014, quando o petista se transformou no poderoso chefe da Casa Civil. Segundo o Sistema Integrado de Informações Financeiras do Governo Federal (Siafi), a verba foi empenhada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, que foi comandado pelo mesmo Aloizio Mercadante nos anos de 2011 a 2012.Da verba empenhada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do ministério, R$ 47,1 milhões já foram pagos à Petra Energia.Em 2013, o ministério empenhou R$ 42,8 milhões para a Petra Energia em agosto, e mais R$ 47,6 milhões no mês seguinte, setembro.Fundada em 2008 para explorar petróleo e gás, a Petra virou a maior  concessionária de blocos de terra do País, tem áreas em MG, MA e AMO presidente da Petra, Roberto Viana, já perfurou 16 poços na Bacia de São Francisco (MG), e tem expandido negócios para África. Leia na Coluna Cláudio Humberto.http://www.diariodopoder.com.br/noticias/empresa-de-filho-de-ministro-fatura-r148-milhoes-2/O pai conseguiu um diploma fajuto e o filho?m
Festa da firma segundo Dona ElegânciaPosted: 15 Dec 2014 01:57 AM PSTPor Rosângela Antiqueira
Coisas que não devem ser esquecidas nas festas de final do ano de empresas. Anote aí.Coma alguma coisa antes de sair, para ficar em condições de esperar o jantar chegar sem ficar “alegrinho” 15 minutos depois de chegar na festa.Não beba demais. Repito: não beba demais.No restaurante cuidado com pratos cheios demais. É mais elegante repetir do que voltar à mesa com um prato absurdamente lotado de comida.Cuidado com roupas extravagantes ou esportivas demais.Não levante para se exibir numa coreografia funk no meio da pista nem fique dando beijinhos no ombro cada vez que olhar para o chefe.Não aproveite a ocasião para “dizer umas verdades” para o chefe ou colegas.Não faça confidências nem fique sentimental depois do segundo copo.Não tire o chefe para dançar. Se tirar mesmo assim, não insista se ele (ou ela) disser não.Não fique tirando selfies com a chefia.Não poste fotos da festa sem pedir permissão de quem está sendo fotografado.Festa em que o dono pode te mandar embora no dia seguinte, não é festa. É (ainda) trabalho!Dona Elegância: http://donaelegancia.wordpress.com

Ideologia e Doença Mental

Posted: 15 Dec 2014 05:54 PM PST

N. do Editor: Este texto é a introdução da obra “Ideologia e Doença Mental”, escrita pelo renomado psiquiatra e libertário húngaro Thomas Szasz. A edição de onde este enxerto foi retirado corresponde à publicada pela Editora Zahar, em 1980, no Brasil.

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I

Dentre os vários absurdos ditos por Rousseau, um dos mais insensatos, e também o mais famoso, diz: “O homem nasce livre e, no entanto, está sempre aprisionado”. Essa frase presunçosa obscurece a natureza da liberdade. Porque, se a liberdade é a capacidade de escolha livre de coerções, então o homem nasce aprisionado. E o desafio da vida é a libertação.

A capacidade do indivíduo de fazer escolhas livre de coerções depende de suas condições internas e externas. Suas condições internas, isto é, seu caráter, personalidade ou mentalidade – compreendendo suas aspirações e desejos, bem como suas aversões e autodisciplina – o impulsionam a agir de várias maneiras, ou o impedem. Suas condições externas, isto é, sua constituição biológica e seu ambiente físico e social – compreendendo as potencialidades de seu corpo, e o clima, cultura, leis e tecnologia e sua sociedade – o estimulam a agir de determinadas maneiras e o inibem a agir de outras. Essas condições configuram e definem a extensão e qualidade das opções de um indivíduo. Em geral, quanto mais controle o homem adquire sobre suas condições internas e externas, tanto mais livre se torna, enquanto que o fracasso na aquisição de tal controle, ou a perda do mesmo, o escraviza.

Há, contudo, uma limitação importante à liberdade do homem: a liberdade dos outros homens. As condições externas que o homem procura controlar incluem outras pessoas e instituições sociais, formando uma rede complexa de interações e interdependências. Com frequência, a única maneira de uma pessoa aumentar suas possibilidades de livre opção é pela redução das de seus semelhantes. Isso é verdadeiro, mesmo que o indivíduo aspire somente ao autocontrole e deixe os outros em paz: sua autodisciplina tornará mais difícil aos outros, se não impossível, controlá-Io e dominá-lo. Pior ainda, se o indivíduo aspira controlar seus semelhantes, sua liberdade acarreta a escravidão dos demais. Um máximo ilimitado de escolhas livres para todos é claramente impossível. Assim, acontece que a liberdade individual tem sido sempre, e provavelmente continuará sendo, um prêmio difícil de se obter, por requerer um equilíbrio delicado entre autodeterminação suficiente para salvaguardar a autonomia pessoal e autocontrole suficiente para proteger a autonomia dos outros.

O homem nasce aprisionado, vítima inocente e desesperançada de paixões interiores e controles externos que o moldam e dominam. O desenvolvimento pessoal é, assim, um processo de libertação individual no qual o autocontrole e a autodireção suplantam a anarquia interna e a coação externa. Portanto, os pré-requisitos da liberdade individual – libertação do controle arbitrariamente político e interpessoal, o domínio das complexidades técnicas de objetos sofisticados, autodeterminação e autoconfiança – não são suficientes para o desenvolvimento e manifestação das potencialidades criativas do indivíduo, mas também, e ainda mais importante, a autodisciplina.

A interação dialética de tendências opostas ou temas de liberdade e escravidão, liberação e opressão, competência e incompetência, responsabilidade e licenciosidade, ordem e caos, tão essenciais ao crescimento, vida e morte do indivíduo, é transformada, em Psiquiatria e campos associados, em tendências opostas ou temas de “maturidade” e “imaturidade”, “independência” e “dependência”, “saúde mental” e “doença mental”, e “sanidade” e “loucura”. Acredito que todos esses termos psiquiátricos são inadequados e insatisfatórios, porque todos negligenciam ou desviam a atenção do caráter essencialmente moral e político do desenvolvimento humano e da existência social, Assim, a linguagem psiquiátrica retira o caráter ético e político das relações humanas e da conduta pessoal. Em grande parte do meu trabalho, tenho procurado desfazer isso pela recolocação da Ética e da Política em seus devidos lugares, nas questões referentes às habitualmente denominadas saúde mental e doença mental. Em resumo, tenho tentado restaurar a índole ética e política da linguagem psiquiátrica.

Apesar dos ensaios reunidos nesse volume terem sido escritos num período de aproximadamente dez anos, em cada um deles está relacionado algum aspecto do mesmo problema, a saber: a relação entre ideologia e insanidade, enquanto refletida na teoria e prática psiquiátricas, Acredito que os resultados dessa investigação tenham um duplo significado: definem os dilemas morais do psiquiatra contemporâneo e, ao mesmo tempo, iluminam o problema político fundamental de nosso tempo ou, talvez, da própria condição humana.

Minha abordagem da Psiquiatria como uma empresa essencialmente moral e política levou-me a reavaliar numerosas situações que, de acordo com essa perspectiva, pareciam mais promissoras para alcance de novas compreensões – tais como a educação, a lei, o controle de natalidade, o abuso de drogas, a política e, é claro, a própria Psiquiatria. Em cada caso tentei demonstrar que, por um lado, na procura de alívio para a carga de suas responsabilidades morais, o homem mistifica e torna técnicos seus problemas da vida; e que, por outro lado, a demanda de “ajuda”, assim gerada, é satisfeita atualmente pela tecnologia da conduta que está pronta e disposta a libertar o homem de sua carga moral, tratando-o como a um enfermo. Essa necessidade humana e a reação profissional-técnica a ela formam um ciclo autossustentável, semelhante ao que o físico nuclear chama de reação autogeradora; uma vez iniciada e, tendo atingindo um estágio “crítico”, o processo se mantém por si, transformando mais e mais problemas e situações humanas em “problemas” técnicos especializados, a serem “resolvidos” pelos chamados profissionais da saúde mental.

Esse processo, que começou no século XVII e progrediu rapidamente no século XVIII, chegou a seu ponto “crítico” – tornando-se explosivo – na segunda metade do século XIX. Desde então, a Psiquiatria (conjuntamente com suas duas disciplinas irmãs, a Psicanálise e a Psicologia) tem reivindicado áreas cada vez mais amplas da conduta pessoal e das relações sociais.

II

A conquista da existência humana, ou do processo vital, pelas profissões ligadas à saúde mental começou com a identificação e classificação das chamadas doenças mentais e culminou em nossos dias com a afirmação de que tudo na vida é um “problema psiquiátrico” que a ciência do comportamento deve “resolver”. Segundo os porta-vozes mais proeminentes da Psiquiatria, esse processo agora está completo. Por exemplo, Howard P. Rome, consultor sênior em Psiquiatria na Clínica Mayo e ex-presidente da Associação Psiquiátrica Americana, afirma sem vacilar: “Na realidade, o mundo inteiro é o único recipiente apropriado para o caudal da Psiquiatria contemporânea, e esta não deve se apavorar pela magnitude da tarefa”.[i]

Como todas as invasões, a invasão da Psiquiatria na jornada do homem através da vida começou nas fronteiras de sua existência e daí se estendeu gradualmente rumo ao seu interior. Os primeiros a sucumbir foram o que viemos observar como os casos “óbvio” ou “graves”, de “doença mental” – isto é a chamada histeria conversiva e as psicoses – as quais, apesar de agora serem inquestionavelmente aceitas como doenças psiquiátricas, pertenciam anteriormente ao domínio da Literatura, da Mitologia e da Religião. Esse domínio da Psiquiatria foi sustentado e incitado pela lógica, pelas fantasias e pela retórica da Ciência, especialmente a Medicina. Assim, quem poderia opor-se à afirmação de que a pessoa que age como doente, mas não o é realmente, deveria ser chamada de “histérica” e ser declarada merecedora de atendimento por neuropsiquiatras? Isso não foi, por acaso, simplesmente um avanço da Ciência Médica semelhante aos progressos em Bacteriologia ou Cirurgia? Da mesma forma, quem poderia se opor a que outras “pessoas perturbadas” – por exemplo, aquelas que se afastavam do desafio da vida real, recolhendo-se às suas próprias produções dramáticas, ou as que, insatisfeitas com suas identidades reais, assumiam outras falsas – fossem reivindicadas pela Psiquiatria como “esquizofrênicas” e “paranoicas”?

A partir do início do século, especialmente depois de cada uma das duas guerras mundiais, o ritmo dessa conquista psiquiátrica cresceu rapidamente. O resultado é que hoje, em particular no “rico” Ocidente, todas as dificuldades e problemas da vida são considerados doenças psiquiátricas e todos (exceto aqueles que diagnosticam) são considerados doentes mentais. De fato, não é exagero dizer que a própria vida é atualmente vista como uma enfermidade que começa com a concepção e termina com a morte, exigindo, a cada passo desse caminho, a assistência hábil dos médicos e, especialmente, dos psiquiatras.

O leitor perspicaz poderá aqui detectar uma vaga nota de familiaridade. A ideologia psiquiátrica moderna é uma adaptação – para uma era científica – da ideologia tradicional da teologia cristã. Em vez de nascer para o pecado, o homem nasce para a doença. Em vez de a vida ser um vale de lágrimas, é um vale de doenças. E, como antigamente em sua jornada do berço ao túmulo o homem era guiado pelo sacerdote, da mesma forma hoje é guiado pelo médico. Em resumo, enquanto que na Idade da Fé a ideologia era a cristã, a tecnologia era clerical e o perito era o sacerdote, na Idade da Loucura a ideologia é médica, a tecnologia é clínica, e o perito é o psiquiatra.

Atualmente, esse processo de tonar médicos e psiquiátrico – e, em geral, técnicos – os problemas pessoais, sociais e políticos, como tem sido notado frequentemente, é uma característica dominante na era moderna e burocrática. O que tentei captar aqui em algumas palavras – mais, extensamente nos ensaios que constituem este volume – não é mais que um aspecto, embora importante, dessa moderna ideologia científico-tecnológica, a saber: a ideologia da sanidade e insanidade, da saúde mental e da doença mental.

Como sugeri anteriormente, essa ideologia não é mais que um velho artifício em nova roupagem. Os poderosos sempre conspiraram contra seus súditos e procuraram mantê-los no cativeiro; e, para atingir seus objetivos, sempre se valeram da força e da fraude. De fato, quanto mais eficaz é a retórica justificativa com a qual o opressor esconde e falseia seus verdadeiros objetivos e métodos – como foi o caso antigamente da tirania justificada pela teologia, e é agora o da tirania justificada pela terapia – o opressor tem sucesso não somente em subjugar a vítima, mas também em roubar-lhe um vocabulário com o qual possa articular sua condição de vítima, transformando-a, desse modo, num cativo desprovido de todos os meios de escapar.

A ideologia da insanidade atingiu exatamente esse resultado em nossos dias. Tem tido sucesso em privar um vasto número de pessoas – às vezes parece que quase todos nós – de seu próprio vocabulário, com o qual possam estruturar sua situação sem venerar uma perspectiva psiquiátrica que desvaloriza o homem como pessoa e o oprime como cidadão.

III

Como todas as ideologias, a ideologia da insanidade – expressa através do jargão científico dos “diagnósticos”, “prognósticos” e “tratamentos” psiquiátricos, e incorporada no sistema burocrático da Psiquiatria institucional e seus campos de concentração chamados “sanatórios” – encontra sua expressão característica naquilo a que se opõe: compromisso com uma imagem ou definição de “realidade” oficialmente proibida. As pessoas a quem chamamos de “loucos” tomaram, para melhor ou para pior, uma posição com relação às questões realmente significativas da vida cotidiana. Ao fazer isso, podem estar certos ou errados, podem ser sensatos ou estúpidos, santos ou pecadores […] mas pelo menos não estão indiferentes. O louco não murmura timidamente que não sabe quem é, como o “neurótico” poderia fazer; em vez disso, declara enfaticamente que é o Redentor ou o descobridor de uma fórmula para a paz no mundo. Da mesma forma, a louca não aceita resignada a identidade insignificante da escrava doméstica, como o faz sua correspondente “normal”; em vez disso, proclama orgulhosamente que é a Virgem Maria ou a vítima de um vil complô armado contra ela pelo marido.

Como o psiquiatra enfrenta o chamado doente mental, ou os designados como doentes mentais? Como reage aos seus apelos e aos apelos daqueles que, devido a sua relação com o paciente, se interessam por seu estado? O psiquiatra comporta-se ostensivamente como se deveria comportar o médico e cientista que diz ser, mantendo-se “desapaixonado” e “neutro” com respeito às “doenças mentais” que “diagnostica” e tenta “curar”? Mas, que aconteceria se estas “doenças” fossem, como afirmo, em grande parte conflitos humanos e produtos destes conflitos? Como pode um perito ajudar seu semelhante em conflito e permanecer imune ao mesmo? A resposta é que não pode. Assim, embora agindo ostensivamente como cientistas neutros, os psiquiatras, na realidade, tomam partido, seja de um lado, seja do outro do conflito. Em geral, quando o psiquiatra enfrenta conflitos éticos e sociais de menor importância, tais como os “pacientes neuróticos” frequentemente apresentam, apoia na realidade, os interesses do paciente tal como este os define (e se opõe aos interesses daqueles com quem o paciente está em conflito); enquanto que, quando o psiquiatra enfrenta problemas éticos e morais de maior vulto, tais como os apresentados pelos “pacientes psicóticos” com frequência, se opõe na realidade aos interesses do paciente (e apoia os interesses daqueles com os quais o paciente está em conflito). Contudo – e este é o ponto que desejo enfatizar aqui – em ambos os casos os psiquiatras habitualmente escondem e mistificam seu partidarismo por trás de uma capa de neutralidade terapêutica, nunca admitindo ser o aliado ou adversário do paciente. Em vez de amigo ou inimigo, o psiquiatra afirma ser o doutor e cientista. Em vez de definir sua intervenção como boa ou daninha, libertadora ou opressora para o paciente, o psiquiatra insiste em defini-la como um “diagnóstico” e “tratamento” da “doença mental”. Sustento que é precisamente nesse ponto que se encontra a falha moral e a incompetência técnica do psiquiatra contemporâneo.

As seguintes afirmações, escolhidas quase ao caso de fontes psiquiátricas contemporâneas, ilustram a deliberada desmoralização e tecnificação dos problemas éticos, justificando assim o trabalho psiquiátrico: “Já que o psiquiatra deve considerar, sob um ponto de vista científico, todo comportamento – criminal e legal, doentio e sadio – como determinado”, escreve Edward J. Sachar, professor associado de Psiquiatria da Escola de Medicina Albert Einstein, de Nova York, “ele considera a questão da condenação moral do indivíduo como improcedente […] Exatamente como as funções do corpo enfermo e do corpo sadio correspondem as leis fisiológicas, assim também as mentes enfermas e sãs funcionam de acordo com as leis psicológicas […] A descoberta de que alguém é criminalmente responsável significa para o psiquiatra que o criminoso deve mudar de comportamento antes que possa reassumir seu papel na sociedade. Esta imposição não é ditada pela moral, mas, por assim dizer, pela realidade.” (Grifo nosso.)[ii]

Analogamente, experiências levadas a cabo na Prisão de Clinton, em Dannemora, Nova York, por Ernest G. Poser, um professor associado dos departamentos de Psicologia e Psiquiatria da Universidade McGill, de Montreal, e sustentados por uma concessão do Comitê Governador Rockefeller para Delinquentes Criminais, são descritas como promissoras de “[…] ajudar-nos a atingir, algum dia, um ponto em que a decisão de colocar uma pessoa atrás das grades será baseada nas possibilidades de a mesma vir a cometer um outro crime, e não sua culpa ou inocência” (grifes nossos).[iii]

Karl Menninger, o decano dos psiquiatras americanos, tem pregado este evangelho por mais de quarenta anos. Em seu último livro, cujo título revelador é O Crime da Punição, escreve: “A palavrajustiça irrita os cientistas. Nenhum cirurgião espera que lhe perguntem se uma operação de câncer é justa ou não […] Os cientistas comportamentistas consideram igualmente absurdo invocar a questão de justiça na decisão do que fazer com uma mulher que não resiste à sua propensão para a cleptomania, ou com um homem que não pode reprimir um impulso de assaltar alguém”.[iv]

O crime, consequentemente, já não é mais um problema de Direito e Moral, mas, ao invés disso, da Medicina e dos terapeutas. Essa transformação do ético em técnico – de crime em doença, de Direito em Medicina, Criminologia em Psiquiatria, e de punição em terapia – é, além disso, entusiasticamente abraçada por muitos médicos, cientistas sociais e leigos. Por exemplo, numa crítica de O Crime da Punição no New York Times, Roger Jellinek declara: “Como prova o Dr. Menninger tão convincentemente, os criminosos certamente são doentes e não diabólicos”.[v]

“Os criminosos certamente são doentes […]“, dizem os “cientistas comportamentistas” e seus seguidores. Aqueles que punem são criminosos, acrescenta Menninger. Somos, assim, levados a acreditar que os atos ilegais dos criminosos são sintomas de doenças mentais e que os atos legais dos executores da lei são crimes. Se é assim, aqueles que punem são também criminosos e, portanto, eles também são “doentes e não diabólicos”. Aqui apanhamos o ideólogo da insanidade em sua atividade predileta – a fabricação da loucura.[vi]

“Os criminosos certamente são doentes […]” Pense nisso! E lembre-se que qualquer um culpado de ter infringido a lei é, por definição, um criminoso: não somente o assassino profissional, mas também o médico que executa um aborto ilegal; não somente o ladrão armado, mas também o negociante que sonega seu imposto de renda; não somente o incendiário e o ladrão, mas também o apostador e o fabricante, o vendedor e frequentemente o consumidor de drogas proibidas (o álcool, durante a Lei Seca, e atualmente a maconha). Todos criminosos! Não diabólicos nem, certamente, maus; somente doentes mentais – todos, sem exceção. Mas lembremo-nos: deverão ser sempre eles– nunca nós!

Em resumo, enquanto o assim chamado louco é aquele que caracteristicamente se compromete, o psiquiatra é aquele que se caracteriza por se manter descomprometido. Expressando, então, uma falsa neutralidade com relação à questão, ele exclui o louco e seus problemas tumultuosos com a sociedade. (Curiosamente, o procedimento pelo qual essa exclusão se realiza também se chama de “recolhimento”).[vii]

IV

Devido ao fato de que os psiquiatras evitarem tomar uma posição decidida e responsável com relação aos problemas que manejam, a maioria dos becos-sem-saída intelectuais e morais da Psiquiatria permanece desconhecida e sem exame. Esses podem ser colocados sucintamente sob forma de uma série de questões que envolvam escolhas fundamentais sobre a natureza, objetivo, métodos e valores da Psiquiatria:

1 – O objetivo da Psiquiatria é o estudo e tratamento de condições médicas, ou o estudo de desempenhos sociais e das influências sobre eles? Em outras palavras, os objetos de estudo da Psiquiatria são as doenças ou os papéis, acontecimentos ou ações?

2 – A finalidade da Psiquiatria é o estudo do comportamento humano, ou o controle do (mau) comportamento humano? Em outras palavras, o objetivo da Psiquiatria é o avanço do conhecimento, ou a regulamentação da (má) conduta?

3 – O método da Psiquiatria é o intercâmbio de comunicação, ou o uso de testes diagnósticos e tratamentos terapêuticos? Em outras palavras, no que consiste realmente a prática psiquiátrica – ouvir e falar, ou prescrever drogas, psicocirurgia, e confinamento e pessoas rotuladas “doentes mentais”?

4 – Finalmente, o valor diretivo da Psiquiatria é o individualismo ou o coletivismo? Em outras palavras, a Psiquiatria aspira a servir ao indivíduo ou ao Estado?

A Psiquiatria contemporânea se caracteriza sistematicamente por respostas evasivas a essas questões. Quase todo livro ou artigo escrito por uma autoridade psiquiátrica reconhecida ilustra essa afirmativa. Dois breves exemplos deverão bastar:

No artigo citado anteriormente, Sachar rejeita explicitamente o ponto de vista de que o psiquiatra toma partido no conflito. Escreve: “Para o bem de quem o psiquiatra tenta modificar o criminoso? Para o bem do criminoso ou da sociedade? Para o bem de ambos, argumentaria, exatamente como o médico que, quando em face de um caso de varíola, pensa imediatamente em salvar o paciente bem como proteger a comunidade”.[viii]

Num ensaio dedicado à defesa da ideia de que a “doença mental” é uma enfermidade, Roy R. Grinker, Sr., diretor do Instituto para Pesquisas Psicossomáticas e Psiquiátricas do Hospital e Centro Médico Michael Reese em Chicago, escreve: “O verdadeiro modelo médico é aquele no qual a Psicoterapia é apenas uma parte. O campo total em termos de terapia inclui […] a escolha do ambiente terapêutico, tal como a própria casa, clínica ou hospital; a escolha da terapia, tal como drogas, choque e Psicoterapia […]”[ix] Grinker fala de “escolha” e, no entanto, permanece discreto e estrategicamente silencioso sobre todas as questões que mencionei acima. Não diz quem escolhe “o ambiente terapêutico” ou a “terapia” – o paciente, os familiares do paciente, o psiquiatra, o juiz, o legislador. Também não diz o que acontece quando o “paciente” resolve não ser paciente, o quando o psiquiatra recomenda o internamento em hospital psiquiátrico e o paciente se recusa a aquiescer.

Essas omissões não são fortuitas. Pelo contrário, constituem […] a essência da atual Psiquiatria “científica”. A ordem do psiquiatra contemporâneo – isto é, do psiquiatra profissionalmente leal, “dinâmico” ou “progressista” – é precisamente obscurecer, e na verdade negar, os dilemas éticos da vida, e transformá-los em problemas médicos e técnicos suscetíveis de soluções “profissionais”.

Em resumo, […] as afirmações e práticas psiquiátricas modernas desumanizam o homem pela negação – com base em raciocínio científico falso – da existência, ou até mesmo da possibilidade de uma responsabilidade pessoal. Mas o conceito de responsabilidade pessoal é fundamental para o conceito de responsabilidade pessoal é fundamental para o conceito do homem como agente moral. Sem ele, a liberdade individual, o valor mais caro ao homem ocidental, se torna uma “negação da realidade”, uma verdadeira “ilusão psicótica” que dota o homem de uma grandeza que não possui na realidade. Torna-se claro, portanto, que a Psiquiatria não é, simplesmente uma “arte médica de curar” – frase por trás da qual, com falsa modéstia, muitos de seus representantes atualmente gostam de esconder suas verdadeiras práticas; é, em vez disso, uma ideologia e uma tecnologia para uma radical transformação do homem.

[i] H. P. Rome: “Psychiatry and foreign affairs: The expanding competence of psychiatry.” Amer J. Psychiatry. 125:725-30 (dezembro), 1968. P. 729.

[ii] E. J. Sachar: “Behavioral science and the criminal law”. Scientific American, 209:39-45 (novembro), 1963, p. 41.

[iii] D. Burnham: “Convicts treated by drug therapy”. The New Tork Times, 8 de dezembro de 1968, p. 17.

[iv] K. Menninger: “The Crime of Punishment” (Nova York: Viking, 1968), p. 17.

[v] R. M. Jellinek: “Revenger’s tragedy”. The New York Times, 28 de dezembro de 1968, p. 31.

[vi] T. S. Szasz: The Manifacture of Madness: A Comparative Study of the Inquisition and the Mental Health Movement, (Nova York: Harper & Row, 1970). (Publicado no Brasil por Zahar Editores sob o título A Fabricação da Loucura; Rio, 1976).

[vii] Em inglês, to commit oneself significa comprometer-se. Commitment quer dizer recolhimento à prisão, cometimento, além de compromisso. O autor usou o significado duplo de commitment para ironizar. (N. do T.).

[viii] Sachar, op. cit., pp. 41-42.

[ix] R. R. Grinker: “Emerging concepts of mental illness and models of treatment: The medical point of view”. Amer. J. Psychiatry, 125:865-69 (janeiro), 1968, p. 866.

Tradução de José Sanz. Revisão atualizada de Adriel Santana.

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Não, o que diferencia o capitalismo não é a competição, mas sim a liberdade de escolha

Em termos de competição, o capitalismo é um sistema como todos os outros

O capitalismo é frequentemente descrito pelos seus detratores como “um sistema darwinista de competição”, uma selva na qual apenas os mais fortes sobrevivem, e na qual os mais fracos e os menos capazes definham.

Já os mais comedidos simplesmente descrevem o capitalismo como um sistema “baseado na concorrência”.

Curiosamente, vários defensores do capitalismo também parecem assimilar essa ideia de que o capitalismo é um sistema baseado na competição. Eles apenas contra-argumentam que essa concorrência, longe de ser um defeito, é na realidade a grande virtude do sistema, sendo ela a responsável por elevar o padrão de vida da população ao criar bens e serviços de melhor qualidade.

Em minha visão, isso é um erro. Aceitar a pressuposição de que o capitalismo é um sistema baseado na competição — em contraste a outros sistemas que hipoteticamente seriam de cooperação (como socialismo e comunismo) — significa aceitar um debate que já começa inteiramente moldado nos termos criados pelos seus detratores, de modo que, a partir daí, qualquer discussão já está contaminada e enviesada.

No âmbito estatal, a competição é selvagem

Obviamente, não estou criticando a concorrência. Nem poderia. Afinal, não fosse a concorrência entre produtores, com cada um deles se esforçando para ganhar acesso ao dinheiro dos consumidores, não haveria como vivenciarmos um progressivo aumento em nossa qualidade de vida em decorrência da contínua melhora observada nos bens e serviços que usufruímos — os quais, vale ressaltar, apresentaram quedas reais nos preços em decorrência exatamente desta competição.

A concorrência de mercado é o que aumenta a eficiência e reduz o preço real dos bens e serviços, ao mesmo tempo em que gera inovação. Dado que todos nós já estamos familiarizados com este argumento — até porque o vivenciamos diariamente —, é desnecessário ficar reforçando este ponto.

Adicionalmente, a alternativa à concorrência é o planejamento centralizado, no qual há um único fornecedor de bens e serviços, sendo ele quem decide “em nosso nome” como estes serão produzidos e alocados. Todas as sociedades que tentaram este arranjo se afundaram na miséria e no extermínio em massa.

O ponto aqui é outro.

Se os detratores do capitalismo consideram a competição de mercado algo ruim, por que o mesmo não se aplica à esfera política?

Peguemos a tão venerada democracia. Se a competição é um fator deletério e corruptor, então a democracia tem de ser o primeiro sistema a ser abolido. Afinal, o que fazem os políticos senão competirem acirradamente entre si para conseguir um cargo?

Pior: não apenas há essa acirrada competição entre partidos políticos, como também há uma vigorosa competição entre empresas, lobistas e grupos de interesse para ver quem consegue tratamento preferencial (subsídios, patrocínios, reservas de mercado etc.) de políticos e legisladores, tudo com o dinheiro do povo.

Se as pessoas que estão no mercado (a seção livre e voluntária da sociedade) vivem em um sistema de competição, o que dizer então do aparato estatal? O que dizer das pessoas que querem acesso a ele? A democracia é também um sistema de competição. E darwinista. Os políticos estão sempre competindo pelo acesso ao aparato de controle da sociedade. Estão competindo pelo “direito” de aprovar e impingir leis, legislações e políticas que serão aplicadas a todos e que afetarão a todos (queiramos nós ou não). Mais: tudo isso será compulsoriamente pago por nós.

Políticos e todas as pessoas que querem fazer parte do aparato estatal não estão simplesmente competindo por uma fatia de mercado, na qual o vencedor da competição é aquele que melhor satisfaz as demandas dos consumidores. Eles estão afetando diretamente a todos nós, a sem a nossa anuência.

O capitalismo é sobre trocas voluntárias

É óbvio que a competição, por si só, não é um mal. Longe disso. O problema é que definir o capitalismo como um sistema “baseado na competição” — em comparação a outros arranjos que supostamente são baseados na cooperação — é um truque retórico.

Aqueles que acreditam que o capitalismo é baseado na concorrência podem honestamente acreditar nisso, mas não é verdade. O capitalismo é um sistema tão concorrencial e competitivo quanto qualquer outro sistema. Concorrência e competição existem em todos os arranjos. Não é uma exclusividade do capitalismo.

Consequentemente, o correto seria dizer que o capitalismo (ao menos no ideal laissez-faire) é um sistema baseado em transações livres e voluntárias de bens e serviços, transações estas que ocorrem na ausência de coerção física, roubo, compulsão ou fraude, e é baseado no direito fundamental de ter e acumular propriedade.

Ou, em nome da brevidade: o capitalismo é um sistema de trocas voluntárias, baseado no direito de ter propriedade.

Sendo assim, é até possível concluir que o capitalismo é, com efeito, o sistema que mais apresenta as características de cooperação. Afinal, no capitalismo, a competição significa que os produtores têm de se esforçar para agradar seus clientes, e eles terão de agir assim exatamente porque visam ao seu interesse próprio. Em outras palavras, os vendedores cooperam com os consumidores, atendendo às suas necessidades e preferências.

Dado que há escassez, sempre haverá competição — em qualquer sistema

Não é a existência da propriedade privada ou da livre transação de bens que gera a concorrência. O que gera a concorrência é a escassez.

Em qualquer situação em que haja escassez de recursos, haverá alguma forma de competição pela apropriação destes recursos (bem como para decidir a maneira como esses recursos serão alocados).

Se houver um sistema que permita trocas voluntárias, alguma competição surgirá naturalmente neste arranjo. Mas a competição também surgiria em qualquer outro sistema. Mesmo se existisse uma sociedade completamente comunista, que fosse inteiramente planejada por um comitê central, e que não praticasse absolutamente nenhuma transação envolvendo dinheiro, ainda assim haveria competição, e por um motivo incontornável: o tempo das pessoas sempre será limitado.

Se você fosse, por exemplo, um cineasta nesta sociedade comunista utópica, você provavelmente iria querer que o máximo possível de pessoas assistisse ao seu filme. só que todos os outros cineastas iriam querer o mesmo. Isso colocaria você em concorrência direta com eles. Podemos então concluir que o comunismo também é um sistema baseado na competição? É certo que você estaria competindo pelo único cliente: o patrocínio do estado. Corrupção e compadrio certamente seriam o inevitável resultado. Quem terá seu filme financiado? Quem não terá? Quem ganhará o altamente cobiçado emprego de cineasta em vez do nada desejável emprego de varredor de rua ou de recolhedor de lixo? Como conseguir favores das autoridades? A competição será selvagem. Mas, em vez de ser decidida pelas transações livres e voluntárias dos espectadores, dos investidores e dos cineastas, ela será decidida por uma autoridade do comitê central — e de maneira bastante autoritária, eu apostaria.

A competição, em suma, continuaria existindo. Ela apenas seria de outra natureza: em vez de produtores competindo entre si para conseguir clientes, eles irão competir entre si para ver quem obtém mais favores da poderosa e corrupta estrutura do estado.

A competição é simplesmente uma característica inerente ao fato de que vivemos em um mundo de escassez. Ela existiria em qualquer outro sistema econômico. O socialismo não pode abolir a competição. Assim como nenhum outro sistema.

O custo de oportunidade significa que a competição está em todos os lugares

Quando você finalmente constata essa realidade, você percebe que a escassez faz com que a competição esteja muito além da economia.

Por exemplo, imagine que dois amigos distintos me convidem para um jantar em suas respectivas casas na mesma noite. Eu, obviamente, terei de optar por apenas um, o que fará com que o outro fique sem minha companhia. Isso por acaso significa que a amizade é um sistema baseado na competição?

Não podemos nos encontrar com todos os nossos amigos o tempo todo, ou mesmo com todos eles ao mesmo tempo. E, mesmo se conseguíssemos, teríamos de dividir nossa atenção entre eles. Adicionalmente, não somos íntimos de todos eles, de modo que apenas alguns serão realmente amigos. Não dá para ser amigo íntimo de todos. Tudo isso significa que inevitavelmente teremos de fazer escolhas. E, com elas, renúncias. No final, não importa quais critérios você utilizará para escolher quais amizades priorizar: você estará optando e decidindo; escolhendo alguns e isolando outros. Em alguns casos, você pode acabar isolando pessoas que adorariam ter a sua companhia. Mais: ao optar por priorizar amizades, você terá de sacrificar outras atividades que gostaria de fazer, apenas para ficar na companhia deles.

Estes são fatos básicos da vida, pelos quais todos nós já passamos. Mas eles não fazem com que a amizade seja vista como um sistema de competição.

Similarmente, no mercado, nossos recursos e tempo são limitados. Estamos, a todo o momento, fazendo juízos de valor, escolhendo quais produtos e serviços iremos consumir tendo por base a utilidade que imaginamos que eles nos trarão. Ao fazermos isso, sacrificamos algumas opções em prol de outras. Talvez iremos escolher uma cafeteria que tenha o café mais saboroso. Ou então aquela que tem o melhor ambiente. Ou talvez aquela que é mais próxima. Ou aquela outra cujo serviço é o melhor. Ou então aquela que é a mais barata. Ou quem sabe aquela a que sempre fomos e com a qual estamos mais familiarizados. Ou talvez aquela que implantou atitudes mais “socialmente conscientes” — a que sempre privilegiou a contratação de deficientes físicos, por exemplo. O fato é que nós decidimos.

Cada provedor de serviços acredita que irá se beneficiar de nossa clientela e fará diversas tentativas de nos atrair, seja melhorando a qualidade dos serviços, seja reduzindo (os mantendo baixos) os preços, o que corretamente podemos identificar como uma forma de competição. Dado que seres humanos não são infalíveis, em algumas ocasiões alguém irá comprar um café do qual não irão gostar; mas, no longo prazo, a competição tenderá a ser vencida por aqueles que agradarem de maneira melhor e mais consistente seus clientes.

Os benefícios da liberdade de escolha

O fenômeno realmente miraculoso que ignoramos ao concentrarmos nossa atenção na concorrência é a própria capacidade que temos de fazermos escolhas.

Por exemplo, suponha que dois eventos comerciais estejam ocorrendo na mesma tarde. Cada cliente potencial irá escolher aquele evento que mais lhe seja atraente, utilizando para isso uma variedade de critérios subjetivos. Entretanto, simplesmente dizer que esses dois eventos são “concorrentes” seria ignorar completamente o ponto essencial: os frequentadores destes eventos (que são muito mais numerosos que os organizadores destes eventos) podem escolher entre dois eventos. Muito melhor ter a opção de dois (e inclusive optar por nenhum) do que ter apenas a opção de um. Com efeito, pode até ser possível ir aos dois na mesma tarde, sacrificando o tempo que ficam em cada um.

Sendo assim, a realidade é que há muito mais cooperação envolvida no ato fornecer bens e serviços às pessoas do que há competição. Para conseguir fazer qualquer coisa no mercado, você tem de cooperar com compradores, vendedores, administradores, gerentes, empregados, fornecedores, clientes, anunciantes, promotores de eventos, comerciantes, negociantes, compradores coletivos etc.

O clássico ensaio Eu, o Lápis ainda continua sendo o melhor exemplo ilustrativo disso: quando você se dá conta da quantidade de pessoas, nos mais distintos lugares do mundo, trabalhando conjuntamente para fabricar um simples lápis de madeira — e cada um buscando apenas seus próprios interesses financeiros —, é inevitável não se maravilhar ao constatar como realmente funciona todo este arranjo empreendedorial. Essas pessoas, que nem se conhecem, estão atuando em conjunto, em cooperação, e o resultado é que você consegue comprar um lápis — algo que jamais conseguiria fabricar sozinho — por centavos.

A competição no mercado é o que permite a escolha em meio à escassez

Dado que os recursos são escassos e o tempo sempre é limitado, as pessoas têm de fazer escolhas. Consequentemente, a competição sempre será uma parte inerente a todo e qualquer sistema econômico. Enquanto vivermos em um mundo caracterizado pela escassez, haverá competição.

A característica precípua do capitalismo de livre mercado não é a competição, mas a liberdade de escolha. Pessoas que criticam a competição no capitalismo estão, na prática, pedindo para que o estado substitua a competição entre produtores para ver quem obtém mais consumidores voluntários por uma competição entre produtores para ver quem obtém mais favores do governo. Em vez de produtores tentando convencer consumidores a voluntariamente gastar seu dinheiro em uma ampla variedade de bens e serviços, cada vez mais vastos, teremos produtores tentando convencer políticos a coercivamente tomar dinheiro da população para lhes repassar na forma de subsídios e demais protecionismos.

Compare o arranjo capitalista com arranjos corporativistas e socialistas: em todos há competição, mas apenas no primeiro há liberdade de escolha para os indivíduos.

Compare o livre mercado com outros sistemas nos quais a competição é feroz para ver quem consegue obter mais favores de burocratas em cargo de poder: é nestes que realmente há a “lei da selva” e a “sobrevivência do mais forte”.

Por que e como nos tornamos tão ricos? Aparentemente, ninguém sabe

Mas uma tentativa de resposta passa por holandeses, escoceses e judeus

Por que somos tão ricos?

Considero esta a mais importante pergunta histórica que pode, de maneira concebível, ser respondida por meio de um apelo a evidências que sejam aceitáveis para historiadores.

O mundo no qual vivemos hoje é irreconhecível quando comparado ao mundo de 1800.  Praticamente nada permaneceu igual. Esta evolução foi resultado de uma taxa de crescimento contínua de 2,5% ao ano, de 1800 a 1930, e de 2% ao ano desde 1950.  

Isso mostra o que pode ser alcançado quando, para utilizar uma linguagem matemática, atingimos uma “taxa de capitalização composta” de crescimento. Ninguém sabe ao certo como foi que conseguimos chegar a um arranjo que permite essa taxa de capitalização composta de crescimento. Exatamente por isso esta é uma pergunta tão crucial.

Uma resposta que já foi aventada, mas que ainda não foi comprovada, é a da professora Deirdre McCloskey, que sugeriu que houve uma mudança na atitude das pessoas em relação ao empreendedorismo e ao sucesso empresarial na Holanda do século XVII. O argumento soa plausível, mas enquanto o terceiro volume do livro da Dra. McCloskey sobre a cultura burguesa não for publicado (ver o primeiro e o segundo), este argumento será meramente uma sugestão.

Mas a história sempre se repete: dos holandeses aos judeus, passando pelos escoceses

Ao longo de toda a história humana, de tempos em tempos, um grupo que até então não usufruía nenhuma vantagem específica sobre nenhum outro grupo repentinamente dá um salto para a frente e passa a se sobressair em relação a todos os demais. Ninguém sabe por que isso acontece ou como isso acontece. Mas o fato é que acontece.

Peguemos o exemplo da Holanda. Era um país minúsculo que foi totalmente criado pela engenharia. Por se situarem abaixo do nível do mar, os holandeses criaram diques para barrar o Mar do Norte e manter suas terras secas. O país literalmente cresceu à custa do oceano. Não conheço nenhum outro país que tenha feito isso em toda a história humana.  

Em 1568, os protestantes se revoltaram contra o controle espanhol do país. Este conflito, a Guerra dos Oitenta Anos, durou mais de uma geração. Os líderes desta revolta eram majoritariamente calvinistas. O calvinismo se difundiu pela cultura holandesa no início do século XVII. Esta foi a grande mudança cultural que ocorreu durante todo este período. De acordo com McCloskey, houve uma mudança de atitude em relação ao empreendedorismo e à riqueza em geral.

Ao mesmo tempo, houve uma quase-revolução na pintura. Os pintores holandeses se tornaram famosos por toda a Europa. E então houve uma expansão do império marítimo holandês. Os holandeses se espalharam por todo o globo. Eles estabeleceram um enorme enclave na América do Norte, na região em que hoje está a cidade de Nova York. Naquela época, a cidade era chamada de Nova Amsterdã.  

O império holandês se espalhou também para a costa oeste da Índia e depois para a Indonésia. Os britânicos e os holandeses travaram uma guerra em meados do século XVII, quando ambas as nações eram lideradas por calvinistas. Foi uma guerra para delimitar impérios.

No final do século XVII, a Escócia era conhecida apenas pelos rigores de seu clima, por sua paisagem e por sua teologia calvinista. A produção de algodão vinha ocorrendo há séculos, mas a Escócia continuava sendo um país atrasado. E então, sem nenhum aviso, os escoceses começaram a dominar o pensamento europeu.  

Adam Smith chegou atrasado nesse processo. Antes dele houve Francis Hutcheson.  Houve Lord Kames na área do direito. Houve o poderoso intelecto de David Hume. Houve Adam Ferguson na teoria social. O pensamento social nas ilhas britânicas e na América do Norte passou ter uma orientação crescentemente escocesa.

E então, no século XIX, os escoceses começaram a dominar a indústria. Começou com James Watt e sua máquina a vapor. Isso foi expandido, nos anos 1820, para uma nova invenção: as ferrovias com locomotivas a vapor. E então vieram as estradas macadamizadas, assim chamadas em homenagem ao engenheiro escocês John Loudon McAdam.  Depois surgiram as ceifadeiras, criadas por Cyrus McCormick, e as siderúrgicas, criadas por Andrew Carnegie. Ambos eram escoceses que viviam nos EUA. Há um excelente livro sobre este processo, escrito por Arthur Herman: How the Scots Invented the Modern World: The True Story of How Western Europe’s Poorest Nation Created Our World & Everything in It.

Mais tarde, no início do século XX, os escoceses foram substituídos pelos judeus. Estamos vivendo, como disse um livro recente, no século dos judeus. Nas áreas da ciência, da matemática, da teoria econômica, do entretenimento, do investimento e aparentemente de tudo o mais, exceto na agricultura, os judeus se tornaram dominantes. Sua influência é totalmente desproporcional à sua quantidade.

O problema é que parece não haver nenhuma explicação consistente para essas idas e vindas das pessoas. No caso dos holandeses e dos escoceses, havia de início uma forte dedicação ao calvinismo, mas isso só foi gerar efeitos econômicos muito tempo depois. No caso da Escócia, foram escoceses secularizados que fizeram as grandes contribuições, e não os calvinistas. Um fenômeno similar ocorreu entre os judeus. 

O processo de liberalização do judaísmo ocorreu no início do século XIX. Os judeus que fizeram grandes contribuições foram judeus seculares. Calvinistas ortodoxos e judeus ortodoxos parecem não possuir nenhuma vantagem específica sobre as outras culturas. Até hoje não encontrei nenhuma explicação para esta sequência: ortodoxia, secularização, sucesso. Mas ela claramente existe, e existe fortemente entre os holandeses, os escoceses, e os judeus.

Coreanos e chineses, o mesmo fenômeno

De certa forma, a Coréia do Sul é outro exemplo.  

presbiterianismo tem sido muito forte na Coréia do Sul, tendo começado no início do século XX. Tal religião tem sido uma influência por lá, mas é difícil saber qual exatamente tem sido essa influência.  

Em 1950, a Coréia do Sul era uma nação extremamente pobre, quase tão pobre quanto uma colônia na África subsaariana. Hoje, a Coréia do Sul é uma das nações mais ricas do mundo.

Similarmente, a China também passou por esse tipo de transformação. Mao primeiro transformou os chineses em comunistas ortodoxos, e então tentou reestruturar toda a ordem social em termos do marxismo-leninismo. No entanto, quando Deng Xiaoping liberalizou a agricultura, em 1978, isso gerou uma completa transformação da economia chinesa. A China se tornou o país continental com o mais acelerado e duradouro crescimento da história do homem.  Ela era miserável sob a velha ideologia; quando a ideologia foi removida, a taxa de crescimento disparou.

Estes são apenas palpites daquilo que creio ser uma teoria de causalidade econômica. Creio que tem algo a ver com a autodisciplina e com uma orientação mais voltada para o longo prazo, características associadas a uma ideologia revolucionária. O calvinismo era uma ideologia assim. O comunismo também era uma ideologia assim. Ambas alteraram a visão das pessoas em relação a Deus, ao homem, às leis, às causalidades, e ao futuro. Foi assim com o calvinismo; foi assim com o comunismo.  

E então, quando a ideologia foi abandonada, a visão de mundo continuou a influenciar o comportamento das pessoas. A doutrina a respeito de Deus muda, mas a doutrina a respeito do homem ser um desbravador e a doutrina da orientação para o longo prazo permaneceram praticamente a mesma todo esse tempo. O otimismo associado ao triunfo do reino na história, seja o reino de Deus ou o reino do homem, era assumido pela geração que se seguia ao colapso da ideologia mais velha. O otimismo era conservado e o comprometimento para com a construção do reino era mantido, mas o objetivo final foi alterado: em vez de paraíso na terra, crescimento incessante a taxas compostas.  

Tal tipo de crescimento cria aquilo que teria sido considerado pelos fundadores das velhas ideologias como sendo o paraíso econômico na terra.

No final, tudo passa pela mentalidade

Os homens têm de acreditar que aquilo que eles fazem como indivíduos irá fazer alguma diferença no futuro. Eles têm de acreditar que deixarão algum legado. Eles têm de acreditar em alguma forma de crescimento a taxas compostas. Se eles não acreditarem nisso, então o incentivo para se construir um futuro melhor é mínimo. A filosofia passa a ser: coma, beba e seja feliz, pois amanhã estaremos mortos. Isso sempre leva à estagnação.

Se o Ocidente conseguirá manter seu alto crescimento econômico em face dos desafios impostos pela Ásia é uma das principais perguntas da atualidade. Na Europa Ocidental, parece ter havido uma perda de esperança no futuro. Esse pessimismo ainda não se difundiu pelos EUA, algo que permite ao país manter uma tremenda vantagem. Mas o otimismo é mais óbvio na China. Isso tem produzido níveis de comprometimento e entrega nunca antes vistos na história chinesa. Os cidadãos de lá realmente acreditam que podem enriquecer, e então passam a trabalhar visando a este fim. Isso gera um extraordinário incentivo para a poupança, para o empreendedorismo, para o trabalho duro, e para o desenvolvimento de novos produtos. A visão de mundo dos cidadãos chineses mais jovens não é a mesma da de seus pais quando estes tinham a mesma idade. Isso fez uma enorme diferença na China.

Não estou convencido de que o sistema educacional do Ocidente ainda mantém aquele velho otimismo que era tão comum décadas atrás. Creio que aquele otimismo está desaparecendo. Isso terá repercussões de longo prazo, majoritariamente negativas, na ordem social ocidental. Ainda há muito otimismo remanescente, mas ele tem de ser alimentado pela geração mais velha, de modo que a geração mais nova se sinta estimulada e impelida a se comprometer e a se entregar.

Se essa mentalidade definhar, o século do Ocidente irá finalmente chegar ao fim.

Dá uma raiva ouvir de JORNALISTA, APRESENTADOR, POLÍTICO… falar que o POVO está DIVIDIDO. Ahhhhhhhh vão a **, esse mesmo povo fica no Twitter, Linkedin… LACRANDO, INSTIGANDO… o povo para depois usar ATITUDES DO POVO CONTRA O POVO E A FAVOR PRÓPRIO. Vamos ficar 03 meses sem redes sociais e a sociedade volta ao normal e ninguém mais fala de política, religião…

A melhor coisa que uma pessoa pode fazer por ela mesma e a que mais gosto é quando a pessoa sozinha chega a uma conclusão sobre ela mesma kkkkkkkkkkkkkkkk

A direita só ganha algum cargo no mundo quando a esquerda DEIXA, pois ela faz um monte de merdas e deixa para a conta cair no colo do próximo e que se tentar mudar algo, JAMAIS IRÁ CONSEGUIR e só vai perder tempo, porque a militância da esquerda é A MAIS esperta, inteligente… e vão fazer de tudo para CANCELAR, CENSURAR, AMEAÇAR… quem começar a LEMBRAR, TENTAR MUDAR E MOSTRAR o que foi feito antes. É extremamente útil se afastar de uma merda feita por você ou amigos para pensar ainda mais em como ganhar poder e tirar poder dos outros

NO DIA QUE NO BRASIL TIVER UMA LEI ONDE É PROIBIDO TER MAIORIA DE POLÍTICOS DE ESQUERDA OU DIREITA (ser sempre 50%/50%), NO CONGRESSO, CÂMARA, SENADO, STF E QUE ELES PRECISAM DIZER QUAL LADO IDEOLÓGICO POSSUEM/PREFEREM, aí sim acho que o jogo político começa a ficar honesto, justo… Fiz um vídeo falando um pouco sobre isso. E quando isso acontecer, a cada 04 anos que isto estiver em prática, daremos 100 MILHÕES DE CUPONS DE U$ 1.000,00 para aquelas pessoas que trabalham em empresas do simples nacional, consulte condições

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